Navegando por Autor "Weber, Maria Helena"
Agora exibindo 1 - 4 de 4
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Outro A comunicação pública e a captura do voto(2007) Weber, Maria Helena; Tribunal Superior EleitoralAborda aspectos relacionados à captura do voto, em períodos não eleitorais, a partir de processos de construção da imagem pública de candidatos, partidos e governos identificáveis em redes de comunicação pública, lugar de produção, circulação e tensionamento de verdades. Nesse sentido, pretende-se identificar os produtos de comunicação, estrategicamente utilizados para promover o projeto político e capazes de estabelecer relações estratégicas com a sociedade e eleitores, para além da ocupação de espaço nas mídias. Trabalha-se com referências a dois períodos históricos: as sucessivas eleições que mantiveram a Frente Popular (PT) em Porto Alegre, de 1989 a 2004 e a reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.Artigo Equação da política provisória : a comunicação na disputa de afetos e votos(2018) Weber, Maria Helena; Luz, Ana Javes; Barreras, Sandra Bitencourt; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as condições políticas e dispositivos comunicacionais que incidiram na disputa entre os candidatos a governador do estado do Rio Grande do Sul (RS) no segundo turno das eleições de 2014: o candidato eleito, José Ivo Sartori (PMDB), e seu adversário, Tarso Genro (PT), que pretendia a reeleição. A premissa é de que, em períodos eleitorais, a política se submete a quaisquer estratégias de marketing e de propaganda, desde que sem danos à imagem pública dos candidatos e capazes de capturar e fidelizar o eleitor até a urna. Trata-se de um exercício sobre o processo de construção do candidato ideal, do inimigo e do projeto político, a partir das competências do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE). O objetivo é experimentar a seguinte hipótese: o tempo da propaganda, delimitado por lei e pela urgência de mecanismos de persuasão, constituem a equação da política provisória, constituída pela combinação entre a síntese política, a síntese afetiva e a síntese comunicacional que traduzem o projeto político e o candidato, com relevância para este. Foram analisados 28 programas de televisão, veiculados no período de 6 a 26 de outubro de 2014.Outro Equação da política provisória : a propaganda eleitoral para governador do RS em 2014(2015) Weber, Maria Helena; Luz, Ana Javes Andrade da; Barreras, Sandra Bitencourt; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as condições políticas e dispositivos comunicacionais que incidiram na vitória e derrota dos candidatos a governador do RS, no 2º Turno das eleições 2014. Na disputa, o candidato vencedor José Ivo Sartori (PMDB) e seu adversário Tarso Genro (PT), que pretendia a reeleição. A premissa é a de que, em períodos eleitorais, a política se submete a quaisquer estratégias de marketing e propaganda desde que sem danos à imagem pública dos candidatos e capazes de capturar e fidelizar o eleitor até a urna. O trabalho é um exercício sobre a o processo de construção do candidato ideal, do inimigo e do projeto político, a partir de competências do HGPE, para experimentar a hipótese de que o tempo determinado e a urgência de mecanismos de persuasão constituem a equação da política provisória determinada pela simplificação da síntese política da síntese pessoal e da síntese comunicacional que traduz o projeto e o candidato.Artigo O voto, a rua e o espetáculo (questões sobre comunicação e política)(2006) Weber, Maria Helena; Coelho, Marja P.; Pereira, Marcos V.; Tribunal Superior EleitoralExpõe um debate sobre limites e convergências dos conceitos de midiatização, espetacularização e espetáculo como dispositivos de poder da lógica midiática, que torna interdependentes a política e a comunicação, a partir de categorias analíticas sediadas no campo da comunicação. Entende-se que essa lógica é determinada pela visibilidade que propicia credibilidade e legitimidade, pelas competências tecnológicas, institucionais e estéticas do jornalismo, da propaganda e do entretenimento. É possível explorar a vulnerabilidade dessa lógica em relação à comunicação da política e os movimentos da sociedade, apontando indícios contra a estabilidade de afirmações que defendem que todas as informações e bens simbólicos que circulam nos meios de comunicação de massa indicam um grande espetáculo ou apenas midiatização, ou que espetáculo, midiatização e espetacularização provocam os mesmos resultados.
