Navegando por Autor "Leveguen, Brina Deponte"
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Outro Desempenho eleitoral e intervenções nos estados do PT e PSDB de 2006 a 2016(2018) Leveguen, Brina Deponte; Tribunal Superior EleitoralAvalia a dinâmica de poder intrapartidário, por meio da interação entre os órgãos dirigentes nacionais e estaduais, com foco nos mecanismos de controle das cúpulas, principalmente os processos top-down de intervenção. Esse processo pode resultar na dissolução do órgão estadual, que pode se reestruturar por meio de um novo diretório ou uma comissão provisória. E a partir dos resultados encontrados, avaliar o impacto dos ciclos eleitorais nas intervenções. O recorte envolve os dois partidos que protagonizaram as disputas presidenciais, o PT e PSDB, desde o período pré-eleitoral em 2006 até o período pós-eleitoral em 2016. A hipótese é de que o desempenho eleitoral impacta na estrutura dos órgãos estaduais. A metodologia considera a análise comparada através de pesquisa documental múltipla, incluindo os estatutos partidários, as legislações partidárias e eleitorais e documentos partidários que indiquem intervenções da esfera nacional dos órgãos estaduais. O resultado encontrado foi de que o ciclo eleitoral, principalmente os anos pré e pós-eleitoral influenciam para que ocorra uma maior chance de intervenção.Outro A dinâmica de poder intra partidário no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)(2017) Leveguen, Brina Deponte; Botassio, Barbara Caroline; Tribunal Superior EleitoralO sistema político e a divisão administrativa do Brasil influenciam no modelo organizacional dos partidos políticos brasileiros, principalmente na sua estrutura decisória, um desses reflexos é a múltipla ação dos os partidos brasileiros (partidos multi-níveis), ou seja, com órgãos dirigentes nos níveis municipal, estadual e nacional. O objetivo do trabalho é analisar a dinâmica de poder intrapartidário no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), observando a relação de intervenção, influência e autonomia entre os órgãos. Dessa forma compreender os mecanismos de controle utilizados pelos dirigentes, com ênfase em dois aspectos essenciais: a alocação de recursos intrapartidários oriundos do Fundo Partidário e a possibilidade de dissolução dos diretórios regionais. O recorte temporal utilizado se inicia em 2007 e termina em 2015. As hipóteses são: 1- o fato do partido focar nas eleições legislativas resultaria em menos dissolução dos diretórios regionais. 2- o modelo originário do partido colabora para uma maior descentralização, consequentemente um maior repasse de verbas do órgão nacional para os estaduais. A fim de analisar a validade das hipóteses proposta, a metodologia utilizada será uma análise documental múltipla, incluindo os estatutos partidários, as legislações partidárias e eleitorais, documentos partidários que indiquem intervenções da esfera nacional dos órgãos estaduais, além das prestações de contas emitidas pelo partido durante o período proposto.Outro Entre vencedores e perdedores : uma análise multinível das elites do PT e PSDB em face do desempenho eleitoral(2017) Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Leveguen, Brina Deponte; Souza, Fabiana Cristina dos Santos de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa comparativamente a composição dos dirigentes partidários nacionais e no estado de São Paulo, a partir das composições das executivas do PT e do PSDB em perspectiva longitudinal: desde a fundação até a composição mais recente. A finalidade é verificar o impacto do sucesso eleitoral na composição das executivas nacionais e estaduais, via índices de sobrevivência da coalizão dominante, elaborado por Schoenfeld (1980). Também são analisados o perfil predominante das cúpulas nos diferentes níveis, a fim de comparar os critérios endógenos de recrutamento e de mudança das elites, verificando a proeminência dos militantes, burocracia partidária ou dos mandatários (public-office). Hipóteses: 1) Elites vencedoras são premiadas e continuam a ocupar cargos nas executivas, apresentando maior estabilidade na composição ao longo do tempo. Assim sendo, a executiva estadual do PSDB apresenta maior estabilidade no nível estadual, pois distintamente do cenário nacional, São Paulo é o estado com mais tempo sem alternância partidária - sob governo tucano desde 1995. No caso petista, ocorre precisamente o oposto, em razão dos sucessos eleitorais recorrentes no nível nacional desde 2002. 2) Dado o modelo originário e o desenvolvimento partidário mais centralizado, o PT tende a possuir executivas menos parlamentarizadas em ambos os níveis, com presença de militantes.Outro Rompendo o teto de vidro : mulheres no comando dos partidos brasileiros(2017) Leveguen, Brina Deponte; Castro, Leonardo Aires de; Ribeiro, Pedro Floriano; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a presença feminina nos órgãos dirigentes do PMDB, PFL/DEM, PT e PSDB. Dessa forma o objeto engloba os Diretórios Nacionais, as Comissões Executivas Nacionais e os cargos considerados "núcleo duro" dessas Comissões (Presidente, Vice-Presidente, Secretário Geral e Tesoureiro), desde a fundação dos partidos até as composições mais recentes. Objetivos: mensurar a porcentagem de mulheres que compõem essas estruturas, observar suas trajetórias, e detectar quais variáveis influenciam na chegada e permanência nas instâncias. A hipótese é de que quanto mais restrito o acesso ao órgão, menor seria a presença feminina; o "núcleo duro" teria menos mulheres que a Executiva Nacional, e esta teria menos do que o Diretório Nacional. Para compreender o fenômeno, foi utilizada uma metodologia mista. A metodologia qualitativa analisa as características e trajetórias das mulheres que fazem parte dos órgãos dirigentes. Uma análise prosopográfica detecta quais recursos (capital familiar, eleitoral, escolaridade, entre outros) caracterizam as mulheres que chegam ao topo do comando das organizações partidárias no Brasil. Já a metodologia quantitativa visa calcular a significância das variáveis.Outro Seleção de candidatos em nível subnacional : estrutura partidária e personalismo nas eleições de 2016 em Curitiba(2017) Roeder, Karolina Mattos; Babireski, Flávia Roberta; Leveguen, Brina Deponte; Tribunal Superior EleitoralSe o 'jardim secreto' dos partidos políticos é ainda tema recente na literatura politológica, saber de que modo e com quais critérios são escolhidos os candidatos legislativos em nível local é ainda mais obscuro. Tentando preencher esta lacuna, entrevistaram-se mais de 700 candidatos a vereador nas eleições municipais de 2016 em Curitiba/PR. Realizou-se um survey com pleiteantes de mais de vinte partidos de diferentes ideologias, tamanhos, orientações programáticas, legendas estabelecidas e estreantes. Assim, investigou-se de que forma os partidos políticos, que gozam de autonomia ao nível local no Brasil, selecionam seus candidatos. A hipótese por sustentada é que partidos dotados de maior infraestrutura - idade, número de filiados, sede própria, staff remunerado - selecionam seus candidatos de forma democrática, mobilizando diferentes faces no interior do partido. Por outro lado, partidos sem força organizacional, com fraca ossatura, optariam por práticas personalistas e pouco inclusivas no momento de escolher os candidatos que os representarão no legislativo local. O objetivo proposto é: entender como a estrutura do partido pode determinar a forma com que os mesmos realizam escolhas importantes. Os resultados apontam que nossa hipótese está equivocada. Independente da estrutura do partido político, os incentivos para comportamentos pouco democráticos e personalismo eleitoral são universais e muito intensos no sistema político local brasileiro.
