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    E se o voto fosse facultativo? Expectativas de participação eleitoral voluntária no Brasil e o papel do status socioeconômico
    (2021) Aguiar, Natália Nunes; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior Eleitoral
    comparecimento e de sua abolição ser frequentemente proposta, o hipotético comparecimento eleitoral voluntário é pouco discutido no Brasil. Através de regressões logísticas e equações estruturais, foram utilizados dados do Eseb 2014 para avaliar se o voto... desigualdad socioeconómica entre los votantes y los ausentes con respecto al NSE, y exploramos mecanismos a través de los cuales el NSE afecta la hipotética participación voluntaria. Las regresiones logísticas y las ecuaciones estructurales muestran que la
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    Participação política, voto e estrutura : avaliando o impacto do status socioeconômico sobre a predisposição do eleitor brasileiro votar voluntariamente
    (2016) Casalecchi, Gabriel Avila; Aguiar, Natália Nunes; Tribunal Superior Eleitoral
    modelos de equação estrutural em complementação às regressões logísticas no apontamento dos mecanismos de causação entre as variáveis mobilizadas.
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    Artigo
    Expandindo o conceito de competência política : conhecimento político e atitudes democráticas na América Latina
    (2018) Fuks, Mario; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior Eleitoral
    Propõe uma ampliação do conceito de "competência política" que ultrapasse as tomadas de decisões próprias do processo eleitoral e que abarque, também, os valores democráticos. De forma mais específica, busca compreender qual efeito que o conhecimento político exerce sobre a adesão a diferentes princípios democráticos. Para isso, foram utilizados os dados do Barômetro das Américas de 2008. A medida de conhecimento factual foi obtida com perguntas como "qual o nome do presidente/líder do Congresso", "quanto tempo dura o mandato do presidente ou primeiro ministro" etc. A medida de atitudes democráticas foi obtida com perguntas como "a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo" ou "sob algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser preferível a um regime democrático", entre outras. Os resultados demonstram que o conhecimento político tem um efeito positivo e estatisticamente significativo não só sobre a preferência pela democracia, como também sobre os princípios subjacentes ao regime, como o apoio às eleições livres e competitivas, a participação política, o controle e a separação dos poderes, o primado da lei e a tolerância. Argumenta que esses achados têm implicações importantes para as pesquisas sobre a relação entre conhecimento político e legitimidade democrática.
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    Vencedores e perdedores nas eleições presidenciais de 2014 : o efeito da derrota nas urnas sobre a satisfação e o apoio em relação à democracia no Brasil
    (2016) Braga, Maria do Socorro Sousa; Casalecchi, Gabriel Avila
    Nas últimas duas décadas do século passado a democracia estabeleceu-se como regime hegemônico em várias partes do mundo. Teoricamente, essas democracias funcionam segundo preceitos constitucionais originados de consenso normativo resultante de negociação entre forças políticas que legitimam, assim, o processo de escolha de governantes. Ou seja, deve haver consenso mínimo sobre as regras subjacentes à escolha dos governantes e, posteriormente, adesão aos resultados de todos os atores envolvidos. Consequentemente, um importante sinal do quão legítima é a democracia de um país é o comportamento dos seus perdedores. Diante desse princípio democrático, este artigo parte de duas questões, tendo a democracia brasileira como estudo de caso. A primeira busca responder se a derrota nas urnas em 2014 afetou os graus de satisfação e de apoio dos perdedores em relação à democracia brasileira. Ou seja, perder as eleições fez com que os eleitores derrotados extrapolassem a crítica ao governo eleito, alcançando o próprio regime democrático e, portanto, as regras do jogo? Já a segunda indagação, de cunho mais explicativo, procura identificar quais condições são capazes de intensificar as características que podem aumentar ou diminuir o gap entre vencedores e perdedores no que se refere ao apoio ao regime democrático. A principal conclusão é a de que os perdedores das eleições são mais insatisfeitos com o desempenho da democracia do que os vitoriosos, porém não existem diferenças no que tange à adesão à democracia. Esse resultado ocorre mesmo quando controlado por diferentes características demográficas, sociais e individuais, entre elas a avaliação do governo Dilma Rousseff e a rejeição ao PT.
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    O legado democrático e o compromisso com a democracia : evidências na América Latina
    (2015) Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior Eleitoral
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    Legitimidade democrática no Brasil e na Argentina em perspectiva comparada : diferentes transições democráticas e suas consequências
    (2018) Vidal, Nicolás Alfredo; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior Eleitoral
    Estuda comparativamente Brasil e Argentina, apresentando, em primeiro lugar, dados do Barômetro das Américas sobre o apoio à democracia, rejeição a golpes militares e confiança nas Forças Armadas e, num segundo momento, tenta encontrar quais elementos históricos são capazes de explicar as diferenças ou semelhanças encontradas nessas atitudes. Analisa os últimos anos da ditadura e o processo de transição democrática nesses países. Os resultados demonstram uma diferença significativa nas atitudes democráticas, que pode estar relacionada às diferentes trajetórias desses países no seu processo de saída da ditadura.
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    Artigo
    Determinantes contextuais da coesão do sistema de crenças democrático : evidências a partir da América Latina
    (2019) Fuks, Mario; Casalecchi, Gabriel Avila; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o impacto de fatores contextuais - o PIB per capita, a qualidade da democracia e os anos ininterruptos de democracia - sobre a coesão do sistema de crenças democrático dos latino-americanos. Considera-se um democrata coeso aquele que apoia diferentes princípios democráticos, notadamente: eleições livres e competitivas, separação dos poderes, primado da lei, participação política e tolerância. Utilizou-se, para isso, um modelo multinível com dados de opinião pública de 19 países do Barômetro das Américas de 2010. Os resultados indicam que os cidadãos que vivem em países com maior PIB per capita e maior tradição democrática são mais propensos a serem democratas coesos. A qualidade da democracia, por sua vez, não apresentou resultados significativos. Esses achados têm uma importante implicação para a democracia na região.
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    Simpatia partidária na América Latina : Argentina, Brasil, Chile e Uruguai em perspectiva comparada
    (2018) Borba, Julian; Gimenes, Éder Rodrigo; Casalecchi, Gabriel Avila; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa de forma comparada e longitudinal a identificação partidária (doravante IP) de quatro diferentes democracias latino-americanas, que, por um lado, assemelham-se por pertencerem à terceira onda de democracia, bem como por terem iniciado sua transição democrática em períodos relativamente parecidos. Por outro lado, apesar das semelhanças, são países que apresentam diferentes trajetórias tanto no que tange à democracia, de forma mais ampla, quanto ao sistema partidário e a história dos partidos, em termos mais específicos. Essas semelhanças e diferenças tornam a comparação entre os países apropriadas para investigar, dentro do contexto de redemocratização, o padrão e os determinantes da identificação partidária ao longo do tempo, confrontando possíveis explicações que derivam tanto de aspectos individuais quanto contextuais (nacionais).