Navegando por Autor "Rizzotto, Carla Candida"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Outro #EleNão : conversação política em rede e trama discursiva do movimento contra Bolsonaro no Twitter(2019) Rizzotto, Carla Candida; Saraiva, Aléxia; Nascimento, Louize; Tribunal Superior EleitoralBusca mapear as redes de discussão política e analisar as estratégias discursivas nas postagens do Twitter no movimento contra o então candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, identificado nas redes sociais pela hashtag #EleNão. O corpus é composto por 1.098.946 tuítes publicados na data do protesto que usaram a hashtag #EleNão. Através da análise de conteúdo realizada nos 585 tuítes com maior repercussão foi possível compreender os argumentos, as estratégias comunicacionais, os recursos empregados e o posicionamento dos sujeitos engajados. Os resultados indicam a existência de uma restrita rede política, que ressaltou o protagonismo das mulheres no movimento, e reforçou nos indivíduos engajados o sentimento de pertencimento coletivo.Artigo Enquadramento noticioso e construção narrativa do impeachment de Dilma Rousseff nos jornais Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo e O Globo(2020) Sampaio, Rafael Cardoso; Rizzotto, Carla Candida; Drummond, Daniela Rocha; Rocha, Crislaine Franco; Washington, Bruno Nichols; Marioto, Djiovanni Jonas França; Tribunal Superior EleitoralAnalisa como se deu a construção narrativa da destituição da presidente Dilma Rousseff nos principais jornais brasileiros, avaliando tanto categorias da narrativa quanto do enquadramento noticioso. O corpus é formado por 2272 notícias publicadas pelos três principais jornais brasileiros desde o início da tramitação do processo - dezembro de 2015 - até a saída definitiva de Dilma Rousseff - agosto de 2016. Por meio de análise de conteúdo, verificou-se que o julgamento predominante da narrativa jornalística culpou Dilma e aliados. Houve destaque, enquanto recomendação de tratamento, à ideia de que o impeachment era a melhor solução. Em relação à identificação dos personagens, percebeu-se que os atores políticos ligados a Dilma obtiveram maior destaque como vítimas e vilões (e não heróis). Enfim, conclui que o jornalismo não conseguiu escapar das narrativas políticas cotidianas, sem conseguir demonstrar a real magnitude e complexidade desse acontecimento político.
