Navegando por Autor "Bueno, Natália Salgado"
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Artigo Cor e representação nas eleições de 2014(2015) Bueno, Natália Salgado; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as discrepâncias relativas a distribuição de cor entre o universo dos candidatos, dos representantes eleitos e da composição da sociedade como um todo. Para tanto, descreve como a distribuição dos grupos de raça no eleitorado se compara com a distribuição dos candidatos nas eleições de 2014 e analisa as possíveis causas e fatores associados às discrepâncias entre políticos e eleitores. Por fim, debruça-se sobre os projetos de lei existentes e suas possíveis consequências.Artigo Participação política na região metropolitana de Belo Horizonte : (des)igualdade política e recursos(2006) Bueno, Natália SalgadoA partir de questões analíticas e normativas colocadas por Robert Dahl acerca da relação entre participação política, desigualdade social e igualdade política, procura-se fazer um estudo empírico da propensão à participação, seus recursos e efeitos da assimetria na participação associado a atributos objetivos do indivíduo. Trata-se, então, de um estudo sobre desigualdade política, ou ainda, do desigual preenchimento dos direitos atribuídos. Os testes e hipóteses construídos foram baseados no 'Modelo do Voluntarismo Cívico' proposto por Sidney Verba, cuja ênfase recai em seus recursos da participação, a saber: dinheiro, tempo e habilidades cívicas.Artigo Raça e comportamento político : participação, ativismo e recursos em Belo Horizonte(2012) Bueno, Natália Salgado; Tribunal Superior EleitoralA discussão sobre raça na política brasileira é mote entre cientistas sociais de diversas perspectivas: seja pelo seu papel na formação do Estado nacional, nos movimentos sociais ou ainda nas políticas públicas voltadas a grupos raciais. Utilizando a abordagem centrada em recursos, argumenta-se que o pertencimento a um grupo racial não afeta de forma substantiva a propensão a atuar politicamente em Belo Horizonte, ao passo que fatores socioeconômicos, como renda e escolaridade, são nitidamente mais relevantes. Esses resultados empíricos, por sua vez, não eliminam o fato de que a abordagem dos recursos apresenta limitações para testar os fatores que levariam à mobilização racialmente orientada no Brasil.
