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Navegando por Autor "Brumes, Karla Rosário"

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    Artigo
    Eleição para governador do Paraná em 2018 : o anti-establishment e o discurso de renovação política
    (2025) Alves, Afonso Muzzo; Brumes, Karla Rosário; Silva, Rafael do Carmo; Nokozek, Geovana Neves; Tribunal Superior Eleitoral
    As eleições de 2018 para governador no Paraná representaram um momento significativo no desgaste das elites políticas tradicionais no estado. Historicamente, o Paraná tem sido dominado por famílias políticas que mantiveram influência significativa sobre o cenário político regional, muitas vezes utilizando redes de parentesco e herança política para perpetuar seu (e no) poder. No entanto, o pleito de 2018 mostrou sinais claros de uma mudança nesse padrão, marcada pela ascensão de novos atores políticos e pela contestação das dinastias estabelecidas. Ratinho Junior (PSD), filho de um empresário e comunicador influente, venceu a eleição para governador em 2018, rompendo com a continuidade das elites tradicionais e com outras dinastias políticas que dominaram o estado em décadas anteriores. A candidatura de Ratinho Junior, associada a uma nova abordagem política e à renovação das práticas eleitorais, refletiu o desejo da população por mudança e distanciamento das velhas práticas associadas ao nepotismo e à perpetuação familiar no poder. A eleição de 2018 foi também um reflexo do cenário nacional, no qual figuras novas, muitas vezes ligadas a uma plataforma de anti-establishment e renovação, conseguiram atrair a atenção e o apoio dos eleitores. No Paraná, o desgaste das elites tradicionais ficou evidente não apenas na derrota de figuras históricas, mas também na maneira como novas coalizões foram formadas, com maior foco em propostas modernas de governança e menos dependência das antigas redes de poder familiar.
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    Artigo
    Eleições para governador no estado do Paraná - 1965 : a força de um discurso
    (2020) Brumes, Karla Rosário; Zinke, Idair Augusto; Moura, Mateus dos Santos; Tribunal Superior Eleitoral
    As eleições estaduais de 1965 no estado do Paraná ocorreram em 3 de outubro, e tiveram como candidatos ao cargo de governador Paulo Cruz Pimentel (Partido Trabalhista Nacional - PTN; Partido Democrata Cristão - PDC; Partido Libertador - PL), com o vice Plínio Franco Ferreira da Costa (Partido Social Democrático - PSD), representantes da situação, e Bento Munhoz da Rocha Netto (Partido da República - PR; Partido Social Trabalhista - PST; Partido Trabalhista Brasileiro - PTB; Partido de Representação Popular - PRP; Partido Social Progressista - PSP), com o vice Raphael Rezende (PSD), como candidatos da oposição. Os candidatos defendiam dois discursos distintos: Bento Munhoz da Rocha Netto (PR/PST/PTB/PRP/PSP) com o discurso de "povoar" o território paranaense por meio de um conjunto de práticas voltadas à disciplinarização/higienização de uma nova população - que não logrou êxito, uma vez que perdeu as eleições com 45,1% dos votos -, e Paulo Cruz Pimentel (PTN/PDC/PL) com o discurso de "industrializar" o território paranaense visando impulsionar o desenvolvimento por meio da execução de obras básicas - que o levou à vitória nas eleições com 51,1% dos votos. O presente trabalho visa discutir o modo como os discursos proferidos durante a campanha eleitoral, a partir das origens dos candidatos, e as coligações estabelecidas em tornos de seus nomes caracterizaram a cena política paranaense de 1965.
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    Artigo
    Eleições presidenciais de 1994 no estado do Paraná
    (2022) Brumes, Karla Rosário; Silva, Rafael do Carmo; Pinto, Sergio Ricardo Aurélio; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa as eleições de 1994, que ocorreram no bojo da recente redemocratização e tiveram sua decisão influenciada pelo fator Plano Real. No Paraná, assim como no restante do país, as diferenças entre eleitores de alta e baixa escolaridade foram menores no grau de associação entre voto e avaliação do plano econômico. Lula, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), não teve boa votação diante do adversário Fernando Henrique Cardoso (FHC), do Partido da Social-Democracia Brasileira (PSDB); tal fato foi entendido como a pauta preocupação com problemas sociais, categoria que mais se aproximava da ideia de uma defesa dos interesses dos trabalhadores, sucumbindo ante as benesses trazidas pelo Plano Real, principal bandeira de seu mais importante adversário em 1994. FHC, do PSDB, venceu no 1° turno, com 55,22% dos votos; com Luiz Inácio Lula da Silva, PT, perfazendo 39,97%.
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