Navegando por Autor "Locatelli, Luís Gustavo Bruno"
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Outro "Acompanho meu partido" : força e disciplina partidária na Câmara dos Deputados (2010-2014)(2018) Ribeiro, Pedro Floriano; Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Assis, Pedro Paulo Ferreira Bispo de; Tribunal Superior EleitoralDiscute e sintetiza brevemente o estado da arte das análises sobre organizações partidárias, estudos legislativos e apresenta as principais hipóteses. Descreve as variáveis dependentes (disciplina parlamentar ao governo e partido), independentes (PSI e IPD-index) e de controle (legislativas). E, por último, apresenta propostas para novas análises e caminhos de pesquisa acerca da dinâmica dos partidos políticos nas arenas extraparlamentares e seus efeitos no processo legislativo brasileiro.Outro Eleição crítica em uma conjuntura crítica? Evidências de realinhamento parcial do sistema partidário brasileiro(2017) Braga, Maria do Socorro Sousa; Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Tribunal Superior EleitoralQual foi o significado do pleito de 2016 para o sistema partidário brasileiro considerando o contexto de crise econômica e política? Para respondermos essa pergunta e identificarmos eventuais alterações sistêmicas, vamos comparar esse pleito aos anteriores, tanto em relação às estratégias partidárias como no tocante ao comportamento eleitoral. Em consonância com análises recentes das democracias europeias afetadas pelas crises econômicas, dois conceitos serão mobilizados: o primeiro é o de eleições críticas, isto é, a ocorrência de uma alteração significativa na força relativa dos partidos de um sistema partidário, na qual sinaliza um novo alinhamento durável. O segundo é o de eleições desviantes, ou seja, pleitos nos quais as lealdades partidárias não chegam a ser modificadas, mas fatores extraordinários (personalidade dos candidatos, ocorrência de acidentes, etc) intervêm no processo, temporariamente, para derrotar o partido, ou coalizão de partidos, que vem obtendo sucesso eleitoral por mais tempo. (Key, 1955; Norris e Evans,1999).Outro Entre utopia e realidade : percepções dos dirigentes sobre a democracia intrapartidária nos estatutos dos partidos brasileiros(2020) Assis, Pedro Paulo de; Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Alves, Vinícius Silva; Tribunal Superior EleitoralExamina algumas dimensões sobre os diferentes padrões de aderência às regras e estatutos existentes nos partidos políticos brasileiros, por meio de um survey nacional e com dirigentes estaduais e municipais.Outro Entre vencedores e perdedores : uma análise multinível das elites do PT e PSDB em face do desempenho eleitoral(2017) Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Leveguen, Brina Deponte; Souza, Fabiana Cristina dos Santos de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa comparativamente a composição dos dirigentes partidários nacionais e no estado de São Paulo, a partir das composições das executivas do PT e do PSDB em perspectiva longitudinal: desde a fundação até a composição mais recente. A finalidade é verificar o impacto do sucesso eleitoral na composição das executivas nacionais e estaduais, via índices de sobrevivência da coalizão dominante, elaborado por Schoenfeld (1980). Também são analisados o perfil predominante das cúpulas nos diferentes níveis, a fim de comparar os critérios endógenos de recrutamento e de mudança das elites, verificando a proeminência dos militantes, burocracia partidária ou dos mandatários (public-office). Hipóteses: 1) Elites vencedoras são premiadas e continuam a ocupar cargos nas executivas, apresentando maior estabilidade na composição ao longo do tempo. Assim sendo, a executiva estadual do PSDB apresenta maior estabilidade no nível estadual, pois distintamente do cenário nacional, São Paulo é o estado com mais tempo sem alternância partidária - sob governo tucano desde 1995. No caso petista, ocorre precisamente o oposto, em razão dos sucessos eleitorais recorrentes no nível nacional desde 2002. 2) Dado o modelo originário e o desenvolvimento partidário mais centralizado, o PT tende a possuir executivas menos parlamentarizadas em ambos os níveis, com presença de militantes.Outro Instituições, modernização e party membership em novas democracias : uma análise comparada entre Brasil e México(2017) Ribeiro, Pedro Floriano; Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Tribunal Superior EleitoralAnalisa comparativamente os impactos das variáveis sistêmicas (ou ambientais) sobre a party membership de Brasil e México em contexto subnacional (estados). Ambos os países apresentam organizações partidárias multinível, elevados níveis de filiação (11% e 8,3% do eleitorado) e também partilham semelhanças tanto institucionais (presidencialismo, federalismo e multipartidarismo) como econômicas (profundas assimetrias regionais e de renda). Há três frameworks explicativos principais sobre os fatores que impactam na filiação: o mais disseminado, vinculado à teoria da modernização, destaca a influência de elementos socioeconômicos e o acesso à informação política. O segundo, também vinculado ao paradigma da modernização, destaca o estabelecimento dos vínculos clientelistas na relação partidos, Estados e sociedade (Norris, 2002). O terceiro destaca a influência das variáveis institucionais, como tipos de regime, governo, ciclos eleitorais e a polity size (Janda e Harmel, 1982; Bartolini 1988; Weldon 2006; Ribeiro e Locatelli, 2016). As hipóteses são: a) quanto maior a polity subnacional, menor o nível de filiação; b) quanto maior a quantidade de funcionários públicos e de political appointees no estado, maior o nível de filiação, devido ao fenômeno da patronagem; c) estados que apresentam menores PIB per capita, IDH e acesso à televisão possuem maiores níveis de filiação, devido à predominância do clientelismo e de formas tradicionais de campanha. Realizando testes estatísticos a partir de dados oficiais, o paper conclui que nenhum dos modelos teóricos, isoladamente, é capaz de explicar as variações nos níveis de filiação. Os fatores contextuais, explorados aqui, devem ser complementados por variáveis organizacionais (party-level) e no nível individual (surveys).Outro Partidos políticos como organizações de filiados : os militantes petistas e tucanos em São Paulo(2017) Locatelli, Luís Gustavo Bruno; Ribeiro, Pedro Floriano; Tribunal Superior EleitoralInvestiga os militantes do PT e do PSDB no estado de São Paulo, comparando os membros e os membros jovens - enfatizando "partyontheground". A finalidade é suprir dois hiatos da atual literatura: primeiro, contribuir para a compreensão dos partidos paulistas como organizações de filiados, analisando o seu perfil, motivações e interesses no interior dos partidos políticos. Para isso, apoiado, de um lado, no Modelo do Engajamento Cívico os constrangimentos sociais vinculados à participação; e do outro, nos Modelo Geral dos Incentivos e Modelo Tricotômico do Engajamento, avaliando os tipos de membros e a intensidade de participação conforme os seus interesses. Segundo, determinar os impactos das relações entre os jovens e as instituições democráticas, analisando comparativamente suas ressonâncias na função representativa dos partidos. Para isso, foram utilizados dois surveys realizados com militantes (2013) e com militantes jovens (2015) de ambos os partidos, além de alguns documentos partidários. Os principais achados apontam para disparidade de recursos cívicos dos membros e membros jovens frente ao eleitorado e a predominância da mobilização de intensidade via incentivos coletivos de participação no caso dos jovens petistas, e eficácia da ação individual no caso dos tucanos.
