Colômbia
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Outro Coaliciones : un veto para la paridad de género en los gabinetes de América Latina(2017) Molina, Anabella; Tribunal Superior EleitoralEstudia la composición de los gabinetes presidenciales desde un perspectiva de género de los gobiernos electos en los últimos quince años en seis países de América Latina: Argentina, Brasil, Bolivia, Chile, Colombia y Perú. Se parte de la concepción de gabinetes como instituciones generizadas, las cuales niegan una participación efectiva de las mujeres. Luego se utiliza un índice de Poder de Género como indicador de dicha participación, el cual pondera la presencia femenina en los gabinetes por género y prestigio. Finalmente utilizando el método comparado de la diferencia (Pérez Liñan, 2007) y la conceptualización sobre actores de veto (Tsebelis, 1995), se muestra que en los gobiernos de coalición la participación efectiva de las mujeres es menor que en los gobiernos de un solo partido. Esto ocurre debido a que la presencia de un gobierno de coalición incluye un nuevo actor de veto partidario a la decisión presidencial.Artigo Instrumentos de democracia direta na América Latina : uma breve incursão no direito comparado(2012) Araújo, Eduardo Borges; Fernandes, João Marcos Silva; Fedalto, Thayse; Tribunal Superior EleitoralApresenta um breve panorama dos instrumentos de democracia direta previstos em países latino-americanos. Para tanto, escolheu-se tratar de Uruguai, Argentina, Bolívia, Chile, México, Peru, Venezuela, Colombia e Cuba.Artigo Nova onda rosa latino americana : as eleições de 2022 da Colômbia no Twitter(2023) Souza, Raquel Mirian Pereira de; Tribunal Superior EleitoralBusca responder a seguinte pergunta de pesquisa: Como se deu o uso do Twitter durante o segundo turno das eleições presidenciais da Colômbia em 2022 pelo representante da Esquerda em um cenário de uma possível Nova Onda Rosa na América Latina? O objetivo principal foi analisar como o candidato Gustavo Petro utilizou a plataforma Twitter durante as eleições presidenciais de 2022 na Colômbia considerando que sua vitória eleitoral faz parte desse movimento de Onda Rosa que significa a ascensão de governos de Esquerda na América Latina. Os objetivos específicos foram examinar quais recursos comunicativos mais esteve presente no discurso de Gustavo Petro no Twitter tais como vídeos, fotos, links, hashtags e retweets, além de identificar quais as principais temáticas ditas por ele a partir da análise de conteúdo escolhida por este trabalho. Por fim, esta pesquisa justifica-se pela busca em contribuir para as áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas que estudam os processos eleitorais como o crescimento dos governos progressistas democraticamente. Além disso, tem-se poucos trabalhos científicos sobre o fenômeno da Nova Onda Rosa na América Latina que se caracteriza por esse retorno dos governos de Esquerda ao Poder por eleições presidenciais, somado ao fato da grande dimensão que o fenômeno da "Twittocracia" vem ganhando nos cenários governamentais.Artigo Para pensar a confiança e a cultura política na América Latina(2004) Lopes, Denise Mercedes Nuñez NascimentoIdentifica os determinantes de confiança política e sua relação com o apoio ao regime nos países latino-americanos de tradição democrática relativamente recente. A partir dos dados do Latinobarômetro de 1996, a autora analisa hipóteses explicativas em uma amostra de cinco países: Argentina, Brasil, Costa Rica, Colômbia e Chile. Os resultados apontam como principais determinantes da confiança nas instituições políticas: a preferência pela democracia em oposição ao autoritarismo, as visões sobre a economia e satisfação com o governo, o otimismo em relação ao futuro do país e do núcleo familiar e o interesse pela política.Artigo O tratamento jurídico da reeleição presidencial na América Latina : reeleição sucessiva e sistemas eleitorais em perspectiva comparada(2009) Shirado, Nayana; Tribunal Superior EleitoralO fenômeno da reeleição sucessiva para o cargo de presidente da república é discutido no presente estudo, em perspectiva comparada, à luz dos sistemas eleitorais majoritários em vigor na América Latina, com destaque para Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, República Dominicana, Colômbia, Venezuela, Peru e Uruguai. A análise se afigura de extremarelevância no momento político atual, de um lado em razão da introdução do instituto da reeleição nos textos fundamentais latino-americanos, por meio de emenda constitucional aprovada em referendo, e de outro, em razão da proximidade de realização de eleições presidenciais sob novel esquadro constitucional. O temário desde há muito reclama abordagem com detença, após a quadra de recentes e profundas modificações políticas na América ibérica, com destaque para duas experiências peculiares: a abertura da Constituição Bolivariana da Venezuela na Era Hugo Chávez, que admitiu a reeleição ilimitada, e o recuo da Constituição Peruana, após amarga experiência na Era Alberto Fujimori, que baniu a reeleição sucessiva do bojo constitucional. O escopo do presente trabalho é traçar, no panorama político latinoamericano, a relação imbricada entre o postulado republicano da alternância no poder e a gana de perpetuação que a reeleição sucessiva proporciona no governo presidencial.
