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    Sumário de livro
    História das bibliotecas : de Alexandria às bibliotecas virtuais
    (Edusp, 2018) Barbier, Frédéric; Tribunal Superior Eleitoral
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    Sumário de livro
    Inteligência artificial a nosso favor : como manter o controle sobre a tecnologia
    (Companhia das Letras, 2021) Russell, Stuart; Tribunal Superior Eleitoral
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    Folheto
    Poder computacional : automação no uso do whatsapp nas eleições : estudo sobre o uso de ferramentas de automação para o impulsionamento digital de campanhas políticas nas eleições brasileiras de 2018
    (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, [2019?]) Machado, Caio; Konopacki, Marco; Tribunal Superior Eleitoral
    As eleições presidenciais de 2018 têm suscitado grande preocupação da mídia, academia e sociedade civil brasileira com relação ao uso estratégico de campanha política nas redes sociais, principalmente no que tange o aplicativo de mensagens WhatsApp. Nesse sentido, essa pesquisa investiga os primeiros elementos que demonstram o grau de coordenação entre grupos de WhatsApp e identificar padrões de comportamento de usuários disseminadores de conteúdo . Para isso, monitoramos 110 grupos políticos abertos no WhatsApp durante o período de uma semana, e analisamos as listas de membros e mensagens para responder a três perguntas: 1) se há indícios de ação automatizada no envio de mensagens; 2) se há indícios de distribuição de informação coordenada entre os grupos de WhatsApp; e 3) qual grau de conexão entre os participantes e administradores dos grupos políticos na plataforma. A nossa pesquisa concluiu que existem fortes indícios de ação automatizada em múltiplos grupos de WhatsApp e que há um alto grau de interconexão, registrado pelo número elevado de administradores e membros que os grupos compartilham entre si.
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    Livro
    Televoto : totaliza, registra e apura os votos
    (D.N.P.I, [19--]) Silva, Raymundo
    Patente de invenção do D.N.P.I sob nº 36806, de 27 de fevereiro de 1951.
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    Livro
    Robôs, redes sociais e política no Brasil : casos de interferências ilegítimas no debate público por automação de perfis
    (Fundação Getúlio Vargas, 2018) Ruediger, Marco Aurélio (Coord.); Tribunal Superior Eleitoral
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    Periódico
    Revista eletrônica da EJE : ano 2, n. 1 (dez. 2011/jan. 2012)
    (Tribunal Superior Eleitoral, 2012)
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    Artigo
    Inteligência artificial e democracia: os algoritmos podem influenciar uma campanha eleitoral? Uma análise do julgamento sobre o impulsionamento de propaganda eleitoral na internet do Tribunal Superior Eleitoral
    (2019) Leal, Luziane de Figueiredo Simão; Moraes Filho, José Filomeno de; Tribunal Superior Eleitoral
    Na disputa eleitoral, independentemente do cargo, os candidatos apostam nas propagandas eleitorais para a conquista do voto. Bem elaboradas e caras, elas buscam convencer o eleitor e, ao mesmo tempo, formar opinião acerca de suas plataformas de governos. Se o discurso utilizado já era considerado uma das ferramentas para manipular a opinião pública, nos dias atuais, ele se aliou às tecnologias, passando a utilizar dados tais como as preocupações, preferências e oposições dos eleitores, adquiridos nas redes sociais através da inteligência artificial. Essas novas ferramentas podem influenciar uma campanha eleitoral, sobretudo, quando o impulsionamento de conteúdo tem previsão legal? O julgamento da representação eleitoral que condenou Fernando Haddad e a Coligação O Povo Feliz de Novo, em análise com a doutrina relativa ao tema, revela a possibilidade de implicações mais profundas, não apenas atinentes às eleições, mas dedicadas à construção da democracia. As novas tecnologias baseadas em dados, fornecidos pelos próprios usuários, podem fazer nascer uma opinião pública irreal, induzida, forjada? Ou, ao contrário, trarão maiores possibilidades de discernimento ao eleitor? O estudo do caso requer a análise de legislações relativas aos direitos digital, constitucional e eleitoral, além de interdisciplinaridade com disciplinas como sociologia e psicologia.
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    Artigo
    Um modelo para capturar a relação entre financiamento eleitoral e contratação de bens e serviços : o caso de Curitiba
    (2016) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Camargo, Neilor Fermino; Silva, Edson Armando
    Curitiba (PMC), geramos e cruzamos as redes de financiamento de campanha (eleições de 2012 e 2014) e de pagamentos a favorecidos pelo poder Executivo municipal em 2013 e 2014. Com isso, foi possível identificar, com razoável grau de automação, empresas que
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    Sumário de livro
    Lei de licitações e contratos administrativos : incluindo legislação complementar correlata
    (Zênite, 2019) Mendes, Renato Geraldo (org.); Almeida, Anadricea Vicente de (org.); Santos, Alessandra Corrêa (org.); Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    A militância forjada dos bots : a campanha municipal de 2016 como laboratório eleitoral
    (2021) Santini, Rose Marie; Salles, Débora; Tucci, Giulia; Estrella, Charbelly; Tribunal Superior Eleitoral
    Os "bots políticos" são perfis automatizados programados para atuar nas redes sociais com o objetivo de influenciar as discussões políticas, endossar ou difamar um candidato, disseminar propaganda de campanha, criar ruído no debate público e interferir na formação da opinião dos usuários. Este artigo investiga como essas contas afetaram a conversação política no Twitter durante o primeiro turno das eleições municipais de 2016 no Rio de Janeiro, contribuindo para a discussão de como os bots podem colocar em risco a comunicação online e afetar a campanha e os resultados eleitorais (HOWARD; WOOLLEY; CALO, 2018). A partir da abordagem da teoria fundamentada, utilizamos a netnografia observacional aliada à análise de discurso para estudar o comportamento de um conjunto de bots no Twitter durante o primeiro turno das eleições municipais no Rio de Janeiro. Detectaram-se 3.101 bots, responsáveis por 19.915 tuítes, e a amostra foi classificada em três categorias de bots com base no conteúdo dos tuítes: bots gerados por usuário, spambots de mídia e bots políticos. Estes últimos foram divididos em duas subcategorias, em função do tipo de discurso que difundiram na rede: "ativistas" e "agentes provocadores". Os resultados da pesquisa demonstram que os bots políticos representam um problema social crítico por ocuparem um vácuo de opiniões políticas oferecendo posições partidárias para aqueles que não as possuem. Conclui que estas contas automatizadas prepararam o terreno para a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018, apoiando o então deputado e fortalecendo sua presença nas redes.