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Navegando por Autor "Conceição, Bruno da Silva"

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    Artigo
    Competição eleitoral municipal : influência da fórmula eleitoral nas disputas ao cargo de prefeito em 2008 e 2012
    (2014) Conceição, Bruno da Silva
    Investiga efeito da fórmula eleitoral na competição eleitoral no Brasil, mais precisamente, nas eleições para o cargo de Prefeito em 2008 e 2012. Utiliza o conceito de competição eleitoral que corresponde ao número de candidatos efetivos concorrendo em cada pleito. Para medir isso, recorre-se ao número de candidatos efetivos (NCE), índice que estabelece o número efetivo de candidaturas que tem peso em uma disputa eleitoral. O questionamento norteador é saber se haveria diferenciação na competição política nas cidades com turno único que utilizam a fórmula de plurality (maioria simples), comparada com aquelas cidades que possuem a possibilidade de segundo turno que utilizam a fórmula de majority runoff (maioria absoluta). O objetivo é testar as Leis de Duverger, que indicam que quando é utilizada a fórmula de plurality tendemos para bicandidaturas, enquanto ao utilizarmos a fórmula de majority runoff tendemos para multicandidaturas na disputa majoritária. Essa tarefa será realizada pela análise comparada das competições municipais, em todas as cidades brasileiras, através dos dados provenientes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que mantém os resultados das eleições gerais no país.
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    Artigo
    Mulheres, raça e partidos no Brasil : análise da sub-representação das candidaturas identitárias nas eleições 2018
    (2021) Tabares, Camila de Vasconcelos; Conceição, Bruno da Silva; Marques, Rodolfo Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Examina a sub-representação política de candidatos com os vieses de raça e gênero nas eleições parlamentares e majoritárias de 2018 no Brasil. Há décadas predominam candidatos brancos e homens no poder. A pesquisa busca respostas para duas grandes interrogações: em que medida as minorias identitárias encontraram espaço em candidaturas e entre os eleitos nas eleições de 2018? Sob que condições minorias identitárias podem tornar-se mais bem representadas e o que impede o aumento dessa representação nas instituições políticas? Para avaliar os entraves de representatividade de gênero e de raça nos postos de poder e a capacidade das minorias de consolidar sua representação política, dialoga-se com a literatura sobre representação e com os dados socioeconômicos e eleitorais disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral e no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os resultados mostram que mulheres e negros continuam ocupando menos postos de poder.
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    Outro
    Nacionalização da política na América do Sul : explorando o estágio atual destes sistemas partidários
    (2017) Conceição, Bruno da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Apresenta dados mais atuais sobre o fenômeno da nacionalização política nas últimas eleições parlamentares de: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Para analisar este fenômeno da nacionalização da política na América do Sul foram coletados dados das percentagens de voto partidário das últimas eleições parlamentares, disponibilizadas nos órgãos eleitorais dos países analisados. A medida de nacionalização partidária é uma adaptação do uso do Coeficiente de Gini direcionada para a votação percentual dos partidos nos diferentes estados que compõe os territórios nacionais. Os resultados encontrados reforçam a visão da literatura sobre a fraca nacionalização dos sistemas partidários sul-americanos. Os países analisados situam-se entre uma baixa nacionalização (Argentina, Brasil, Chile e Paraguai) e intermediária nacionalização (Bolívia e Uruguai) dos principais partidos políticos.
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    Outro
    Nacionalização partidária no Brasil : análise comparada dos sistemas de 1945-64, 1966-1978 e 1998-2014
    (2018) Peres, Paulo; Conceição, Bruno da Silva; Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o grau de nacionalização partidária no Brasil em termos processuais e comparativos, considerando sua evolução desde 1946 até 2014. O universo do estudo são os sistemas partidários (a) da democracia de 1946-64, (b) do bipartidarismo do regime autoritário de 1965-78 e (c) do multipartidarismo implementado a partir de 1978-79. Para mensurar o grau de nacionalização partidária utilizou-se o Party Nationalization Score [PNS], tendo como base empírica as estatísticas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral referentes à conquista de cadeiras da Câmara dos Deputados e das Assembleias Estaduais. Os resultados mostram que o sistema partidário brasileiro é complexo e abriga desde partidos regionais a partidos com nacionalização baixa e moderada, assim como alguns partidos com nacionalização elevada. Além disso, a evolução dos partidos ao longo dos três sistemas partidários considerados levou à interrupção da nacionalização entre o multipartidarismo de 1945-64 e o bipartidarismo subsequente, assim como favoreceu a continuidade da nacionalização dos dois partidos do regime autoritário no sistema partidário atual.
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    Artigo
    Partido dominante ou multipartidarismo moderado? Testando uma hipótese consolidada sobre o sistema partidário de São Paulo (1946-1964)
    (2017) Peres, Paulo Sergio; Conceição, Bruno da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Na literatura especializada, consolidou-se a tese de que, no período de 1946 a 1964, o sistema partidário de São Paulo apresentou um perfil consideravelmente diferente daquele que se delineou no âmbito nacional. Em São Paulo, o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) teria sido um partido inexpressivo, e o Partido Social Democrático (PSD) e a União Democrática Nacional (UDN) tiveram pouca densidade eleitoral. Assim, teria se estabelecido um sistema com um partido largamente dominante, o Partido Social Progressista (PSP). Nosso objetivo neste texto é revisitar de maneira mais rigorosa essa tese. Para tanto, analisamos comparativamente a evolução do sistema partidário nos níveis municipal, estadual e nacional, considerando a série histórica das votações para presidente, governador, prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador, assim como o número efetivo de candidaturas e partidos e o índice de volatilidade eleitoral. Recorrendo a dados mais amplos do que aqueles que foram utilizados pela literatura de referência e a indicadores de desempenho sistêmico, demonstramos que a configuração do quadro partidário nesses níveis de disputa aponta para uma complexidade maior do que a descrita pelos analistas anteriores. De fato, o sistema partidário em São Paulo, seja no distrito estadual ou municipal, evoluiu para o pluripartidarismo moderado.
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    Artigo
    A política é só uma promessa : análise do uso dos jingles na campanha eleitoral para prefeito em Belém-PA (2012-2016)
    (2018) Conceição, Bruno da Silva; Marques, Rodolfo Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Realiza um estudo de caso dos jingles dos dois candidatos ao cargo de prefeito, na cidade de Belém do Pará, que foram ao segundo turno nas eleições municipais de 2012 e de 2016, quais sejam, Zenaldo Coutinho (PSDB) e Edmilson Rodrigues (PSOL). Os resultados indicam que ambos os jingles são promessas baseadas em pouco conteúdo.
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    Artigo
    O político, o marqueteiro e o partido : quem será o protagonista nas eleições municipais de 2016?
    (2016) Marques, Rodolfo; Conceição, Bruno da Silva
    O desgaste dos políticos e dos partidos, com os inúmeros escândalos de corrupção no país, coloca maior peso no trabalho dos marqueteiros de campanhas eleitorais. Contudo, o fim do financiamento privado de campanhas, aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, irá alterar a dinâmica das campanhas municipais de 2016? Quem sairá fortalecido nesse novo cenário de verbas limitadas?
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    Outro
    Qualidade da democracia na América Latina : proposta escalar para avaliação da democracia e do autoritarismo na região
    (2016) Vasconcelos, Camila de; Conceição, Bruno da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Quem paga a conta dos políticos locais? Análise do financiamento das campanhas municipais nas capitais brasileiras em 2012
    (2015) Conceição, Bruno da Silva; Vasconcelos, Camila de; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o financiamento de campanhas das eleições municipais brasileiras dos candidatos para o cargo de prefeito e vereador. Pergunta-se em que medida o sistema atual de financiamento das campanhas conduz para uma dependência dos candidatos aos recursos privados? Qual é a importância da contribuição dos partidos políticos para o financiamento eleitoral dos seus candidatos? Haveria uma dependência dos candidatos a prefeito e vereador aos recursos privados ou aos recursos partidários? Existe um padrão de financiamento nas capitais estaduais que determina o sucesso eleitoral? A hipótese a ser testada é que o financiamento partidário influencia sobre o sucesso dos candidatos a cargos majoritários e o financiamento privado influencia sobre o sucesso dos candidatos a cargos proporcionais. Para isso, compara-se as informações de financiamento de campanha de candidatos eleitos e não-eleitos, para prefeituras e câmaras de vereadores, nas capitais estaduais por região geográfica do Brasil. Os dados empíricos foram extraídos da prestação de contas dos candidatos fornecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na eleição de 2012. Os resultados apontam uma maior dependência dos prefeitos eleitos aos recursos partidários para seu desempenho eleitoral, enquanto para o êxito dos vereadores eleitos foi necessário o aporte financeiro de recursos privados.
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    Artigo
    Regionalismo partidário e populismo no Brasil : análise da nacionalização dos partidos da democracia de 1945-1964
    (2017) Conceição, Bruno da Silva
    Discute os efeitos do populismo na vida partidária da democracia de 1945-1964 no Brasil. A possível regionalização dos partidos da democracia de 1945-1964 teria sido um dos fatores a contribuir para o fim deste sistema partidário? O argumento dessa pesquisa é de que a nacionalização dos partidos, a capacidade de os partidos possuírem uma homogeneização de votos pelos estados, teria sido reduzida quando estivesse presente, dentro das legendas, a figura de políticos com perfil populista. A metodologia aqui utilizada para mensurar a nacionalização partidária é o Party Nationalization Score (PNS) que adapta o coeficiente de Gini para mensurar a dispersão/concentração de votos, de cada partido, em cada estado. Este índice promove uma escala de valores, entre 0 e 1, onde os partidos que atinjam valores próximos de 1 correspondem a nacionalização partidária, enquanto valores que se aproximem de 0 indicam regionalização partidária. Os dados aqui utilizados são provenientes do repositório de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os resultados desta pesquisa indicam que a presença de políticos com perfil populista no sistema partidário não afetou negativamente a nacionalização dos partidos da época (PSD, UDN, PTB, PSP, PST, PDC e PTN).
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    Artigo
    Sistema eleitoral e reeleição nas eleições municipais de 2012 para o executivo no Brasil
    (2015) Conceição, Bruno da Silva
    Investiga o efeito do sistema eleitoral na competição municipal para o cargo de Prefeito na eleição de 2012. A pesquisa questiona-se acerca das implicações teóricas das Leis de Duverger que apontam uma relação causal entre a fórmula eleitoral e a competição eleitoral. Utilizamos o conceito de competição eleitoral que corresponde ao número de candidatos efetivos concorrendo em cada pleito. Para medir isso, recorremos ao número de candidatos efetivos (NCE), índice que estabelece o número real de candidaturas que tem peso em uma disputa eleitoral. Nosso questionamento norteador é saber se haveria diferenciação na competição política nas cidades com turno único que utilizam a fórmula de Plurality (Maioria simples), comparada com aquelas cidades que possuem a possibilidade de segundo turno que utilizam a fórmula de Majority Runoff (maioria absoluta). Ainda inserimos uma segunda variável de controle que é o fator da reeleição. Nosso objetivo é testar se as Leis de Duverger perdem valor explicativo com a presença do Incumbent (Titular do Executivo municipal buscando a reeleição). Essa tarefa foi realizada pela análise comparada das competições municipais de 2012, em todas as cidades brasileiras, através dos dados provenientes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Concluímos que a Plurality contribui para a redução da competição eleitoral nos municípios brasileiros e que o fator da reeleição afeta pouco o lançamento de candidaturas.
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