Navegando por Autor "Feres Júnior, João"
Agora exibindo 1 - 6 de 6
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Artigo O cão que nem sempre late : o grupo Globo e a cobertura das eleições presidenciais de 2014 e 1998(2016) Feres Júnior, João; Sassara, Luna de OliveiraOs estudos da mídia brasileira em períodos eleitorais têm consistentemente encontrado um viés contra políticos e partidos de esquerda, particularmente contra o Partido dos Trabalhadores. O presente trabalho é uma contribuição a essa literatura. Trata-se de uma comparação entre as coberturas eleitorais do Jornal Nacional e das capas do jornal impresso O Globo, ambos pertencentes ao Grupo Globo durante o período eleitoral de 2014. Queremos, primeiramente, testar a hipótese da continuidade do comportamento das mídias desta empresa. Uma vez confirmada essa hipótese, partiremos para o exame da hipótese do papel de cão de guarda. Para tal, comparamos os resultados das análises das eleições de 2014 e de 1998: duas campanhas para reeleição, com os mesmos partidos em competição, PT e PSDB, mas ocupando lugares opostos dos polos situação e oposição. Nossos resultados confirmam a tese da continuidade do viés antipetista e rejeitam o papel de cão de guarda. A metodologia utilizada para a análise das coberturas das três eleições é a análise de valências das notíciasArtigo Corrupção, escândalos e a cobertura midiática da política(2016-07) Feres Júnior, João; Sassara, Luna de Oliveira; Tribunal Superior EleitoralExamina o fenômeno da escandalização da corrupção no jornalismo brasileiro. Observamos na análise dos pleitos presidenciais de 2010 e de 2014 forte viés da cobertura de escândalos em desfavor da candidatura da situação - 95% de matérias sobre escândalos da administração petista contra 5% de matérias relativas a escândalos tucanos. Também examinamos o tratamento dado a dois escândalos do psdb, para controlar parcialmente a análise quantitativa e reforçar a confirmação da hipótese de viés.Artigo Dois prefeitos, duas medidas : a lua de mel na grande imprensa paulista(2017-08) Feres Júnior, João; Barbabela, Eduardo; Tribunal Superior EleitoralAvalia a adequação de se expandir o conceito de Lua de Mel, período de trégua por parte da oposição e da mídia que políticos eleitos em tese desfrutariam, para descrever o tratamento recebido pelos dois mais recentes prefeitos da cidade de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e João Doria (PSDB). Para tal, fazemos uma análise de valências das matérias publicadas nas capas e páginas de opinião dos dois principais jornais paulistas, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo durante os primeiros 150 dias de seus mandatos. Além de testarmos a hipótese da existência de Lua de Mel nas eleições recentes para prefeito da cidade de São Paulo, também examinaremos a hipótese secundária de que tal tratamento foi semelhante em intensidade e perfil para cada um dos prefeitos em começo de mandato. Os resultados mostram que houve Lua de Mel somente para Doria, pois Haddad não recebeu qualquer trégua da cobertura jornalística, e que tal Lua de Mel terminou em torno do final do seu terceiro mês de mandato, prazo similar ao que a literatura norte-americana estima para os presidentes daquele país.Artigo A (in)clemente mídia das eleições(2014) Feres Júnior, João; Sassara, Luna de Oliveira; Barbabela, Eduardo; Miguel, Lorena; Cândido, Marcia Rangel; Silva, Thyago de Simas e; Tribunal Superior EleitoralOutro Para além das valências : o uso de termos e enquadramentos depreciativos na cobertura da eleição de 2010(2013) Feres Júnior, João; Miguel, Lorena; Tribunal Superior EleitoralO viés político da grande mídia brasileira não é novidade. Não são raros os estudos que demonstram tal viés em períodos eleitorais. Não obstante, os grandes jornais continuam a reiterar a suposta imparcialidade e equilíbrio de suas coberturas. A despeito da literatura acadêmica produzida sobre o tema, a análise de como esse viés se dá por meio de diferentes estratégias editoriais está longe de ser esgotada. O presente estudo pretende contribuir com um tópico pouco explorado nessa literatura: o uso de expressões pejorativas em eleições. Analisaram-se todos os textos publicados por Folha de São Paulo, O Globo e Estado de São Paulo durante o período da campanha eleitora presidencial de 2010. Além de uma análise de valências, examinaram-se os enquadramentos utilizados, dando particular atenção para o uso de expressões que rebaixam moralmente um candidato, personalidade política ou partido. A hipótese principal é de que a candidata do PT, Dilma Rousseff, o então presidente Lula e o PT foram alvo de um número marcadamente superior de expressões pejorativas. Entretanto, a título de hipótese auxiliar, os jornais diferiram entre si na quantidade e qualidade do uso de tais expressões.Outro As vozes gritadas na eleição de 2010 : o discurso direto na disputa presidencial(2013) Feres Júnior, João; Miguel, Lorena; Barbabela, Eduardo; Mafra, Anaily; Silva, Renata do Nascimento; Peregrini, Ingrid; Tribunal Superior EleitoralDiscute a importância das capas para a compreensão dos interesses editoriais na criação do discurso jornalístico, bem como o real alcance do discurso de imparcialidade proposto pela mídia brasileira durante o período eleitoral por meio da utilização das declarações dos personagens da eleição. Por fim, analisa o uso das citações dos políticos na criação das chamadas.
