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Navegando por Autor "Silva, Marcos Antônio da"

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    Artigo
    Chile 2013 : as eleições e a falência do modelo chileno
    (2013) Silva, Marcos Antônio da; Johnson, Guillermo A.; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa as recentes eleições no Chile e o questionamento do modelo neoliberal implantado na ditadura de Pinochet e mantido até o momento. Neste sentido, discute os fundamentos, características e resultados de tal modelo, apontando que sua falência é evidenciada pelos pífios indicadores sociais, pela insatisfação popular, pelos protestos sociais (estudantes, indígenas, entre outros) e pela afirmação da Nova Maioria. Em suma, as eleições chilenas de 2013 demonstram a necessidade de construção de um novo modelo que conjugue desenvolvimento com equidade, algo comum a toda a América Latina.
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    Artigo
    Partidos e eleições no Mato Grosso do Sul
    (2012) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Silva, Marcos Antônio da; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca compreender o desempenho eleitoral dos partidos políticos no estado de Mato Grosso do Sul, a partir da primeira eleição do estado, em 1978, até as eleições de 2010. Para tanto, foram consultados os dados eleitorais produzidos pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Percebe-se que o sistema partidário do estado foi estruturado nos seus primeiros anos em torno de dois partidos, PDS e PMDB. O destaque aqui é a superioridade do partido governista sobre o partido da oposição. Assim como no restante do país, ao final da década de 1980 e início dos anos 1990, a competição eleitoral induziu uma lógica multipartidária, com a predominância de partidos de centro (PMDB e PSDB), centro-direita (PTB) e direita (PFL). A centro-esquerda (PDT, PT, PPS) só viria a ganhar destaque a partir da década de 2000, o que pode ser explicado pela conquista do Governo do Estado, em 1998, e da Presidência da República, em 2002. Com a pesquisa percebeu-se que os governadores e a Presidência da República influenciam nos resultados eleitorais para os pleitos municipais, o que não é um fenômeno circunscrito ao estado do Mato Grosso do Sul.
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    Artigo
    Partidos e eleições no Rio Grande do Norte (1982-2014) : institucionalização e estabilidade relativa
    (2016) Silva, Marcos Antônio da; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca compreender o desempenho eleitoral dos partidos políticos no Rio Grande do Norte (RN), desde a transição do regime militar (1982) até 2014. Neste sentido, percebe-se que o sistema partidário do estado foi estruturado, nos seus primeiros anos em torno de dois partidos, PDS e PMDB, seguindo o padrão nacional. No final da década de 80 e início da seguinte, o sistema eleitoral tornou-se extremamente fragmentado, tendo a predominância de partidos de centro (PMDB, PSDB), centro-direita (PTB) e direita (DEM/PFL). Com a ascensão da centro-esquerda (PDT, PT, PSB), no final dos anos 90, o sistema partidário potiguar parece adquirir uma relativa estabilidade. Tal análise discute, ainda, a influência decisiva do executivo estadual e das oligarquias (Maia, Alves e Rosado, entre outras) e, em menor escala, do federal para a estruturação do sistema partidário do estado.
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    Artigo
    Revolução e bolivarianismo na Venezuela da era Chávez
    (2015) Arce, Anatólio Medeiros; Silva, Marcos Antônio da; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca discutir o processo político conhecido como Revolução Bolivariana, iniciado com a ascensão de Hugo Chávez à presidência da República em fevereiro de 1999. Desde então, o país passou por significativas transformações em sua estrutura social, as quais abrangeram os âmbitos, político, econômico e social. Este trabalho foi escrito com base na metodologia de análise das seguintes fontes: discursos e demais proclamas de Simón Bolívar e de Hugo Chávez; artigos jornalísticos publicados no jornal oficialista Correo del Orinoco; e outras publicações feitas pelo regime, a exemplo de resultados eleitorais. A análise deste artigo se desenvolve através das seguintes conclusões: a era Chávez foi marcada pela releitura e resignificação do culto ao libertador Simón Bolívar; Chávez exerceu um tipo específico de liderança; e, por fim, defende-se que a Revolução Bolivariana não terminou com a morte Chávez, pois ele continua presente no cenário político como uma figura simbólica manejada por seus sucessores.
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