Navegando por Autor "Lanzaro, Jorge"
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Artigo Continuidad y cambios en una vieja democracia de partidos Uruguay (1910-2010)(2013) Lanzaro, JorgeRevisita la vieja democracia de partidos uruguaya - la más antigua y una de las pocas de América Latina - retomando críticamente aportes señeros y propuestas propias, para señalar cambios y continuidades en el correr de cien años. Tratando de no caer en el excepcionalismo, el texto hilvana referencias comparativas, que encuadran la originalidad del caso uruguayo y permiten resaltar el potencial que su análisis tiene para la Política Comparada. La primera parte repasa el modelo genético y los rasgos típicos del régimen, que explican sus ventajas comparativas: los factores originarios, la matriz poliárquica, el presidencialismo pluralista, una democracia consociational sui generis, hecha de partidos políticos y no de clivajes sociales. La segunda parte aborda la gran transformación que sigue a la transición democrática de los 1980, mostrando un sistema de partidos que cambia sin desarticularse, recomponiendo su estructura plural y competitiva. El texto evoca la transición liberal de los 1990 y la reforma constitucional de 1996, el fin del bipartidismo tradicional, el perfil de predominante que alcanza el Frente Amplio y su debut con un gobierno de tipo social democrático, comparable a las social democracias tardías de Europa Meridional. En todos estos lances, la centenaria democracia de partidos uruguaya - que en su momento no pudo evitar la dictadura 1973-1984 - vuelve a hacer la diferencia y al cabo de un proceso histórico largo y gradual, termina acuñando una nueva norma política.Artigo Os partidos uruguaios : a transição na transição(2003) Lanzaro, JorgeAnalisa a transição e a vitalidade atual do sistema partidário uruguaio. Após um período de crise, que culminou com o rompimento da democracia nos anos sessenta, nos anos noventa o sistema partidário recupera sua centralidade conduzindo o processo de transição democrática. Durante esse processo, observa-se o realinhamento do sistema partidário, que tende a tornar-se um sistema de multipartidarismo moderado, com o amadurecimento e fortalecimento da esquerda, representada sobretudo pelo Frente Amplio. O crescimento deste último deveu-se à sua capacidade de confrontar os partidos tradicionais e também por seu desenvolvimento como partido catch-all, marcado pela reconversão ideológica e competição pelo centro, conforme aumentavam suas chances eleitorais. O crescimento do Frente Amplio implicou ainda, para os partidos tradicionais, o ingresso em um processo de aprendizagem de compromisso e participação em governos de coalizão e, para o processo de transição liberal, a formação de um quadro de distâncias ideológicas moderadas, sem polarização. Todavia, a clivagem esquerda-direita serve ainda de eixo para a competição eleitoral.
