Oliveira, AdrianoTribunal Superior Eleitoral2022-12-122022-12-122022OLIVEIRA, Adriano. Por que os institutos de pesquisas são criticados? In: BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Sistematização das normas eleitorais: eixo temático III: propaganda eleitoral e correlatos. Brasília: Tribunal Superior Eleitoral, 2022. (Coleção SNE. Fase II ; v. 4). p. 55-72. DOi: https://doi.org/10.57025/9786587461168_oli.adr.http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/11105Mostra como a divulgação exclusiva pelos veículos de comunicação da intenção de voto tradicional descredibiliza os institutos de pesquisas. Mostrase, teoricamente e empiricamente, que os votantes são líquidos, ou seja, estão a caminhar pela trajetória e sofrem influências diversas. Quando os veículos de comunicação divulgam apenas a intenção de voto tradicional, eles não apresentam o porcentual de eleitores que ainda não definiram a sua escolha. Estes, por sua vez, podem se movimentar até o dia da eleição e contrariar a previsibilidade da intenção de voto. Nesse caso, o porcentual da pesquisa não é semelhante ao da urna eleitoral, por isso os institutos de pesquisas sofrem críticas e descredibilização. Este artigo apresenta alternativa à intenção de voto com o objetivo de assegurar a credibilidade das empresas de pesquisas.18 p.pt-BRPesquisa eleitoralIntençãoVotoEleitorPor que os institutos de pesquisas são criticados?Artigo