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Navegando por Autor "Ferreira, Diogo Tavares de Miranda"

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    Outro
    A influência do financiamento de campanha na tomada de decisão e na agregação de preferências na Câmara dos Deputados. Um balanço do primeiro biênio da 55ª legislatura (2015-2016)
    (2018) Ferreira, Diogo Tavares de Miranda; Zelinski, Luiz Fernando; Camargo, Neilor Fermino; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a importância da dinâmica estrutural do financiamento de campanha eleitoral como variável explicativa para as tomadas de decisão e agregação de preferências, no primeiro biênio da 55ª Legislatura da Câmara dos Deputados (2015-2016). Utiliza para tal, a dinâmica do financiamento de campanha sob dados de doações eleitorais, com a finalidade de organizar os dados de nossa variável independente e exógena ao processo legislativo - os financiadores de campanha -, e índice de fidelidade partidária, e o IAG para o cálculo disciplina partidária entre parlamentares beneficiados por origem e tipo de financiadores. Entre as hipóteses preliminares, está a ideia de que a origem e tipo de financiamento de campanha é uma alternativa de resposta aos padrões apresentados pela literatura à agregação de preferências em votações nominais na Câmara dos Deputados. Os resultados preliminares apontam o financiamento não apontam o financiamento de campanha como variável independente capas de explicar distorções nos resultados de disciplina partidária, entre os diferentes tipos e origem de financiamento compreendidos. No entanto, quando fazemos uma análise mais detalhada por partidos, vemos que em alguns casos parlamentares mais independentes de recursos advindos de Agentes Partidários, apresentam comportamento mais indisciplinado em relação ao partido político, e menor nível de governismo, mesmo entre aqueles que participam do governo.
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    Outro
    As instituições contam : o voto das deputadas federais no plenário da Câmara no governo Temer (2016-2017)
    (2018) Franco, Geissa Cristina; Ferreira, Diogo Tavares de Miranda; Bittencourt, Maiane Aldlin; Tribunal Superior Eleitoral
    Avalia a disciplina partidária das deputadas federais nos projetos enviados pelo Poder Executivo entre agosto de 2016 a dezembro de 2017. Assim os objetivos específicos são: i) analisar e avaliar a votação nominal das deputadas no recorte temporal definido; e, ii) verificar se as deputadas apresentaram considerável autonomia em relação aos partidos. Dessa maneira, questiona-se nessa pesquisa: em que medida as deputadas federais foram disciplinadas aos seus partidos nas votações dos projetos enviados pelo poder executivo entre agosto de 2016 a dezembro de 2017? Qual o grau de congruência das deputadas federais aos projetos enviados pelo executivo? H1: Assim como Lovenduski e Norris (2001) perceberam que as parlamentares britânicas seguem fielmente seus partidos, entre os anos 2016 e 2017 acredita-se que as deputadas federais foram disciplinadas aos seus partidos nas votações pelo governo Temer. A pesquisa foi de cunho empírico e de método quantitativo, ao utilizar a técnica da análise das votações nominais das proposições enviadas pelo Governo Temer (2016 - 2017). Utilizou-se um Application Programming Interface (API) para a obtenção dos dados, cuja fonte é o portal on-line da Câmara dos Deputados. Desse modo, a fim de tornar-se mensurável a questão da disciplina partidária utilizou-se o Índice de Fidelidade a Posição do Líder do Partido apresentado por Limongi (1999). Um dos resultados encontrados é que tanto deputadas federais de partidos da base do governo como deputadas federais oposicionistas são fiéis a indicação do partido nos projetos enviados pelo Executivo em boa parte das vezes, sendo as oposicionistas mais fiéis a indicação do líder do partido (95% das vezes) enquanto as situacionistas seguem o partido em 89% das votações.
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