Navegando por Autor "Lapuente, Rafael Saraiva"
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Artigo Da ruptura ao exílio : o confronto político entre Getúlio Vargas e Flores da Cunha em perspectiva (1935-1937)(2016) Lapuente, Rafael SaraivaProcura analisar o processo de ruptura política entre Getúlio Vargas e o governador gaúcho José Antônio Flores da Cunha, ocorrido em 1935, e o posterior confronto entre ambos até 1937, quando Vargas consegue isolar política e militarmente Flores da Cunha, obrigando-o a renunciar e a se exilar no Uruguai. Sua queda do governo estadual foi a última barreira vencida por Vargas para a decretação do Estado Novo, o que faria duas semanas após sua renúncia.Artigo Entre o varguismo e o florismo : a atuação da Frente Única Gaúcha no processo de isolamento político de Flores da Cunha(2016) Lapuente, Rafael SaraivaApresenta parte da pesquisa desenvolvida no Programa de Pós Graduação em História na PUCRS em nível de mestrado. Aqui, analisamos o papel da Frente Única Gaú-cha (PL e PRR) no processo de isolamento político do governador Flores da Cunha no Rio Grande do Sul (1935-1937). A FUG, uma aliança constituída em função da Revolução de 1930, passou a ser um bloco político oposicionista a partir do momento em que se distanci-ou de Getúlio Vargas, rompendo por definitivo em função do apoio aos paulistas na Guerra Civil de 1932, esperando contar com o apoio de Flores da Cunha, então interventor, que não ocorre. Desmantelado o movimento, os frenteunistas passaram para o exílio e ostracis-mo, voltando ao cenário político depois da Lei da Anistia de 1934, agora como bloco de oposição a Getúlio Vargas e Flores da Cunha. No entanto, a partir de 1935, passou a dialo-gar com ambos, sobretudo na medida em que Getúlio Vargas e Flores da Cunha, de fieis aliados, passaram ao rompimento político e pessoal, com a resistência deste a qualquer mo-vimento em direção a quebra da carta constitucional de 1934. Desta forma, constatamos que a FUG teve papel decisivo para ambos os lados em dissídio, realizando um acordo com Flores da Cunha em 1936 - modus vivendi - mas, a partir de 1937, teve papel preponde-rante para a queda do governador do Rio Grande do Sul, viabilizando o golpe do Estado Novo, duas semanas depois de sua renúncia. Para isso, dialogaremos com a literatura exis-tente sobre o tema e com alguns arquivos pessoais e hemerotecas, assinaladas ao longo des-te texto.Artigo A espada de Dâmocles : as eleições de 1933 no Rio Grande do Sul - entre o exílio, repressão e conspiração(2018) Lapuente, Rafael Saraiva; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as disputas e o contexto político envolvendo o pleito eleitoral de 1933 no Rio Grande do Sul, o primeiro desde as revoluções de 1930 e 1932. Buscamos compreender o novo cenário político regional, com o exílio e conspirações partidas da oposição, coligada na Frente Única Gaúcha, e do novo partido fundado por Getúlio Vargas, Flores da Cunha e Oswaldo Aranha, o Partido Republicano Liberal, que utilizou de diversas práticas para anular, politicamente, a Frente Única Gaúcha (FUG). Estas incluíram fraudes, coerções e repressão.
