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Sumário de livro Rebelião escrava no Brasil : a história do levante dos malês em 1835(Companhia das Letras, 2025) Reis, João José; Tribunal Superior EleitoralArtigo Sobre mineiros, paulistas e vira-latas : o que permanece em 2010?(2010) Telles, Helcimara de SouzaArtigo O estrangeiro, o inimigo e o direito penal(2013) Fontes, André Ricardo CruzArtigo Imbricações entre cultura política e religião : um comparativo entre a área andina e o Brasil(2011) Motta, Diego Airoso daTrata da relação entre cultura política e religião, com ênfase na América Latina, especialmente na área andina e no Brasil. De forma incidental, é realizado também um superficial cotejamento entre o panorama latinoamericano e o mundo desenvolvido, o ocidente representado por Europa e Estados Unidos, em relação ao peso da religiosidade na formação da cultura política desses locais. O papel da religião na América Latina, outrora substancialmente católica, hoje presenciando o crescimento do movimento neopentecostal, é avaliada tanto no cenário dos populismos andinos, quanto no jogo político brasileiro. Ainda em termos de Brasil, é feita uma referência especial ao papel da Igreja Católica na formação de uma sociedade civil engajada e atuante, principalmente durante o regime ditatorial pós-1964.Artigo As elites políticas de Maringá : um estudo sobre a Câmara Municipal, 1997-2012(2011) Amaral, Tiago Valenciano PreviattoBusca responder a seguinte questão: qual o caminho percorrido para que os vereadores de Maringá, da 11ª à 14ª Legislaturas, integrem a elite política local? A análise foi realizada a partir da relação existente entre a Teoria das Elites e o perfil dos parlamentares que exerceram mandato durante tais legislaturas, por intermédio do método posicional. Quanto à análise destes perfis, investigamos os padrões de recrutamento dos vereadores, como a origem familiar, o perfil sócio-profissional, a escolaridade, a trajetória política e os vínculos políticos, para apontarmos, assim, uma radiografia da Câmara Municipal de Maringá.Artigo Tolerância política no Brasil(2019) Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Fuks, Mario; Tribunal Superior EleitoralEntendendo a tolerância política como uma das dimensões de uma cultura política democrática, o artigo utiliza um conjunto de dados inéditos produzidos pelo Latin American Public Project para compor, de forma exploratória, um quadro geral sobre essa atitude no contexto nacional. Por meio de técnicas de análise descritivas e multivariadas, identificamos os principais grupos que são alvo de antipatia dos brasileiros e o grau de tolerância em relação a eles, bem como as suas bases demográficas e atitudinais. Os resultados indicam que a manifestação da tolerância é função de atributos tanto sociais (como a geração) quanto atitudinais (como adesão à democracia e interesse por política) e apontam para uma ampla agenda de investigações futuras sobre o tema.Artigo Em busca do poder : a evolução da participação política da mulher na Câmara dos Deputados brasileira(2016) Schlottfeldt, Shana; Costa, Alexandre Araújo; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a evolução da participação política da mulher na Câmara dos Deputados brasileira para corroborar o diagnóstico de sub-representação feminina nas esferas de poder e decisão. A metodologia empregada utilizou levantamento bibliográfico e de informações junto a bancos de dados nacionais e internacionais. Os resultados apontam que a democracia no Brasil, desde os seus primórdios, foi excludente, limitando a participação das brasileiras por meio de vários artifícios. Constatou-se também que a adoção da política de cotas não conseguiu alterar esse quadro: houve aumento nas candidaturas, mas não se notam impactos na evolução do percentual de eleitas.Artigo Implicações do direito ao voto aos imigrantes : ameaça à soberania nacional ou efetivação de um direito fundamental?(2015) Cleto, Juliana; Tribunal Superior EleitoralQuestiona a impossibilidade de voto ao estrangeiro no Brasil, independentemente de seu tempo de residência. Atualmente, é necessário, para o alistamento eleitoral, que o indivíduo seja brasileiro nato ou naturalizado, sendo inviável o voto ao estrangeiro. Aqui vivo, aqui voto se traduz em uma das campanhas mais relevantes para ressaltar a importância da participação política do imigrante em um Estado democrático de direito. O movimento no taxation without representation da nação estadunidense do século XVIII hoje toma uma roupagem distinta, mas que, na essência, carrega a mesma indignação aqui se vive, pagam-se impostos, respeita-se a lei. Por que, então, não se vota? Quais as implicações decorrentes da abertura do direito ao voto aos imigrantes? Uma vez que o imigrante se torna eleitor, abrem-se diversas outras possibilidades que não lhe seriam possíveis sem o alistamento doação a partidos políticos, a criação de partidos políticos, a propositura de ações populares, iniciativa popular de projetos de lei, participação em programas de governo. Qual seria, então, o posicionamento mais adequado em relação a esse impasse? Possibilitar o voto ao imigrante apenas em eleições locais ou igualmente a eleições nacionais? Até que ponto a participação política do estrangeiro deixa de ser a efetivação de um direito fundamental e passa a representar ameaça à soberania nacional?
