Chile

URI permanente para esta coleçãohttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/9864

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Os governos de esquerda e os impasses à democracia participativa : os casos do Brasil, Chile e Venezuela
    (2017) Fukushima, Kátia Alves; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa se houve avanços dos governos de esquerda, especificamente, os governos de Lula no Brasil (2003-2010), de Chávez na Venezuela (1999-2013) e de Bachelet no Chile (2006-2010) na conformação de um modelo de democracia participativa. A base teórica da presente pesquisa é a obra de Macpherson (1977) "The life and times of liberal democracy" que compreende a democracia liberal e a democracia participativa como termos complementares. De acordo com esta perspectiva teórica, a democracia participativa é entendida como o aperfeiçoamento da democracia liberal, pressupondo uma sociedade ativa e menos desigual, em que o cidadão tem oportunidades para desenvolver suas capacidades e participar cada vez mais do processo decisório. Para tanto, utiliza-se a análise comparada a partir de duas dimensões: a) a correlação de forças políticas e econômicas e; b) os recursos políticos. Ao comparar os três governos a partir dessas duas dimensões, observou-se a configuração de um "governo de rupturas" (governo Chávez), de um "governo moderado" (governo Lula) e de um "governo de continuidades" (primeiro mandato de Bachelet). As conclusões obtidas a partir dos dados sobre participação mostram que o "governo de continuidades" de Bachelet se manteve mais próximo da "democracia de equilíbrio" em que a soberania popular está restrita à arena eleitoral enquanto o "governo de rupturas" de Chávez se aproximou mais da democracia participativa. Já o "governo moderado" de Lula se posicionou em um ponto intermediário entre os dois casos.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Da oposição ao governo : uma análise comparada das mudanças ocorridas no Partido dos Trabalhadores (PT), na Frente Ampla (FA) e no Partido Socialista do Chile (PSCh)
    (2016) Melo, Carlos Ranulfo; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a chegada da esquerda ao governo abordando o problema sob outro ângulo: o impacto de tal evento sobre os partidos que estiveram à frente do processo. São comparados os casos do Partido dos Trabalhadores (PT), da Frente Ampla (FA) e do Partido Socialista de Chile (PSCH). O PSCh, no interior da Concertación, esteve à frente da presidência chilena entre 2000 e 2009 e, posteriormente, de 2014 em diante. O PT ocupou o Executivo federal brasileiro desde entre 2003 e 2016, ao passo que a FA obteve sua primeira vitória em 2004 e mantem-se até os dias de hoje na condução de seu país.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    La derecha pinochetista en el post pinochetismo : auge y crisis del 'Lavinismo', 2000-2004
    (2016-08) Ortiz de Zárate, Verónica Valdivia
    Analisa a gestão do prefeito de Santiago Joaquín Lavín, militante da UDI, facção de direita mais próxima de Pinochet entre 2000 e 2004, com o objetivo de abordar a política chilena no período pós-Pinochet. A hipótese que se sustenta é que a despolitização oriunda da era pós-Pinochet também esteve integrada ao impacto da municipalização e da imposição do estilo lavinista, que buscaba o consenso social em torno do neoliberalismo, redefinindo a política como 'cosismo'. Tal estratégia foi responsável pela sua queda a partir do momento em que o Presidente Ricardo Lagos demonstou o vazio teórico do 'cosismo' e abriu espaço para a ascensão da direita liberal para a cadeira presidencial, em 2010.