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Navegando por Autor "Rocha, Mariela Campos"

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    Tese
    Comportamento eleitoral e instituições políticas na América Latina
    (2018) Rocha, Mariela Campos; Fuks, Mario; Tribunal Superior Eleitoral
    Discute as variações no comportamento eleitoral dos latinoamericanos em eleições presidenciais e de que forma a maior ou menor estabilidade do sistema partidário e o desenho institucional do sistema eleitoral redundariam em ganhos na fomentação da identificação partidária e do voto partidário. Muitos estudos trazem explicações para a identificação partidária, mas neste será considerada a coerência dessa identificação no voto, por meio de uma variável que foi elaborada e chamada de "voto partidário". Assim, propõe-se pensar sobre qual é o efeito das instituições de sistema partidário e sistema eleitoral sobre a ocorrência do voto partidário nos países latinoamericanos. A análise empírica foi desenvolvida utilizando testes multivariados, em modelos hierárquicos de natureza quantitativa, sendo as principais fontes de dados os resultados eleitorais oficiais, utilizando como fontes os sites dos órgãos oficiais que organizam as eleições nacionais em cada país; os dados da Parliamentarary Elites in Latin America e os dados de 2014 do Barômetro das Américas em 17 países. Por fim, para além de outros achados, os resultados indicaram que a suspeita inicial de que instituições de sistema partidário e eleitoral importam para explicar o comportamento eleitoral foi confirmada, ou, pelo menos é possível afirmar que, para a eleição analisada, nos 17 países latino-americanos estudados, o voto partidário é explicado, em grande parte pelas instituições. Já que, apesar de duas variáveis institucionais terem apresentado o sentido contrário do esperado pelas hipóteses alternativas do trabalho (polarização e tipo de lista para eleições à Câmara dos Deputados), todas elas apresentaram coeficientes expressivos para explicar o voto partidário (fragmentação, estrutura da competição pelo Executivo e proibição ou permissão para candidaturas avulsas). Ou seja, a resposta à questão de pesquisa posta é que tanto os sistemas partidários como sistemas eleitorais exercem influência no comportamento eleitoral dos latino-americanos, apesar de nem sempre apontar na direção esperada.
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    Dissertação
    Determinantes do voto em Dilma nas eleições presidenciais de 2010
    (2013) Rocha, Mariela Campos; Fuks, Mario; Tribunal Superior Eleitoral
    Discute e compreende os condicionantes do voto do eleitor brasileiro nas eleições presidenciais de 2010 à luz das teorias do comportamento eleitoral, realizando análises empíricas do voto na então candidata Dilma Rousseff por meio do banco de dados do Estudo Eleitoral Brasileiro - ESEB 2010. A partir dos modelos de regressão logística binária e das análises apresentadas no presente trabalho, conclui-se que a explicação para o voto em Dilma é complexa, perpassando pela aprovação do governo Lula, pelo apoio popular que o então presidente Lula desfruta e principalmente, pela significativa preferência pelo PT.
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    Outro
    As eleições presidenciais de 2010 e 2014 no Brasil : do voto petista ao antipetista
    (2016) Rocha, Mariela Campos; Vianna, Iara Lima; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca compreender, comparar e discutir os condicionantes do voto do brasileiro nas eleições presidenciais 2010 e 2014 à luz das teorias do comportamento eleitoral, realizando análises empíricas do voto na então candidata Dilma por meio de bancos de dados oriundos de pesquisas pós-eleitorais, quais sejam: Estudo Eleitoral Brasileiro - ESEB (2010 e 2014) e Instituto Vox-Populi (2010 e 2014). A partir de modelos multivariados de regressão logística e das demais análises descritivas, buscou-se explicar parte da decisão tomada pelo eleitor na candidata Dilma Rousseff/PT e em seu opositor no segundo turno de cada um dos pleitos em estudo (José Serra/PSDB em 2010 e Aécio Neves/PSDB em 2014). Conclui-se que enquanto na eleição de 2010 o partidarismo se mostrou preponderante - a preferência pelo PT foi a principal determinante do voto na candidata que representava a continuidade - na eleição de 2014 a rejeição a este partido (PT) surtiu maior efeito no aumento da probabilidade de voto no candidato opositor do que a identificação com este partido em elevar as chances de voto na candidata mandatária. Ou seja: se na eleição de 2010, Dilma Rousseff pôde contar com o petismo como uma de suas principais fontes para capitalizar votos, na eleição de 2014 o antipetismo foi mais eficiente (intenso) em aumentar a probabilidade de voto a favor da oposição do que a identificação com o PT foi para a ampliação das chances de votos a favor da presidente.
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    Artigo
    Materialismo e pós-materialismo : a mudança de valores na Espanha e no Uruguai
    (2014) Ferrer, Anna Sanchis; Baptista, Érica Anita; Rocha, Mariela Campos; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o contexto de dois países distintos, Espanha e Uruguai, sobretudo do ponto de vista político, em relação à adoção de valores pós-materialistas. A hipótese é que as mudanças institucionais não acompanhem os valores. Para tanto, foram utilizados dados do World Values Surveys, na onda de 2010 a 2013.
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