Navegando por Autor "Quadros, Doacir Gonçalves de"
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Artigo A crise do governo Dilma Rousseff em 140 caracteres no Twitter : do #impeachment ao #foradilma(2016) Moraes, Thiago Perez Bernardes de; Quadros, Doacir Gonçalves deMensura o uso do Twitter como instrumento de mobilização em 2015, ano marcado por várias manifestações nas ruas contra o governo da Presidente Dilma Rousseff. Os resultados coletados sobre as hashtags #ForaDilma e #Impeachment sugerem que a mobilização em favor do "Impeachment" da Presidente Dilma Rousseff mostrou-se um clamor de cunho menos popular do que a mobilização 'Fora Dilma'. Na hashtag #Impeachment o usuário comum foi do tipo meios de comunicação de massa e na hashtag #ForaDilma o usuário predominante caracterizou-se como um player individual comum.Artigo A era das coligações eleitorais para a Câmara dos Deputados (2006, 2010, 2014 e 2018)(2021) Santos, Romer Mottinha; Ferreira, Ana Paula Lopes; Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralFaz-se uma análise do desempenho dos partidos políticos e das coligações eleitorais nas eleições de 2006, 2010, 2014 e 2018 para a Câmara Federal dos Deputados. A partir dos dados coletados junto à Justiça Eleitoral brasileira e disponíveis no repositório eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral identificou-se que os partidos políticos que aderiram a coligações partidárias nas disputas eleitorais investigadas conquistaram mais votos e consequentemente mais mandatos na Câmara Federal. Nos pleitos analisados as coligações eleitorais conquistaram no mínimo 80% das vagas em disputa. Porém, ao analisar-se o impacto das coligações sobre a representação obtida pelos estados na Câmara Federal, os dados revelam que quanto maior é a magnitude eleitoral nos estados, a estratégia de campanha partidária avulsa mostrou-se mais eficiente para obtenção de mandatos nos pleitos.Artigo O Facebook de Rafael Greca : da campanha eleitoral à gestão da prefeitura de Curitiba(2020) Quister, Ezequiel Schukes; Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as postagens no perfil oficial de Rafael Greca no Facebook, candidato a prefeito de Curitiba em 2016. A investigação procurou atingir três objetivos: o primeiro é identificar se o Facebook foi utilizado para reforçar a campanha e a imagem pessoal do candidato; o segundo objetivo é verificar, se após eleito, o candidato manteve o uso do Facebook para dar feedback, aos seus seguidores, sobre suas ações na prefeitura; por fim, observou-se as propostas de Greca no Facebook e se elas foram de fato realizadas na sua gestão. O recorte temporal selecionado para a análise é de 1º de agosto a 30 de outubro de 2016. Os dados coletados foram distribuídos em categorias que serviram para constatar como o candidato Rafael Greca se comunicou e interagiu com seus seguidores. Averígua-se, também, qual linguagem e recursos foram adotados para o reforço dos atributos pessoais do candidato. Os dados coletados e analisados sugerem que o Facebook serviu como um instrumento de comunicação para divulgar informações sobre a campanha, sobre a agenda do candidato e para discutir propostas com o intuito de "inflar o apoio à sua candidatura". Após eleito, Greca fez uso do Facebook para a manutenção da sua relação com os seus seguidores e para a divulgação de suas realizações na prefeitura; contudo, as propostas de campanha online foram parcialmente cumpridas.Sumário de livro Fundamentos em ciência política e teoria do Estado(Intersaberes, 2023) Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralArtigo Gastos com publicidade em ano eleitoral : conflito existente entre a Lei 9.504/1997 e a nova Lei 13.303/2016(2022) Castro, Fernando Bueno de; Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o limite de gastos para realização de publicidade em ano eleitoral no âmbito das empresas públicas e das sociedades de economia mista sob a ótica das Leis 9.504/1997 e 13.303/2016. Para tanto, será analisada a aplicação da legislação mais recente e especial em face da lei geral, bem como a aplicação do instituto da derrogação tácita, nos moldes do contido na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB). Em suma, analisar-se-á também os aspectos formais aplicáveis à contratação de publicidade institucional para subsunção aos dispositivos legais aplicáveis. Adotou-se na pesquisa a metodologia referencial bibliográfica, utilizando-se de livros, artigos e obras que versam a respeito do tema estudado e da legislação brasileira.Artigo Jornal impresso e eleições 2012 : a campanha eleitoral nas primeiras páginas dos jornais Gazeta do Povo e Folha de Londrina(2013-06) Quadros, Doacir Gonçalves de; Santos, Romer Mottinha; Tribunal Superior EleitoralApresenta parte dos resultados obtidos no acompanhamento das coberturas eleitorais dos jornais Gazeta do Povo (GP) e Folha de Londrina (FL) sobre as eleições municipais de 2012, respectivamente nas cidades de Curitiba e de Londrina, no Paraná. Os dados aqui apresentados são analisados a partir do pressuposto teórico de que a informação produzida pela imprensa constrói o clima de opinião para a formação da opinião pública e para a definição do voto da população durante um processo eleitoral. Quantificamos e comparamos as informações contidas nas chamadas presentes nas primeiras páginas da GP e da FL a partir de algumas variáveis: agenda temática, formato e abrangência das chamadas, posição ocupada e espaço total em centímetros quadrados. A análise dessas variáveis permite verificar a visibilidade que os jornais GP e FL atribuíram ao tema campanha eleitoral em suas respectivas coberturas. Identificou-se um descompromisso dos jornais com o debate eleitoral em razão da baixa visibilidade dada à campanha eleitoral nas primeiras páginas; quando ocorreu uma ampliação da visibilidade do tema, foi em virtude da disputa de segundo turno.Artigo O jornal Metro e as pesquisas eleitorais nas eleições 2012 e 2014 em Curitiba(2016) Santos, Romer Mottinha; Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa os dados obtidos no acompanhamento da cobertura eleitoral do jornal Metro sobre as eleições 2012 e de 2014. Em 2012 foram 72 edições do jornal seleciona-das, do dia 02 de agosto ao dia 30 de outubro, sendo 233 matérias relacionadas à campanha eleitoral. Já em 2014 foram 60 edições selecionadas do dia 01 de agosto ao dia 24 de outubro, quantificando 239 matérias sobre campanha eleitoral. O objetivo principal é comparar o volume da cobertura do jornal e mensurar a visibilidade dos principais candidatos que concorreram ao cargo majoritário municipal, estadual e federal nas eleições de 2012 e de 2014. Para alcançar estes objetivos adotamos a metodologia quantitativa de aná-lise de conteúdo para identificar alguns traços relativos ao volume de matérias sobre as referidas eleições e sobre os principais candidatos nas disputas. Identificou-se um volume de cobertura eleitoral marcado pela sujeição ao mercado de leitores/eleitores acu-sado nas pesquisas eleitorais. Os resultados apontam distintos padrões de cobertura nas eleições de 2012 e 2014 por meio de um pro-duto informativo sobre as eleições que acompanhou a ordem de destaque dos candidatos no desejo do eleitor aferido pelas pesquisas eleitorais.Artigo Organização partidária e propaganda política : a imagem partidária em ação na propaganda eleitoral(2012) Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o uso que os partidos políticos brasileiros fazem da propaganda gratuita na televisão. Os dados coletados sugerem características diferentes entre os partidos quanto a suas estratégias de campanha na TV. Além da personalização dos discursos eleitorais, ocorreu uma conciliação dessa estratégia com estratégias mais coletivistas, que enfatizaram o uso da imagem do partido. Conclui-se, a partir da análise, que há partidos brasileiros, como o PT, que tendem em seus programas televisivos a resistir mais a estratégias personalistas em nome de estratégias partidárias coletivistas. Outros partidos, como PFL-DEM, PMDB e PSDB, resistem mais ao uso das estratégias coletivistas. Essa relação, identificada nos dados coletados sobre PSDB, PMDB, PFL-DEM, é a repercussão, na televisão, de um "tipo" de imagem partidária comum entre partidos que possuem um processo de escolha de candidatos excessivamente individualista e influenciado por personalidades. Ou seja, o perfil da organização partidária influi na forma de campanha adotada no horário eleitoral.Artigo A participação política eleitoral nas eleições de 2016 a 2022(2024) Santos, Romer Mottinha; Ferreira, Ana Paula Lopes; Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralOferece uma análise preliminar sobre a participação política nas eleições de 2016, 2018, 2020 e 2022. A partir de estatísticas eleitorais, buscamos identificar qual foi o perfil e o número de participantes nos pleitos eleitorais, considerando os registros de candidaturas, filiação partidária e o trabalho de mesários. Entre os períodos eleitorais de 2016 a 2022 pesquisas de opinião mostraram o aumento da desconfiança da população sobre a lisura do funcionamento do sistema político e eleitoral devido a uma série de escândalos políticos de poder e financeiro envolvendo partidos, políticos e governantes. Segundo a literatura especializada sobre o impacto do escândalo político no comportamento do cidadão, quanto maior a incidência e divulgação de escândalos políticos, maior é a desconfiança política e a apatia do eleitor (Thompson, 2002; Power; Jamison, 2005). Ao averiguar neste artigo a participação política e eleitoral entre as eleições 2016 a 2022, testa-se aqui a hipótese de que quanto maior a sensação de desconfiança do eleitor, há uma queda na participação política eleitoral, mensurada em torno dos registros de candidaturas, de filiações partidárias e de mesários. Usamos dados coletados no repositório online do Tribunal Superior Eleitoral e manuseados de acordo com método quantitativo, descritivo e comparativo. A conclusão é de que mesmo em um contexto político e eleitoral instável e conturbado, como o período entre as eleições de 2016 a 2022, houve um aumento na participação política eleitoral.Outro O peso do espetáculo : debates, internet e eleições presidenciais argentinas (2015)(2017) Moraes, Thiago Perez Bernardes de; Quadros, Doacir Gonçalves de; Santos, Romer Mottinha; Tribunal Superior EleitoralArtigo Quem tem mais tempo no horário gratuito? Estratégia partidária, capital político e acesso ao HGPE nas eleições para deputado estadual no Paraná em 2014(2017) Quadros, Doacir Gonçalves de; Costa, Luiz Domingos; Tribunal Superior EleitoralTesta uma metodologia para análise quantitativa de conteúdo do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) de candidatos em disputas proporcionais. O teste foi feito sobre os programas do horário gratuito relativo à eleição de 2014 para cargo proporcional de deputado estadual pelo estado do Paraná. A partir do uso desta metodologia, verificou quais partidos excluem mais candidatos do HGPE e também identificou indícios de que alguns partidos resistem mais que outros ao uso das estratégias personalistas e de favorecimento de tempo para algumas candidaturas, em virtude de sua organização interna no processo de escolha de candidatos.Artigo A subutilização do horário gratuito de propaganda eleitoral nas eleições para deputado estadual do Paraná(2017) Quadros, Doacir Gonçalves de; Moraes, Thiago Perez Bernardes de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as estratégias eleitorais adotadas pelos partidos políticos no horário gratuito de propaganda eleitoral (HGPE) nas eleições de 2014, para o cargo de deputado estadual no Paraná. O objetivo é identificar padrões relativos à distribuição do tempo entre as candidaturas e da referência à imagem partidária no HGPE para a conquista do voto do eleitor. O método utilizado é o quantitativo e as variáveis para análise dos programas agrupam-se em dois conjuntos: duração de exposição das candidaturas e tempo de referência à imagem partidária. Os resultados indicam um padrão no uso dos programas: a) o pequeno tempo de exposição dos candidatos durante os programas foi uma estratégia hegemônica entre os partidos; b) quase 100% do volume total de programas fizeram a menção à legenda do partido; c) as maiores exposições de tempo entre os candidatos ocorreram nos primeiros programas do HGPE e que, quanto o dia da eleição se aproximava, menor foi a duração de exposição dos candidatos. Estes resultados coletados mostram que o horário gratuito para a disputa proporcional no Paraná foi subutilizado como um espaço para apresentar as candidaturas, desenvolver argumentos e propostas e para conquistar o voto do eleitor.Artigo O uso dos websites partidários nas eleições para governador do Paraná em 2014(2014) Vieira, Fabrícia Almeida; Quadros, Doacir Gonçalves de; Tribunal Superior EleitoralBusca identificar como os partidos PT, PSDB, PMDB e PSTU usaram seus respectivos portais partidários para interação e para a mobilização eleitoral durante a eleição de 2014 para Governador do Paraná.
