Navegando por Autor "Massuchin, Michele Goulart"
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Artigo Campanha eleitoral nas redes sociais : estratégias empregadas pelos candidatos à Presidência em 2014 no Facebook(2015) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla QuesadaAnalisa as estratégias que os três principais candidatos de 2014 Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves empregam nas redes sociais, tomando-se como exemplo o Facebook. A análise tem como ponto de partida os modelos de Figueiredo et al. (1998) e Albuquerque (1999) para a observação das estratégias tradicionais e sugere a inclusão de estratégias tipicamente verificadas na internet (Willians e Gulati, 2013; Bor, 2013; Jensen e Dyrby, 2013). Utiliza-se como metodologia a análise de conteúdo quantitativa para monitorar os 90 dias que compõem o primeiro turno da campanha eleitoral no Brasil, sendo a análise feita a partir de uma amostra de 803 postagens. Os resultados indicam que a estratégia de mobilização (online e offline), mesclada com a promoção de agenda, é o que predomina no Facebook.Artigo Campanha negativa online : websites dos candidatos como espaço de ataques aos opositores(2019) Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralAnalisa em que circunstâncias a campanha negativa, canalizada por meio dos websites dos próprios candidatos, aparece na disputa eleitoral. Além disso, trata-se de um espaço específico das campanhas modernas: a internet. A análise é feita com base em dois tipos de cenários: as eleições majoritárias de 2014 para presidência e as disputas para prefeituras das capitais em 2012. A pesquisa tem como corpus 3491 postagens realizadas ao longo do período eleitoral de ambas as disputas e a abordagem metodológica é quantitativa por meio da técnica de análise de conteúdo. Os resultados indicam a incidência de ataques em ambos os cenários, majoritariamente centralizados nos desafiantes e com crescimento ao longo do tempo. Isso demonstra que os candidatos usam os websites, espaços altamente institucionalizados, para dissipar a campanha negativa, ainda que isso possa identificá-los e gerar ônus para as próprias campanhas.Outro Campanha permanente e prestação de contas nas redes sociais : uma análise das páginas dos governadores brasileiros no Facebook e das perspectivas de engajamento dos cidadãos(2020) Cardoso, Nayane Pantoja; Oliveira, Paula Andressa de; Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralA campanha eleitoral tem datas estabelecidas. Mas, vislumbrando uma futura reeleição e a visibilidade oferecida pela comunicação online e, consequentemente, o estreitamento de vínculos entre representantes e representados, os atores políticos têm apostado na exposição pública durante o mandato. Embora não seja recente, a aparição pública tem se dado de forma bastante enfática nas redes sociais (VASKO & TRILLING, 2019; MASSUCHIN & SILVA, 2019; JOATHAN, 2020; JOATHAN & LILLEKER, 2020). Essa prática é denominada de campanha permanente (HECLO, 2000), ou seja, uma comunicação constante de agentes públicos voltada para a busca incessante de visibilidade e formação de imagem ao longo dos mandatos. Para isso, existem diversas estratégias (JOATHAN & LILLEKER, 2020), sendo que uma delas é a partir da prestação de contas por meio de ferramentas da comunicação, o que pode gerar engajamento dos cidadãos. Partindo destes dois conceitos, busca-se analisar como os gestores brasileiros utilizam suas próprias fanpages no Facebook, a fim de oferecer prestação de contas da gestão. Para tanto, foram analisados 1491 posts de 27 governadores a partir de indicadores de prestação de contas e dados de engajamento.Artigo A construção da campanha eleitoral majoritária no HGPE : uma análise comparada das estratégias usadas pelos presidenciáveis de 2014(2016) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla Quesada; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Lima, Regiane SoaresDiscute as diferenças na apropriação do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) pelos partidos e candidatos na disputa majoritária à Presidência da República em 2014. A propaganda televisiva é o principal recurso de campanha utilizado em eleições de grande porte, sendo que tanto o conteúdo quanto o formato são relevantes para compreender o modo como a disputa se estrutura. Analisa-se o conteúdo apresentado pelos dois principais candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) considerando as estratégias, o apelo, os formatos, o tipo de orador e a mensagem geral de campanha. A metodologia utilizada é quantitativa de análise de conteúdo, sendo que este artigo parte de duas hipóteses: a) o segundo turno torna-se mais negativo, com maior ênfase na imagem do candidato e com uma campanha mais voltada para as emoções; b) a estruturação da campanha dos candidatos se dá de modo diferente, evidenciando características e formatos distintos.Artigo A construção da propaganda eleitoral : a estrutura do HGPE no Brasil a partir de uma perspectiva longitudinal(2020) Massuchin, Michele Goulart; Cavassana, Fernanda; Tribunal Superior EleitoralPropõe uma análise longitudinal com o objetivo de identificar padrões e mudanças nas formas utilizadas para a construção da propaganda eleitoral televisiva produzida no Brasil, de 2002 a 2014, pelos dois principais partidos nas disputas: PT e PSDB. Apesar do crescente uso de outras formas de campanha, o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) ainda é central nas disputas presidenciais por representar a agenda dos candidatos e ser um espaço próprio na mídia de massa. Dentre os diferentes elementos que constituem a propaganda política, um deles é o formato usado para apresentar os conteúdos. Assim, a análise trabalha com a categorização dos formatos, comparando os partidos e a distribuição longitudinal com base na análise de conteúdo quantitativa descritiva de 75 programas do PT e PSDB do primeiro turno das quatro disputas. Os resultados mostram mudanças ao longo dos anos, pouco condicionada às diferenças partidárias e com uma evolução para um modelo mais distante da publicidade e mais próximo do jornalismo.Artigo Debate online y campaña electoral en Brasil : los comentarios de los electores en las webs de candidatos en 2014(2016) Campos-Domingues, Eva; Massuchin, Michele GoulartAnálisis del debate electoral en Internet. Se utiliza un conjunto de variables y categorías para medir, cuantitativamente, cómo se materializa el debate en un espacio específico: las páginas webs de campaña de Dilma Rousseff (PT) y Marina Silva (PSB). El análisis toma en consideración a los 6.406 comentarios registrados en los posts de las dos páginas analizadas a lo largo de los 90 días de la campaña electoral en Brasil en 2014.Artigo Debate político-eleitoral no Facebook : os comentários do público em posts jornalísticos na eleição presidencial de 2014(2017) Mitozo, Isabele Batista; Massuchin, Michele Goulart; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralExperiências interativas online têm estimulado o desenvolvimento de debate público. O Facebook (FB), por exemplo, atrai tanto indivíduos quanto instituições, tais como empresas jornalísticas, que veem na ferramenta a oportunidade de maior contato com a audiência. Com base nisso, este artigo investiga as características do debate público acerca da eleição presidencial de 2014, a partir de postagens nas páginas oficiais dos três maiores jornais brasileiros (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo) no FB. Assim, observaram-se: 1) intensidade do debate, 2) postura do comentador (reciprocidade), 3) justificativa dos comentários e 4) reflexividade em 610.660 comentários. Dentre os principais resultados, pode-se destacar predominância de comentários monológicos e com baixa justificação. Todavia, o FB pode ser considerado um espaço de persuasão, o que predominou nos comentários.Outro Dinâmicas da campanha na esfera online : um estudo comparativo entre websites e redes sociais dos presidenciáveis de 2014(2016) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla Quesada; Tribunal Superior EleitoralDiscute as dinâmicas da campanha na esfera online a partir das características do conteúdo produzido para alimentar os websites dos candidatos, assim como suas redes sociais. Procura-se identificar as similaridades e diferenças no uso que os candidatos fazem deste espaço no que diz respeito ao conteúdo de campanha veiculado em ambos, assim como o modo como eles se complementam e interagem ao longo do processo eleitoral. Para a análise, tem-se como contexto a eleição presidencial de 2014 e analisam-se as redes sociais e websites dos três principais candidatos às eleições de 2014, no Brasil: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB). A análise de conteúdo quantitativa é feita com base em uma amostra de 803 postagens realizadas no Facebook dos três candidatos, assim como nas 824 postagens feitas nos websites e observa-se três variáveis específicas: estratégias discursivas, mensagem geral de campanha e presença de links. O trabalho parte de duas hipóteses principais: 1) ambos os espaços integram uma mesma dinâmica de campanha, mas têm características distintas em seu conteúdo; 2) os websites e redes sociais focam na horizontalidade da informação por meio da hipertextualidade, permitindo fluxos de leitura entre diferentes espaços.Artigo Disputa eleitoral e estratégias de campanha na internet : padrões de uso dos websites pelos candidatos em 2012(2014) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla QuesadaAnalisa o uso que os candidatos a prefeito nas eleições de 2012 fizeram da internet ao longo do período eleitoral. O objetivo do estudo é identificar os padrões e diferenças no uso dessa ferramenta a partir da observação de duas características específicas: estratégias e tematização. A proposta é observar esse espaço de campanha conforme o conteúdo disponibilizado e não por meio da presença ou ausência de potencialidades interativas e participativas. Os dados apresentados aqui são resultados parciais de uma pesquisa que está em andamento, sendo que foram incluídas neste artigo, de maneira comparativa, as campanhas realizadas pelos principais candidatos de três capitais: São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. A metodologia usada é quantitativa de análise de conteúdo e ao todo foram analisados 1268 posts, o que representa o total de atualizações do período eleitoral para os oito candidatos das três capitais. No que diz respeito à tematização, predominam os textos que enfatizam a campanha eleitoral factual. Já sobre as estratégias, a campanha online é usada, majoritariamente, para enfatizar as propostas de políticas públicas e transpor a campanha realizada em outras esferas. As demais estratégias aparecem dispersas entre os candidatos.Artigo Eleições 2016 nas fanpages dos jornais regionais : o Facebook como espaço de distribuição e visibilidade das notícias sobre a campanha eleitoral(2018) Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralDiscute como como se configura a comunicação desenvolvida pela imprensa regional do Nordeste no Facebook durante o período eleitoral. A pesquisa envolve duas vertentes teóricas, sendo uma relacionada à centralidade da cobertura eleitoral e a outra tratando das redes sociais como um espaço de distribuição e circulação de conteúdos jornalísticos. A partir disso, analisa-se o conteúdo publicado nas páginas do Facebook de nove jornais do Nordeste - O Estado do Maranhão (MA), Meio Norte (PI), O Povo (CE), Tribuna do Norte (RN), A Tarde (BA), Jornal da Paraíba (PB), Diário de Pernambuco (PE), Gazeta de Alagoas (AL) e Jornal da Cidade (SE) - durante o período eleitoral de 2016, o que totalizou em 9.993 postagens. Com este recorte, o objetivo foi identificar a visibilidade dada ao tema político-eleitoral e as abordagens da campanha. Entre os principais resultados, encontrou-se a prevalência de temas de entretenimento nas publicações e um espaço moderado aos temas políticos e eleitorais. No caso destes últimos, as postagens são focadas nas agendas dos candidatos e nas informações cotidianas da campanha eleitoral, evidenciando semelhança com o perfil da cobertura tradicional e as poucas mudanças na configuração do jornalismo na rede social.Artigo Eleições e debate político on-line em 2014 : os comentários no Facebook do jornal O Estado de S. Paulo(2017) Massuchin, Michele Goulart; Mitozo, Isabele Batista; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralDiscute a utilização das redes sociais on-line enquanto uma nova arena de debate, constituindo-se como uma extensão da esfera pública. O objetivo da pesquisa é avaliar como os webleitores do jornal O Estado de S. Paulo utilizaram o perfil do veículo no Facebook para expor suas opiniões e debater com os demais usuários sobre as eleições presidenciais de 2014. Ao todo, codificaram-se 112.114 comentários referentes a 429 postagens durante o período eleitoral de 2014. A metodologia adotada é a análise de conteúdo quantitativa, tendo como ponto de partida um livro de codificação previamente elaborado. Este artigo trabalha exclusivamente com a postura dos comentadores e a reflexividade, sendo utilizados testes estatísticos para investigar as hipóteses e comparar os dados referentes a primeiro e segundo turnos. Analisam-se, aqui, três pontos: a) postura dos comentadores; b) tipo de reflexividade adotado na discussão; e c) tipo de reflexividade ligado a cada candidato citado.Outro Eleições, radicalização e redes sociais : os comentários no Facebook durante a disputa presidencial em 2014(2016) Massuchin, Michele Goulart; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Mitozo, Isabele Batista; Tribunal Superior EleitoralDiscute o fenômeno da radicalização nas conversações online que ocorrem por meio de redes sociais. Para isso, faz-se a análise dos comentários postados por usuários do Facebook nas páginas de jornais impressos que possuem perfis nessa rede social. São codificados 628.057 comentários publicados em relação aos principais presidenciáveis durante todo o período eleitoral de 2014, no Brasil. Para discutir aspectos da radicalização, são analisadas duas variáveis específicas: a reflexividade e o formato das postagens. A partir delas, pode ser observado o modo como os comentadores se comportaram e discutiram sobre política, destacando o tipo de comentário (crítica ou elogio) e a tendência à radicalização. A hipótese inicial é de que há presença significativa de radicalização no debate, mas isso acontece de modo diferente em relação aos candidatos.Artigo Estratégias eleitorais online : os padrões de campanha nas páginas dos candidatos durante as eleições de 2014 no Brasil(2016) Massuchin, Michele GoulartApesar dos avanços da web 2.0 e dos aspectos interativos, a publicação de conteúdo continua sendo uma das principais funções das páginas dos candidatos em período eleitoral. O trabalho identifica (a partir da análise quantitativa de conteúdo) quais são as estratégias eleitorais presentes nos posts publicados nos websites durante o período de 6 de julho a 4 de outubro de 2014 e de que maneira se pode (ou não) criar determinados padrões de campanha online a partir das estratégias presentes nas publicações. Na discussão teórica, tem-se como ponto de partida que a internet faz parte do processo de modernização das campanhas, mas que também se apropria de estratégias eleitorais até então presentes em outros espaços e que são apropriadas também pelas ferramentas digitais. O objeto de análise diz respeito ao conteúdo de 824 postagens presentes nas páginas dos três principais candidatos à Presidência da República em 2014: Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos/Marina Silva (PSB).Outro Internet, estratégias de campanha e eleições majoritárias em 2012 : padrões e diferenças no uso dos websites pelos candidatos(2014) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla Quesada; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o uso que os candidatos a prefeito nas eleições de 2012 fizeram da internet ao longo do período eleitoral. O objetivo do estudo é identificar os padrões e diferenças no uso dessa ferramenta a partir da observação de duas características específicas: estratégias e tematização. A proposta é observar esse espaço de campanha conforme o conteúdo disponibilizado e não por meio da presença ou ausência de potencialidades interativas e participativas. Os dados apresentados aqui são resultados parciais de uma pesquisa que está em andamento, sendo que foram incluídas neste paper, de maneira comparativa, as campanhas realizadas pelos principais candidatos de três capitais: São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. A metodologia usada é quantitativa de análise de conteúdo e ao todo foram analisadas 1268 postagens de oito candidatos no total. No que diz respeito à tematização, predominam os textos que enfatizam a campanha eleitoral factual. Já sobre as estratégias, a campanha online é usada, majoritariamente, para enfatizar as propostas de políticas públicas e transpor a campanha realizada em outras esferas. As demais estratégias aparecem dispersas entre os candidatos.Outro Mulheres candidatas nas eleições de 2018 : uma análise do discurso veiculado nos programas eleitorais majoritários(2019) Tavares, Camilla Quesada; Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralAnalisa como candidatas aos governos estaduais e à Presidência da República se apresentaram nas eleições de 2018 por meio do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE), veiculado ao longo da campanha. O objetivo é identificar como cinco candidatas a cargos majoritários construíram a campanha televisiva, discutindo como questões de gênero perpassam as disputas e aparecem nos discursos das mulheres que concorrem a cargos eletivos. Para tanto, observam-se as temáticas exploradas, as estratégias discursivas utilizadas, a presença e o tipo de apelo, as características de apresentação, dentre outros elementos. Para este trabalho foram selecionadas cinco candidatas: Cida Borghetti (PP/PR), Fátima Bezerra (PT/RN), Eliana Pedrosa (PROS/DF), Marcia Tiburi (PT/RJ) e Marina Silva (REDE/Brasil). Busca-se analisar estes dados à luz das discussões elencadas pela literatura sobre os entraves e problemas que perpassam as candidaturas.Outro Padrões e mudanças na propaganda eleitoral televisiva no Brasil : a construção do HGPE a partir de uma análise longitudinal(2018) Massuchin, Michele Goulart; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralPropõe uma análise longitudinal com o objetivo de identificar padrões e mudanças na propaganda eleitoral televisiva produzida no Brasil, de 2002 a 2014, pelos dois principais partidos nas disputas: PT e PSDB. Apesar do crescente uso de outras formas de campanha eleitoral, o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) ainda é central nas disputas presidenciais. Assim, torna-se relevante compreender como esse elemento de campanha se constituiu ao longo do tempo como um espaço de apresentação dos candidatos, de proposição temática, de formação da imagem pública, e de ataques aos adversários. A partir da análise de conteúdo quantitativa são analisados mais de 19 horas de vídeos de 75 programas do PT e PSDB no primeiro turno das quatro últimas disputas, a partir de três variáveis: tema, estratégias e formatos. Os resultados mostram mudanças ao longo dos anos, sendo que as mudanças temáticas são mais controladas pelos partidos (PT mais políticas públicas, PSDB mais construção de imagem), enquanto o formato tende a uma mudança mais temporal (com crescente uso de formatos jornalísticos), indicando profissionalização e padronização da campanha. As estratégias têm maior relação com o contexto de cada eleição e menos com um determinado partido ou com um fenômeno que cresce ao longo do tempo.Outro Personalismo e partidarismo em perspectiva comparada nas postagens do Facebook : uma análise da cobertura eleitoral nas fanpages dos principais jornais durante as eleições de 2014 no Brasil e de 2015 na Espanha(2016) Cervi, Emerson Urizzi; Massuchin, Michele Goulart; Campos, Eva; Tribunal Superior EleitoralDiscute, de modo comparado, algumas características das postagens feitas pelos principais jornais impressos com perfil no Facebook em dois países distintos: Brasil e Espanha. Foca-se a análise nas diferenças entre o personalismo e partidarismo ao longo da campanha, já que se trata de dois sistemas políticos distintos - presidencialista (Brasil) e parlamentarista (Espanha). A hipótese é que no primeiro a produção jornalística referente aos candidatos é mais evidente do que no segundo, em que aparecem mais os partidos políticos. Os grandes veículos jornalísticos também possuem produção para a internet e usam as redes sociais para dar visibilidade aos conteúdos, o que justifica esta pesquisa. A análise considera as postagens feitas em ambos os países durante as respectivas campanhas eleitorais. Foram selecionados os perfis de três jornais em cada país: Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de São Paulo (Brasil) e El Confidencial, El mundo y El País (Espanha).Artigo Political communication, television advertising and elections in Brazil : a longitudinal analysis of two major parties' use of free electoral advertising time(2021) Massuchin, Michele Goulart; Cavassana, Fernanda; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralA longitudinal analysis of the use of televised electoral advertising by the two political parties that have been the central actors in presidential elections in post-democratization Brazil: the Workers' Party (hereinafter referred to using the Portuguese acronym the 'PT') and the Brazilian Social Democracy Party (hereinafter referred to using the Portuguese acronym the 'PSDB'). The objective is to identify patterns and changes in Brazilian electoral advertising between 2002 and 2018 with reference to Brazil's system of free electoral advertising time (hereinafter referred to using the Portuguese acronym 'HGPE'), more of which has been allocated to these two parties than to any other. Despite the increasing use of other forms of electoral campaigning, HGPE is central to presidential contests and demarcates political time and parties' agendas. It is therefore relevant to understand how use of this campaign component has been developed over time, taking into account two factors: messages and strategies. The quantitative content analysis considers 90 days of PT and PSDB block format advertising during the first rounds of five election contests. The results reveal that changes in messaging tend to be decided on by the parties (with the PT emphasizing public policies and the PSDB emphasizing image building) whereas the strategies employed depend on the context of each election and are less specific to either party.Artigo Radicalização nas redes sociais : comentários no Facebook durante a disputa presidencial em 2014 no Brasil(2018) Carvalho, Fernanda Cavassana de; Massuchin, Michele Goulart; Mitozo, Isabele Batista; Tribunal Superior EleitoralDiscute o fenômeno da radicalização nas conversações online que ocorrem por meio de redes sociais. Analisam-se comentários postados pelo público nas fan pages do Facebook de jornais impressos brasileiros. Foram codificados 628.057 comentários publicados que mencionavam os principais presidenciáveis durante todo o período eleitoral de 2014, no Brasil. Discutem-se aspetos da radicalização através de duas variáveis específicas: reflexividade e formato dos comentários. Os resultados indicam que as redes sociais, embora permitam espaço para o diálogo, dão lugar a um debate em que os participantes priorizam criticar ou elogiar os candidatos e que serve, basicamente, para persuasão e radicalização. Além disso, verifica-se que a radicalização se distancia da polarização da disputa, pois concentra-se apenas na candidata à reeleição.Artigo Redes sociais como ferramenta de campanha em disputas subnacionais : análise do Twitter nas eleições para o governo do Paraná em 2010(2012) Cervi, Emerson Urizzi; Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralDiscute o uso das redes sociais como ferramenta de campanha eleitoral, tendo como objeto de análise o conteúdo postado no Twitter pelos dois principais candidatos ao governo do Paraná - Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT) - no período de 1º de julho a 3 de outubro de 2010. Procura-se, por meio de algumas características (número de postagens, temática, discurso, tipo dos post, uso de links, presença de adversários, entre outras), identificar como os candidatos utilizaram o suporte tecnológico em estratégias políticas de contato com os eleitores. A metodologia utilizada é quantitativa de análise de conteúdo e permite ainda comparar os dados entre os dois candidatos, que, juntos, somaram 3.165 postagens. Com isso, torna-se possível identificar diferenças na utilização do Twitter entre os dois principais concorrentes ao governo do Paraná em 2010.
