Brandão, Gildo MarçalTribunal Superior Eleitoral2020-12-042020-12-041995BRANDÃO, Gildo Marçal. O partido comunista como "esquerda positiva". Lua Nova, São Paulo, n. 35, p. 183-201, 1995.http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/7686Restringindo-se às décadas regidas pela Constituição de 1946, o artigo concentra-se no curto período em que o Partido Comunista pode ser considerado uma "esquerda positiva", segundo a conhecida distinção de Santiago Dantas. Descreve as principais características das "duas almas" que marcaram a atuação do partido e procura entender as razões de sua força e fraqueza, isto é, os motivos pelos quais, apesar de não pertencer ao sistema político legal, desempenhou um papel político e ideológico maior do que a sua expressão partidária, sindical e eleitoral.With reference to the period inaugurated by the Constitution of 1946, this article focuses on the short time during which the Brazilian Communist Party could be seen as a (in Santiago Dantas'words). The "two souls" which could be recognized in the party's actions are described and the reasons for both its force and its weakness are examined.pt-BRCreative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacionalhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/Partido Comunista do Brasil (1922)Esquerda (Ciência política)O partido comunista como "esquerda positiva"The communist party as "positive"Artigo