Navegando por Autor "Okado, Lucas Toshiaki Archangelo"
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Artigo Aplicação de modelos do tipo APC em estudos sobre comportamento político(2014) Okado, Lucas Toshiaki ArchangeloEstudos sobre participação política têm demonstrado uma queda nos níveis de ativismo. O debate sobre este tema reside em encontrar os determinantes desta questão. As principais hipóteses afirmam que este fenômeno decorre dos processos de transição relacionados aos ciclos de vida, derivam da condição histórica ou são produtos dos valores presentes em diferentes gerações. O artigo em questão analisa a opção metodológica de se testar todas estas hipóteses em um modelo do tipo Age, Period and Cohort. Através de revisão bibliográfica e análise de um exemplo prático, as principais conclusões deste artigo sugerem que a utilização desta abordagem deve ser feita com parcimônia, uma vez que se constatou a existência de limites estatísticos de difícil superação.Artigo Condição juvenil e a participação política no Brasil(2015) Okado, Lucas Toshiaki Archangelo; Ribeiro, Ednaldo AparecidoVerifica os impactos dos marcadores que caracterizam o fim da juventude e a entrada na vida adulta no ativismo político brasileiro. Tomam-se como referência os estudos sobre ciclos de vida que afirmam que, apesar da permanência residual de valores originados na socialização primária, o desempenho de novos papéis sociais originam novos repositórios de socialização, uma vez que a política é um domínio da vida responsivo a eles. Utilizando dados do projeto Latinobarômetro coletados em 1995, 2000 e 2005, procuramos verificar o impacto da condição juvenil, definida pelo casamento e o desempenho de uma atividade produtiva, nos repertórios convencionais e não convencionais de participação política. Os resultados encontrados apontam que a condição juvenil oferece restrições e oportunidades para a participação política, de acordo com o tipo de repertório analisado. Desta forma concluímos que a participação convencional impõem mais custos participativos, portanto menos acessível aos jovens, enquanto a participação não convencional seria mais plural, proporcionando menos diferenças no acesso de jovens e adultos neste tipo de repertório.
