Navegando por Autor "Lynch, Christian Edward Cyril"
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Artigo Cartografia do pensamento político brasileiro : conceito, história, abordagens(2016) Lynch, Christian Edward CyrilPropõe um mapa da área acadêmica de estudos do pensamento político brasileiro (PPB) no âmbito da ciência política brasileira. Na primeira seção, o trabalho explica as razões da sua indeterminação terminológica e indaga seus significados conceituais como objeto e disciplina. Como objeto, em sentido lato, o PPB alude ao conjunto de ideologias de que a cultura política do Brasil é composta, apresentadas em um estilo de escrita periférico. De um ponto vista estrito, o PPB se refere aos clássicos de nossa teoria ou ciência política, escritos antes da institucionalização universitária na década de 1970. Na última seção, considera-se o pensamento político como disciplina universitária dedicada ao estudo da história das ideias políticas no Brasil, descrevendo-se seu desenvolvimento, suas interpretações, seus pesquisadores mais notáveis e seus principais grupos de pesquisa: o mannheimiano, o lukacsiano e o gramsciano. O artigo conclui sugerindo o estreitamento das relações entre PPB e teoria política geral.Artigo Um conservadorismo estatista : nacionalismo, democracia cristã e crítica do neoliberalismo na obra de Oliveira Vianna(2018) Lynch, Christian Edward Cyril; Tribunal Superior EleitoralBusca ilustrar a crítica da ideologia nacional-estatista ao neoliberalismo, através da impressão deixada em Oliveira Vianna pela leitura de O Socialismo, de Ludwig von Mises, em 1939. Também adversário do socialismo marxista como modelo de organização da vida socioeconômica, Vianna era, todavia, o principal teórico do projeto de democracia corporativa do Estado Novo. Naquela qualidade, seu posicionamento acerca da obra de Mises foi ambivalente, concordando com a tese geral da inviabilidade da economia coletivizada, mas rejeitando a alternativa de retorno ao liberalismo como incompatível com as necessidades do mundo contemporâneo. Esse será um argumento que voltará a ser repetido por outros nacional-estatistas conservadores durante o regime militar, como Miguel Reale e Almir de Andrade.
