Uruguai
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Outro Espacios de competencia y significados de la ideología de izquierda y derecha en Uruguay(2017) Bottinelli, Oscar; Selios, Lucía; Bottinelli, Eduardo; Tribunal Superior EleitoralArtigo ¿Por qué la gente vota a la izquierda? Clivajes, ideología y voto retrospectivo en Bolivia y Uruguay en perspectiva comparada(2014) Dosek, Tomás; Tribunal Superior EleitoralExplica as razões do voto dos cidadãos bolivianos e uruguaios, respectivamente, a Evo Morales e José Mujica nas eleições presidenciais de 2009; e, por outro lado, avalia em que medida os determinantes do voto permitem diferenciar as supostas "duas esquerdas" na América Latina. Utilizando dados de pesquisas de opinião pública para os dois casos representativos, o texto mostra como as razões são diferentes, já que no Uruguai pesa relativamente mais a ideologia e os elementos programáticos, enquanto na Bolívia predomina o voto retrospectivo, ambos atravessados por diferentes clivagens estruturais. Após discutir os resultados com a literatura secundária sobre outros casos sul-americanos, argumenta-se que a classificação das duas esquerdas não se sustenta a partir da análise dos determinantes do voto. Metodologicamente, utiliza-se a análise de regressão logística binomial e a comparação de uma série de modelos estatísticos.Artigo Adesão democrática, confiança institucional e posicionamento ideológico : parlamentares brasileiros e uruguaios em foco (2000-2010)(2014) Silva, Ellen da; Borges, Jaqueline da Silva; Tribunal Superior EleitoralAnalisa os valores políticos das elites legislativas do Brasil e do Uruguai entre 2000 e 2010. A hipótese é que a percepção desses indivíduos sobre a democracia se relaciona com a sua localização no espectro ideológico. A partir dos dados coletados pelo Observatório de Elites Parlamentares da América Latina, ligado ao Observatório de Instituições Representativas da Universidade de Salamanca, e da análise através do Statistical Package for the Social Sciences-SPSS, os resultados mostraram que nos dois países a maioria dos parlamentares avalia a democracia positivamente na sua dimensão normativa, mas não o fazem na mesma intensidade quando o que está em questão é a sua dimensão institucional. A hipótese foi confirmada parcialmente, uma vez que há diferenças significativas na confiança institucional dependendo da ideologia do respondente.Periódico Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 3, n. 2 (2014)(Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 2014) Tribunal Superior EleitoralArtigo Elleciones 2009 em Uruguay : permanecia de lealtades políticas y accountability electoral(2012) Selios, Lucía; Vairo, DanielaEn este artículo se indagan las principales características asociadas al comportamiento electoral en las elecciones nacionales uruguayas en el año 2009. Através de la estimación de modelos probit en base a una encuesta electoral, se encuentra que la evaluación de la gestión del gobierno, la percepción de la economía y los aspectos ideológicos aparecen jugando fuertemente en esta elección caracterizada por la baja volatilidad. Estos hallazgos indican la existencia de fuertes lealtades a los partidos agrupados en familias ideológicas, combinadas con aspectos evaluativos sobre el desempeño económico y político, que pautan el voto de los uruguayos en esta elección.Artigo Os partidos uruguaios : a transição na transição(2003) Lanzaro, JorgeAnalisa a transição e a vitalidade atual do sistema partidário uruguaio. Após um período de crise, que culminou com o rompimento da democracia nos anos sessenta, nos anos noventa o sistema partidário recupera sua centralidade conduzindo o processo de transição democrática. Durante esse processo, observa-se o realinhamento do sistema partidário, que tende a tornar-se um sistema de multipartidarismo moderado, com o amadurecimento e fortalecimento da esquerda, representada sobretudo pelo Frente Amplio. O crescimento deste último deveu-se à sua capacidade de confrontar os partidos tradicionais e também por seu desenvolvimento como partido catch-all, marcado pela reconversão ideológica e competição pelo centro, conforme aumentavam suas chances eleitorais. O crescimento do Frente Amplio implicou ainda, para os partidos tradicionais, o ingresso em um processo de aprendizagem de compromisso e participação em governos de coalizão e, para o processo de transição liberal, a formação de um quadro de distâncias ideológicas moderadas, sem polarização. Todavia, a clivagem esquerda-direita serve ainda de eixo para a competição eleitoral.
