Navegando por Autor "Kamradt, João"
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Outro As celebridades como elemento essencial para o rejuvenescimento democrático(2018) Kamradt, João; Tribunal Superior EleitoralBusca compreender o modo como os famosos se movimentam e são capazes de mobilizar o cenário político. Defende que as celebridades são um elemento da sociedade contemporânea que gera uma maior participação cívica dos indivíduos na política. E esta é uma das propostas desta comunicação: demonstrar, ao contrário da visão pessimista e crítica com a celebrização que a grande maioria da literatura especializada possui desde a década de 80 do século passado, que as celebridades podem servir como um elemento de rejuvenescimento democrático. O outro objetivo é apresentar uma tipologia adequada das celebridades que possa ser utilizada também em um Brasil cada vez mais digital. Para alcançar estes objetivos, realiza uma revisão bibliográfica sobre as celebridades considerando principalmente sua aproximação com a política. Logo, são discutidos os estudos de Postman e Putnam que apontavam como a participação das celebridades era prejudicial para o ambiente democrático. Após isso, apresenta uma corrente mais recente, capitaneada por Street, Wheeler, Marshall, entre outros, que passou a defender na celebrização uma forma de rejuvenescimento democrático. Ao se apresentar as novas teorias de celebrização da política, também discute as principais tipologias das celebridades políticas e qual seria a formulação mais adequada para o Brasil e para o ambiente das novas mídias.Outro Celebridades e às eleições 2018 no Brasil : endossos, críticas e o posicionamento dos famosos no Instagram(2020) Kamradt, João; Tribunal Superior EleitoralArtigo É possível confiar nas pesquisas eleitorais? Análise das intenções de votos nas eleições para governadores no Brasil em 2014(2017) Kamradt, João; Tribunal Superior EleitoralPesquisas de opinião sobre candidatos a cargos públicos são muito utilizadas em época de eleição. Os dados servem para mostrar qual é a fotografia do momento, quem está na frente e apontar tendências de queda ou crescimento para os pesquisados. E aí reside um problema. Mesmo com tanta importância, são escassos os estudos que medem o grau de confiabilidade das pesquisas eleitorais no Brasil. É disto que este artigo trata. Após fazer uma breve revisão da literatura sobre as pesquisas eleitorais e a opinião pública, o trabalho apresenta um balanço feito com 77 pesquisas de 23 institutos diferentes nos 27 estados brasileiros antes da realização do primeiro e do segundo turno das eleições de 2014 no Brasil. Ao todo, foram analisados 302 candidatos. Os resultados indicaram que 32% dos candidatos pesquisados tiveram previsões que não se realizaram, sendo que a maioria dos erros se deu no primeiro turno. Quase 15% das pesquisas apresentaram candidatos trocando de posições entre a previsão e o resultado nas urnas. Entre as razões para tantos equívocos estão a utilização da margem de erro, a coleta de dados feita em um período distante do pleito e a quantidade de eleitores indecisos até a proximidade da votação.
