Navegando por Autor "Silva, Bruno Mitio Assano"
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Outro Mobilização de filiados e organização partidária : uma análise para os estados(2016) Silva, Bruno Mitio Assano; Tribunal Superior EleitoralRelaciona o tipo de organização partidária estadual com a sua capacidade de mobilização de novos filiados. De acordo com a literatura corrente, o partido com um diretório localmente constituído teria um grau de "institucionalização" superior, criando algum tipo de ligação mais forte com sua base filiada do que partidos com comissão provisória. Por hipótese espera-se que o primeiro caso tenha maior sucesso de mobilização que o segundo, e alguma forma de organização estadual tenha maior desempenho do que nenhuma. Dentre os resultados encontrados, o ganho médio da comissão provisória, sobretudo para os partidos pequenos em estados onde anteriormente não havia alguma forma de organização, foi o que obteve melhores desempenhos. Porém, não foram encontrados indícios de que a organização estadual possua grande efeito sobre a mobilização de filiados. Se ainda acredita-se que o partido tenha relevância, entretanto, deve-se investigar o comportamento local, isto é, a variação da organização partidária municipal sobre a mobilização dos novos filiados em estudos futuros. Para que isso possa ser realizado, acredita-se que a metodologia empregada neste trabalho, para os municípios, pode ser um bom ponto de partida.Artigo Organização partidária e votos no Legislativo : estudo das organizações municipais do PT e PSDB no estado de São Paulo a partir da composição e influência geográfica(2018) Lascala, Artur Junqueira; Silva, Bruno Mitio Assano; Francisco, Eduardo de Rezende; Tribunal Superior EleitoralAnalisa se a forma de organização partidária em um município (diretórios ou comissões provisórias) pode afetar a quantidade de votos atribuídos a determinado partido e se os fatores socioeconômicos e demográficos se relacionam com o desempenho eleitoral dos partidos. Para responder a essas hipóteses, utilizou-se os dados das eleições municipais de 2010 para o estado de São Paulo. Analisou-se a distribuição espacial da quantidade de votos atribuída a Deputado Federal, menos suscetível a influências de coligações partidárias do que eleições para Prefeito, a partir da configuração da organização partidária e do Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS) de cada município. Os partidos "polo" PT e PSDB foram analisados. Trata-se de análise georreferenciada acerca da potencial influência da organização partidária localmente instalada e do perfil social do eleitor, no município, sobre o resultado da eleição. Técnicas geográficas exploratórias e modelos de estatística espacial, como o Spatial Auto-Regressive model (SAR) e Geographically Weighted Regression (GWR) foram utilizados. Os resultados encontrados demonstram a grande importância dos aspectos geográficos como explicação dos fenômenos políticos locais, e apontam para a importância da variável espaço sobre a explicação do desempenho dos partidos no processo eleitoral.
