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Navegando por Autor "González, Rodrigo Stumpf"

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    Outro
    Constreñimientos a la reforma política en Brasil y México : el rol de la cultura política
    (2016) González, Rodrigo Stumpf; Rodríguez Edeza, Manuel Ángel; Tribunal Superior Eleitoral
    Discute cómo la cultura política influyó en la formación de sus sistemas políticos y afecta las posibilidades de reforma. En este sentido, se analizan sus desenvolvimientos históricos y se comparan las informaciones de Latinobarómetro para presentar cómo se desarrollaron las culturas políticas después de las transiciones hacia la democracia de fines del siglo pasado y cómo estas características pueden limitar el éxito o fracaso de reformas institucionales.
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    Artigo
    Cultura política e democracia no Brasil dos anos 60
    (2019) González, Rodrigo Stumpf; Tribunal Superior Eleitoral
    No período recente o Brasil tem vivido momentos de grande instabilidade política, com o afastamento de uma presidenta e a eleição de um ex-militar conhecido por elogiar o período ditatorial. Mas este tipo de evento não é uma novidade na história política do país. A década de 1960 também foi turbulenta no sistema político brasileiro. Até que ponto existia uma cultura política que sustentasse a democracia naquele período? Teria esta cultura se modificado ao longo do tempo, favorecendo o golpe? Tomando da concepção de Almond e Verba (1989) a noção de congruência, este trabalho busca analisar o período democrático brasileiro entre as eleições de 1960 e o golpe militar de 1964, tentando verificar até que ponto se desenvolvia na sociedade brasileira uma cultura política democrática, capaz de dar suporte à manutenção do regime.
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    Artigo
    Cultura política, mudanças econômicas e democracia inercial. Uma análise pós-eleições de 2014
    (2014) Baquero, Marcello; González, Rodrigo Stumpf
    Avalia a presença de uma democracia inercial no Brasil, em que as assimetrias entre economia e política produzem uma cultura política passiva e anômica. Tal situação possibilita que as políticas sociais e econômicas sigam um padrão que pouco se modifica. Se, num contexto de mudanças, as coisas precisam mudar para que fiquem iguais, então se pode esperar que, num contexto de (re)democratização com inércia, as instituições mudem, sem, no entanto, alterar, numa direção positiva, as normas, os valores e as crenças normativas da população em relação à democracia. Para analisar essa proposição serão utilizados dados demográficos e socioeconômicos, avaliados ante a evolução da confiança nas instituições, governantes e na democracia no período 2002-2014, a partir de dados do Eseb. A conclusão é de que o período de desempenho econômico favorável não permitiu a consolidação de uma cultura política democrática, com rápida deterioração do apoio às instituições e aos governantes a partir da crise econômica. Palavras-chave: cultura política; democracia inercial; economia
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    Outro
    Cultura política, qualidade da democracia e interrupção de mandatos presidenciais na América Latina
    (2014) González, Rodrigo Stumpf; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a qualidade dos regimes democráticos instaurados na América Latina após transições ocorridas nos anos 80 e 90, verificando a relação entre os níveis de apoio específico e difuso à democracia e a ocorrência de rupturas institucionais, como a interrupção antecipada de mandatos presidenciais por renúncia ou golpe. Países com baixo nível de apoio ao regime ou satisfação com a democracia estariam mais sujeitos a este tipo de situação ou ela pode ocorrer igualmente em países com forte tradição de cultura democrática? Na análise são utilizados os dados do Latinobarômetro e do World Values Survey para as duas últimas décadas.
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    Artigo
    A dimensão direita-esquerda na definição do voto : o caso das eleições de 1994 em Porto Alegre
    (1995) Baquero, Marcello; Ranincheski, Sônia; Pereira, Óthon Ferreira; Castro, Henrique Carlos de Oliveira de; González, Rodrigo Stumpf; Rodrigues, Gérson; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Disparidade representativa entre as unidades federadas na Câmara dos Deputados : uma análise da eleição de 2022
    (2022) Fernandes, Alessandro; González, Rodrigo Stumpf; Tribunal Superior Eleitoral
    Pretende-se, partindo dos dados eleitorais referentes à votação para Deputado Federal na eleição de 2022, disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral, analisar a disparidade representativa entre as unidades federadas na Câmara dos Deputados, identificando os casos de super-representação e sub-representação dos entes federados. Preliminarmente a este estudo debatemos sobre o modelo de Federação adotado pelo Brasil e de que formas as Constituições Brasileiras trataram da distribuição dos assentos na Câmara Baixa por critério de divisão geográfica, realizando um resgate histórico desta distorção eleitoral. Com base no cálculo de um quociente eleitoral nacional, realizamos uma distribuição equitativa das vagas, de forma proporcional aos votos válidos por Estados e Distrito Federal, respeitando o limite de 513 Deputados Federais vigentes, conforme regulado por meio de legislação complementar. Entretanto, a redistribuição proposta não é aplicável em função da necessidade de atender os regramentos constantes do parágrafo primeiro do artigo 45 da Constituição Federal vigente.
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    Artigo
    Eleições, estabilidade democrática e socialização política no Brasil : análise longitudinal da persistência de valores nas eleições presidenciais de 2002 a 2010
    (2011) Baquero, Marcello; González, Rodrigo Stumpf
    Examina os debates recentes sobre os fatores que explicam a estabilidade democrática no Brasil. Com base no conceito de socialização política examina-se o impacto que as eleições têm no fortalecimento democrático e a importância de normas e valores para o futuro da democracia. Considera-se que as eleições presidenciais no contexto político brasileiro se constituem em um momento importante do processo de socialização política. Para verificar esta proposição este trabalho utiliza como base de dados as pesquisas do Estudo Eleitoral Brasileiro (ESEB) de 2002, 2006 e 2010. É analisado se o fator idade gera diferenças em relação aos valores e atitudes manifestados pelos entrevistados com um tempo maior de experiência democrática, contribuindo na formação de uma cultura política congruente com a democracia, ou se são definidos pelo contexto eleitoral, tendo como base a divisão da população em coortes por faixa etária e na escolha eleitoral em cada pleito. Com base nos dados analisados identifica-se uma mudança da cultura política em direção à valorização da democracia, mas com a manutenção de contradições que indicam a manutenção de uma cultura híbrida, que não favorece a democracia representativa poliárquica.
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    Artigo
    Nova direita ou vinho velho em odres novos? A trajetória conservadora no Brasil do último século
    (2021) González, Rodrigo Stumpf; Baquero, Marcello; Grohmann, Luis Gustavo Mello; Tribunal Superior Eleitoral
    A vitória eleitoral de Jair Bolsonaro surpreendeu o mundo em 2018 não apenas por ser um candidato desconhecido de um partido pequeno, mas pelo que disse sobre mulheres, afrodescendentes, homossexuais e por seu antiquado anticomunismo da Guerra Fria. A eleição foi o resultado de uma aliança entre militares pragmáticos, neoliberais e conservadores religiosos. No entanto, não foi uma surpresa no mundo acadêmico. Este artigo tem como objetivo mostrar como, desde a terceira década do século XX, autoritários e conservadores tem participado da cena política brasileira, presentes tanto no Congresso Nacional quanto nas elites. A hipótese é que um novo governo de extrema direita não constitui uma ruptura política, mas resulta de uma longa trajetória. O contexto cultural na eleição de Bolsonaro é discutido usando dados do World Values Survey e análises do pensamento político do último século. Conclui-se que, com a tradição conservadora do Brasil baseada na religião e em valores políticos autoritários, o Bolsonaro pode ser avaliado como mais do mesmo e não como uma ruptura.
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    Artigo
    Novas formas institucionais de participação na democracia brasileira - perspectivas e limites
    (2012) González, Rodrigo Stumpf; Tribunal Superior Eleitoral
    Nos últimos anos o Brasil vem realizando eleições periódicas para os poderes executivo e legislativo, com candidaturas vinculadas aos partidos políticos, sem que estes consigam conquistar a confiança da população. As críticas aos limites de funcionamento das instituições representativas levaram à proposição de instrumentos e espaços alternativos para a participação popular. Novas formas de intervenção nas decisões do poder público têm surgido ao longo das últimas duas décadas. Este artigo busca analisar os limites e possibilidades de algumas destas novas formas de participação política.
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