Navegando por Autor "Sampaio, Rafael Cardoso"
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Artigo A construção do campo de internet e política : análise dos artigos brasileiros apresentados entre 2000 e 2014(2016) Sampaio, Rafael Cardoso; Bragatto, Rachel Callai; Nicolás, Maria AlejandraAnalisa a área de I&P no Brasil. Para isso, levantamos 526 artigos apresentados em 11 eventos das áreas de sociologia, ciência política e comunicação social realizados no período de 2000 a 2014. A metodologia baseou-se em uma análise de conteúdo com o intuito de levantar os principais autores, centros de pesquisa, objetos político e tecnológico, abordagens teóricas, métodos, técnicas e áreas de abrangência dos artigos apresentados. Por um lado, os resultados indicam inúmeras concentrações e disparidades em relação a autores, instituições e estados envolvidos na pesquisa. Por outro, há evidências de maior consolidação e amadurecimento da área, que está focada em objetos mais específicos e apresenta um crescimento dos estudos empíricos. Por fim, argumenta-se por quê, neste momento, I&P aparenta ser mais uma temática interdisciplinar do que um campo de pesquisa.Artigo Democracia desconectada : da necessidade do diálogo com a literatura nacional(2015) Sampaio, Rafael CardosoArtigo Democracia digital no Brasil : uma prospecção das iniciativas relevantes(2013) Sampaio, Rafael CardosoApresenta os resultados de uma prospecção, que buscou levantar todas as iniciativas pertinentes de Democracia Digital no Brasil. No artigo, são discutidos os resultados (N = 115) dos poderes Executivos e Legislativos nos três níveis existentes (municipal, estadual e federal). Estes projetos proeminentes são posteriormente classificados conforme seis categorias (Monitoramento de contas, obras e políticas; Acompanhamento dos representantes, Informação e educação para a cidadania, Expressão de reivindicação civil, Participação Política, Deliberação), que visam permitir uma maior visualização de concentração ou ausência de iniciativas em certas áreas. De tal levantamento, é possível se concluir: 1) os projetos de Democracia Digital ainda são poucos e não se tratam de orientações amplas do Estado, mas iniciativas de instituições ou indivíduos; logo 2) a maior parte dos projetos ainda são insipientes e não há garantias de sua manutenção; porém, 3) há iniciativas extremamente relevantes e inovadoras no Brasil e 4) é possível se afirmar que há uma evolução nos projetos de Democracia Digital, especialmente nos quesitos de transparência e informação.Artigo Eleições online em tempos de 'big data' : métodos e questões de pesquisa a partir das eleições municipais brasileiras de 2016(2017) Braga, Sérgio Soares; Sampaio, Rafael Cardoso; Carlomagno, Márcio Cunha; Vieira, Fabrícia Almeida; Angeli, Alzira Ester; Suhurt, Juan Francisco Arrom; Tribunal Superior EleitoralDiscute os potenciais das pesquisas sobre campanhas digitais para a compreensão de determinados processos subjacentes às eleições, a partir da análise do pleito municipal brasileiro de 2016.Artigo Enquadramento noticioso e construção narrativa do impeachment de Dilma Rousseff nos jornais Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo e O Globo(2020) Sampaio, Rafael Cardoso; Rizzotto, Carla Candida; Drummond, Daniela Rocha; Rocha, Crislaine Franco; Washington, Bruno Nichols; Marioto, Djiovanni Jonas França; Tribunal Superior EleitoralAnalisa como se deu a construção narrativa da destituição da presidente Dilma Rousseff nos principais jornais brasileiros, avaliando tanto categorias da narrativa quanto do enquadramento noticioso. O corpus é formado por 2272 notícias publicadas pelos três principais jornais brasileiros desde o início da tramitação do processo - dezembro de 2015 - até a saída definitiva de Dilma Rousseff - agosto de 2016. Por meio de análise de conteúdo, verificou-se que o julgamento predominante da narrativa jornalística culpou Dilma e aliados. Houve destaque, enquanto recomendação de tratamento, à ideia de que o impeachment era a melhor solução. Em relação à identificação dos personagens, percebeu-se que os atores políticos ligados a Dilma obtiveram maior destaque como vítimas e vilões (e não heróis). Enfim, conclui que o jornalismo não conseguiu escapar das narrativas políticas cotidianas, sem conseguir demonstrar a real magnitude e complexidade desse acontecimento político.Artigo Instagram e eleições : os stories dos presidenciáveis do Brasil em 2018(2020) Sampaio, Rafael Cardoso; Bozza, Gabriel Alexandre; Alison, Murilo Brum; Marioto, Djiovanni Jonas França; Silva, Tiago Philippini Ferreira Borges da; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as estratégias de uso dos stories do Instagram postados pelos candidatos à Presidência da República do Brasil em 2018. As hipóteses de pesquisa são que os candidatos usaram os stories para enaltecer sua imagem pessoal e anunciar agenda de campanha (H1), e houve alto uso dos stories para divulgar bastidores e baixo uso para propostas de campanha (H2). Os stories foram classificados em seis variáveis elaboradas: tema geral, tema específico, tema secundário, tipo de imagem, menção a partido e humor. A coleta (N=2032) foi realizada entre 05 de setembro e 07 de outubro de 2018, compreendendo o primeiro turno das eleições. Procedeu-se a uma análise de conteúdo do tipo quantitativa e qualitativa por meio de um livro de códigos. Os resultados sugerem que os candidatos usaram a plataforma para gerenciar imagem pública e anúncio de agenda.Artigo Participação política e os potenciais democráticos na internet(2010) Sampaio, Rafael CardosoRevisa a literatura sobre internet e política. Primeiramente, apresentamos o discurso triunfalista que previa que as ferramentas digitais poderiam solucionar os mais diversos déficits da democracia. Depois, apresentamos a literatura apocalíptica que tentou provar que a rede não só não oferecia os ganhos defendidos pelos otimistas, mas também poderia acarretar em outros males para a sociedade. Finalmente, proporcionamos a linha a nosso ver ponderada que busca enxergar a internet não como meio, mas como ferramenta que pode ser utilizada em determinadas situações para avançar valores democráticos. Admitimos, entretanto, que sua presença altera os processos políticos pelas diversas novas possibilidades que esse instrumento acarreta.Artigo Respondem os políticos a questionamentos dos eleitores? Um experimento controlando os incentivos de mensagem, período e meio(2018) Carlomagno, Márcio Cunha; Braga, Sérgio Soares; Sampaio, Rafael Cardoso; Tribunal Superior EleitoralApresenta os resultados de um experimento conduzido entre setembro de 2014 e julho de 2015 para verificar a responsividade dos parlamentares brasileiros a questões enviadas por cidadãos, sob distintas condições. Para isso, foram enviadas quatro rodadas de mensagens, ao longo do período, aos 513 deputados federais, controlando os incentivos. Testamos três fatores: a) o conteúdo da mensagem (potencial eleitor versus uma questão sobre votação de projeto de lei em plenário); b) o período em que a mensagem foi enviada (eleitoral e não eleitoral); c) a plataforma por meio da qual a mensagem foi enviada (e-mail e mídias sociais). Em geral, a taxa de respostas é muito pequena, indicando a baixa responsividade digital dos parlamentares brasileiros. O modelo de regressão logística demonstra que "período eleitoral" não exerce grande influência, que "incentivos do conteúdo da mensagem" aumentam em dez vezes a probabilidade de resposta e que "mensagens enviadas via mídias sociais" aumentam em nove vezes a probabilidade de resposta. Discutimos os resultados sob a luz da teoria dos incentivos políticos e da ampliação das possibilidades de accountability trazidas pelas ferramentas de comunicação política online. Acreditamos que a pesquisa abre caminho para futuras abordagens experimentais nessa seara.Outro O uso do Facebook nas eleições presidenciais brasileiras de 2014 : a influência das pesquisas de opinião nas campanhas on-line(2015) Rossini, Patrícia Gonçalves da Conceição; Baptista, Érica Anita; Oliveira, Vanessa Veiga de; Sampaio, Rafael Cardoso; Tribunal Superior Eleitoral
