Navegando por Autor "Albuquerque, Afonso de"
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Artigo A outra face do horário gratuito : partidos políticos e eleições proporcionais na televisão(2008) Albuquerque, Afonso de; Steibel, Fabro; Carneiro, Carolina Maria Zoccoli; Tribunal Superior EleitoralArtigo O paralelismo político em questão(2012) Albuquerque, Afonso deAnalisa a contribuição e os limites do uso do conceito de "paralelismo político" para os estudos comparativos em comunicação política. Atualmente este conceito tem sido usado em uma oposição binária ao modelo de jornalismo "independente" ou "objetivo", de tal modo que todas as situações que não se enquadrariam em um caso, seriam contempladas pelo outro. Alternativamente, ele sugere que este tipo de oposição faz sentido apenas no âmbito das sociedades ocidentais, e que ambas as categorias somente são aplicáveis em contextos nos quais sistemas políticos competitivos coexistam com um ambiente dotado de razoável estabilidade institucional.Artigo Perda da hegemonia da imprensa : a disputa pela visibilidade na eleição de 2018(2019) Santos Junior, Marcelo Alves dos; Albuquerque, Afonso de; Tribunal Superior EleitoralCompara os compartilhamentos obtidos por veículos da imprensa com páginas de esquerda e de direita no Facebook. Esta pesquisa investiga 82.915 publicações realizadas por 30 fan-pages no Facebook durante a eleição de 2018 para compreender o rearranjo do estatuto da visibilidade no sistema midiático híbrido. Resultados indicam que veículos da imprensa jornalística tradicional convertem boa parte de sua audiência para o Facebook e possuem a maior média de seguidores entre as categorias estudadas. A média de compartilhamento, no entanto, é consideravelmente menor, sugerindo uma ameaça à sua hegemonia da concentração da atenção do público.Artigo Propaganda política e a construção da imagem partidária no Brasil(2002) Albuquerque, Afonso de; Dias, Marcia Ribeiro; Tribunal Superior EleitoralArtigo PSOL versus PSOL : facções, partidos e mídias digitais(2020) Santos Junior, Marcelo Alves dos; Albuquerque, Afonso de; Tribunal Superior EleitoralInvestiga os desafios que as mídias sociais apresentam em relação ao poder das cúpulas dos partidos de definir o discurso majoritário. A hipótese é de que, em contexto de fragmentação partidária, as mídias sociais oferecem oportunidades para correntes internas vocalizarem insatisfações e negociarem suas agendas publicamente, o que gera ruídos externos e dificulta consensos. O estudo de caso focaliza as disputas travadas entre diferentes facções do PSOL acerca da aliança com PT, PCdoB e Rede na eleição para a prefeitura do Rio de Janeiro em 2016. Foram coletados dados a partir de requisições à Graph API para mapear a presença de lideranças, diretórios, facções e núcleos dos quatro partidos. Os achados indicam a distância estrutural entre os subsistemas comunicativos organizados em torno do PSOL e do PT-PCdoB e a ríspida discussão pública sobre a composição da aliança eleitoral.Artigo Redes de campanha de pré-candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro(2016) Albuquerque, Afonso de; Paula, Carolina Almeida de; Carvalho, Eleonora de Magalhães; Santos, Marcelo Alves dosAs mídias sociais impõem à campanha eleitoral uma lógica radicalmente distinta daquela que orienta a propaganda política no rádio e na televisão. O artigo faz uma análise do potencial que os pré-candidatos a prefeito (prefeitáveis) do Rio de Janeiro apresentam correntemente do ponto de vista do uso político das mídias sociais, utilizando como amostra de dados 891 fan-pages no Facebook, que estabelecem 7478 ligações entre si um sinal do potencial de alcance quando se fala em interações dentro de uma rede social online.Dissertação Vai pra Cuba!!!! A rede antipetista na eleição de 2014(2016) Santos Junior, Marcelo Alves dos; Albuquerque, Afonso deDemonstra que o antipetismo surge em meio a diversos processos sociopolíticos que se entrelaçam e que ganham formato e substância peculiares de acordo com os acontecimentos políticos contemporâneos. A abordagem proposta evidencia as relações entre aspectos institucionais do sistema político, características atitudinais e recursos comunicativos nas mídias sociais. Argumentamos que o antipetismo não se limita à negação do PT ou o voto útil no adversário. A oposição hostil ao partido é o fator que catalisa uma diversa gama de discursos políticos de modo heterogêneo e não linear. Assim, defendemos a hipótese de que o antipetismo nas mídias sociais em 2014 tem uma característica fundamental que chamamos de assimetria histórica, que produz alguns pontos cegos quanto à análise da imagem do partido e da própria política brasileira. Para lançar luz sobre o pano de fundo que compõe a Rede Antipetista, oferecemos uma chave de leitura que enfatiza três pontos referenciais antagônicos: o antipartidarismo, o antiesquerdismo e o antiestablishment. O gatilho da tríade do antipetismo é o clima de ansiedade da população, provocado pela queda na avaliação retrospectiva do governo federal, situando um cenário de crise econômica e de escândalos de corrupção. As chaves de leitura elaboradas são essenciais para a compreensão de fenômenos recentes e de grande complexidade da comunicação política, além de parte da conjuntura da política nacional, como o papel da oposição e os protestos pelo impeachment da presidente, Dilma Rousseff. Discutiremos os principais resultados e elaboraremos problematizações sobre os desafios suscitados para pesquisas posteriores.
