Navegando por Autor "Barbosa, Tiago Alexandre Leme"
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Artigo Coligações proporcionais : apontamentos sobre seus efeitos e proibição(2022) Krause, Silvana; Machado, Carlos Melo; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Aikawa, Luiza; Schaefer, Bruno Marques; Goulart, Guilherme; Tribunal Superior EleitoralArtigo Comportamento parlamentar e financiamento de campanha : o caso do rompimento da barragem em Mariana(2020) Resende, Roberta Carnelos; Schaefer, Bruno Marques; Epitácio, Sara de Sousa; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o comportamento parlamentar em um momento crítico, qual seja, o desastre da barragem de Fundão, operada pela Samarco/Vale/BHP. Busca, especificamente, responder a duas questões: o que os deputados federais propuseram acerca do desastre, e se tais iniciativas se relacionam às doações de campanha. Para tanto, analisam-se as propostas legislativas apresentadas pelos deputados federais, entre 05 novembro de 2015, data de ocorrência do desastre, e 31 de dezembro de 2018. Constata-se que a maioria dos deputados com alto nível de financiamento da Samarco se abstiveram de apresentar proposições acerca do desastre. Os parlamentares com atuação contrária à empresa são oriundos principalmente dos estados atingidos pelo desastre (Minas Gerais e Espírito Santo), o que sinaliza para atuação no sentido de prestação de contas a seus eleitores.Outro Decifrando as dinâmicas de surgimento de novos partidos na América do Sul (1982-2015)(2017) Krause, Silvana; Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior EleitoralInvestiga as dinâmicas do surgimento de novos partidos na América do Sul. Os mesmos são tratados enquanto organizações que se apresentam pela primeira vez em pleito nacional. Foram consideradas todas as eleições (91) realizadas no período de 1979 até 2015, no sentido de observar as variações do número de novos partidos que surgiram em cada pleito, a partir de fontes secundárias (outros trabalhos) e primárias (bancos de dados dos respectivos tribunais eleitorais). A literatura que trata do surgimento de novos partidos, em democracias consolidadas ou emergentes, aponta distintas variáveis que impactam nos incentivos à gênese de novas organizações. Crises políticas ou sociais e/ou facilitadores institucionais. No caso em tela, a partir da análise estatística multivariada, buscou-se perceber quais são as variáveis que têm mais efeito sobre os distintos resultados. Como considerações preliminares, pontuou-se que existem distinções significativas entre os países, sendo os Andinos muito mais propensos à emergência de novos partidos, devido a alterações Constitucionais específicas. Causas sociais, como alto desemprego e baixo crescimento econômico, também foram significantes para explicar por que em alguns contextos surgiram mais novos partidos do que em outros.Artigo Dinâmicas de surgimento de novos partidos na América do Sul (1979-2015)(2018) Krause, Silvana; Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior EleitoralO início da década de 1980 caracteriza-se pelo esgotamento dos regimes autoritários na América do Sul. O longo processo de transição que passaram alguns países, ou a abrupta ruptura institucional de outros, marcou o retorno dos partidos à arena de disputa política. Como diversos autores pontuaram, desde então, tem-se assistido a emergência de novos atores políticos ou transformações de partidos anteriormente consolidados. Este trabalho investiga as dinâmicas do surgimento de novos partidos no subcontinente. Os mesmos são tratados enquanto organizações que se apresentam pela primeira vez em pleito nacional. Considerou-se todas as eleições (91) realizadas no período de 1979 até 2015, no sentido de observar as variações do número de novos partidos que surgiram em cada pleito, a partir de fontes secundárias (outros trabalhos) e primárias (bancos de dados dos respectivos tribunais eleitorais). A literatura que trata do surgimento de novos partidos, em democracias consolidadas ou emergentes, aponta distintas variáveis que impactam nos incentivos à gênese de novas organizações. Crises políticas ou sociais, atores políticos e/ou incentivos institucionais. A partir da análise estatística multivariada, buscou-se perceber quais são as variáveis que têm mais efeito sobre o surgimento de novos partidos. Os resultados apontam que existem diferenças significativas entre os países, sendo os Andinos muito mais propensos à emergência de novos partidos, devido a alterações Constitucionais específicas. Causas sociais, como alto desemprego e baixo crescimento econômico, também foram significantes para explicar por que em alguns contextos surgiram mais novos partidos do que em outros.Artigo Mulheres na elite partidária brasileira : uma análise exploratória das Comissões Executivas estaduais(2015) Barbosa, Tiago Alexandre LemeApresenta dados sobre a inserção feminina nas Comissões Executivas estaduais de seis dos principais partidos políticos brasileiros: PT, PDT, PMDB, PSDB, DEM e PP. A partir de dados coletados no TSE para os anos de 2013 a 2015, observou-se a distribuição de mulheres em todos os estados da federação. Os dados, mesmo que ainda incompletos, têm revelado uma sub-representação feminina nessas instâncias, sendo o PT o partido que mais mulheres recrutou.Artigo Novos competidores no Brasil? : candidatos e eleitos pela REDE, PMB e NOVO(2017) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Schaefer, Bruno Marques; Ribas, Vinicius de LaraAnalisa a organização de novos partidos políticos no Brasil. Por meio dos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e estatutos partidários, discutimos a estrutura organizacional, o perfil dos candidatos e os eleitos de três novos competidores: o Partido NOVO (NOVO), o Partido da Mulher Brasileira (PMB) e a REDE Sustentabilidade (REDE). Nosso norte investigativo é compreender até que ponto essas candidaturas de novos partidos podem ser considerados de fato novas frente a outras organizações partidárias. Aplicando o conceito de novidade (newness), os resultados dessa nota de pesquisa revelam que, nesses termos, o NOVO seria o mais próximo, de fato, de um novo competidor, seguido pela REDE e PMB.Artigo "A opção pelos insiders" : o financiamento como variável para o entendimento do campo político(2017) Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a distribuição de recursos financeiros via organizações partidárias para os candidatos ao cargo de deputado federal, no Rio Grande do Sul, em 2014, nos principais partidos políticos da competição estadual: PP, PMDB, PSDB, PDT e PT. Por meio dos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre os recursos financeiros que são destinados pelos partidos políticos aos candidatos, tínhamos como hipótese que: os partidos políticos não distribuem esses recursos de forma equitativa. Na prática, isso significa a preferência, e a criação de uma lista informal dos candidatos selecionados pelos partidos. Os resultados indicam que todos os partidos políticos investiram mais nos incumbentes do que nos candidatos novatos, sendo o PSDB uma das agremiações que depositou mais da metade do fundo em apenas um dos seus dezoito candidatos. Esses dados sugerem, que os partidos políticos possuem algum tipo de controle sobre a condução do pleito eleitoral. Nesse quesito, não podem ser entendidos como organizações frouxas, pois a elite partidária detém a capacidade de influenciar aqueles que serão os representantes da agremiação na Câmara Federal.Artigo Pagando do próprio bolso : autofinanciamento eleitoral no Rio Grande do Sul (2012-2016)(2019) Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior EleitoralAnalisa como funciona a estrutura de financiamento do cargo de prefeito no Rio Grande do Sul, a partir dos dados do Tribunal Superior Eleitoral que incluem: perfil social dos candidatos (profissão, escolaridade, declaração de bens), prestações de contas até dados sobre os municípios em que o pleito acontece - tamanho do município e perfil socioeconômico. A hipótese é de que as mudanças na legislação impactaram no perfil do financiamento, intensificando o autofinaciamento, especialmente em pequenos municípios. Os resultados indicam que o autofinanciamento tende a ser proporcionalmente mais alto nos municípios menores e com maior população rural, bem como os candidatos mais autofinanciados são aqueles com mais bens e que não recebem recursos dos partidos via Fundo Partidário. No caso do pleito de 2016, ter se declarado empresário foi também significante estatisticamente.Artigo Partidos e eleições no Mato Grosso do Sul(2012) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Silva, Marcos Antônio da; Tribunal Superior EleitoralBusca compreender o desempenho eleitoral dos partidos políticos no estado de Mato Grosso do Sul, a partir da primeira eleição do estado, em 1978, até as eleições de 2010. Para tanto, foram consultados os dados eleitorais produzidos pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Percebe-se que o sistema partidário do estado foi estruturado nos seus primeiros anos em torno de dois partidos, PDS e PMDB. O destaque aqui é a superioridade do partido governista sobre o partido da oposição. Assim como no restante do país, ao final da década de 1980 e início dos anos 1990, a competição eleitoral induziu uma lógica multipartidária, com a predominância de partidos de centro (PMDB e PSDB), centro-direita (PTB) e direita (PFL). A centro-esquerda (PDT, PT, PPS) só viria a ganhar destaque a partir da década de 2000, o que pode ser explicado pela conquista do Governo do Estado, em 1998, e da Presidência da República, em 2002. Com a pesquisa percebeu-se que os governadores e a Presidência da República influenciam nos resultados eleitorais para os pleitos municipais, o que não é um fenômeno circunscrito ao estado do Mato Grosso do Sul.Artigo O PMDB na Câmara Federal : perfil social dos parlamentares (1982-2014)(2018) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Ferreira, Ana Paula Lopes; Santos, Romer Mottinha; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o perfil social dos deputados federais eleitos pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), entre 1982 a 2014. Durante o período analisado, a agremiação foi uma das principais responsáveis pelo abastecimento da Câmara Federal. O trabalho testa duas hipóteses: a primeira que: i) a agremiação recruta os seus membros preferencialmente nos setores do empresariado e ii) apresenta padrões de recrutamento diferenciados nos estados da federação. Para testar tais hipóteses, foi realizado um levantamento dos eleitos no site do TSE, além da realização de uma prosopografia dos legisladores em duas fontes: no Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro (DHBB), no perfil dos Deputados informados pela Câmara Federal e em websites dos parlamentares. Os resultados indicam poucas variações no perfil dos eleitos entre os Estados da Federação, e além do predomínio de homens, os empresários são contingente expressivo na legenda, seguidos por profissionais liberais e políticos profissionais.Artigo Qual o impacto do Whatsapp em eleições? Uma revisão sistemática (2010-2019)(2019) Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Epitácio, Sara de Sousa; Resende, Roberta Carnelos; Tribunal Superior EleitoralFaz uma revisão sistemática do que foi publicado sobre Whatsapp e eleições, no período 2010-2019, em quatro bases de dados: Scielo, Google Scholar, Web of Science e Scopus. O estudo permite dizer que os casos analisados e a produção sobre o tema encontraram maior adesão em países democratizados no contexto da "terceira onda". Quanto à contribuição do aplicativo para o fortalecimento da democracia, as opiniões se dividem entre aqueles que apontam para o perigo do uso de fake news e aqueles que observam no aplicativo uma forma de democratizar o acesso à informação.
