Navegando por Autor "Horochovski, Rodrigo Rossi"
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Outro Como doadores de campanha forjam comunidades de partidos : uma análise das redes de financiamento das eleições de 2014(2016) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Camargo, Neilor Fermino; Tribunal Superior EleitoralTraz resultados de pesquisa em que analisamos os papeis dos diferentes atores - pessoas físicas, empresas e agentes partidários - que participam da rede de financiamento das eleições gerais de 2014. As seguintes perguntas nos orientam: quais comunidade de partidos são forjadas pelas doações dos atores participantes da rede de financiamento eleitoral de 2014? Que estratégias podem ser depreendidas a partir disso? Em que medida o direcionamento dos recursos pelos doadores para comunidades de partidos está relacionado ao desempenho eleitoral? Para respondê-las, aplicou-se a metodologia de análise de redes sobre dados de financiamento de campanha disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como resultado, é possível encontrar algum resquício de ideologia partidária nas redes engendradas por pessoas físicas. Empresas, por seu turno, agrupam partidos em função da busca bem sucedida de candidaturas vitoriosas. Já os agentes partidários visam, prioritariamente, a montagem de coalizões eleitorais que, num momento posterior, convertem-se nas coalizões de governo e oposição.Outro Como os partidos distribuem o dinheiro : estrutura organizacional e recursos eleitorais em 2014 no Brasil(2018) Bolognesi, Bruno; Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralOutro As eleições de 2010 no Brasil na perspectiva da análise de redes sociais(2014) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Tribunal Superior EleitoralApresenta a análise dos 288.231 relacionamentos/transações financeiras estabelecidos entre 256.759 doadores e receptores de recursos financeiros nas eleições de 2010, contemplando os cargos de Presidente, Senador, Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual, em todas as unidades da federação. Demonstra-se a conectividade entre 92,5% dos componentes da rede, com destaque para a identificação unívoca das transações entre as pessoas jurídicas e os comitês e direções partidárias. As clivagens regionais permitiram identificar os agentes que estendem seus interesses para além da dimensão estadual e a clivagem partidária possibilitou visualizar os atores cujos interesses transcendem os da agremiação partidária. Assim organizada, a análise de redes sociais permitiu uma descrição topológica e da modularidade (comunidades) das relações de poder que se revelam através dos financiamentos eleitorais. Por fim, traz o posicionamento das candidatas (clivagem de gênero) e as medidas de associação e correlação entre as variáveis que caracterizam as redes de financiamento e os resultados eleitorais do pleito pesquisado.Artigo Empresários e financiamento de campanhas na eleição presidencial brasileira de 2014(2016) Mancuso, Wagner Pralon; Horochovski, Rodrigo Rossi; Camargo, Neilor FerminoAnalisa o financiamento empresarial de campanhas na eleição presidencial brasileira de 2014. Em primeiro lugar, discute fatores de nível individual e setorial que influenciam a decisão dos empresários de contribuir para campanhas eleitorais. Em segundo lugar, explica a dinâmica do fluxo de receitas eleitorais na eleição estudada. Em terceiro lugar, mostra como o financiamento eleitoral empresarial se distribuiu naquela eleição, mensurando o total investido por empresas e setores econômicos, bem como o grau de dependência e dominância das diversas candidaturas em relação às doações feitas pelos diferentes setores da economia brasileira. Por fim, a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu as doações eleitorais do empresariado, o artigo reflete sobre o futuro do financiamento de campanhas no país e sobre o modo pelo qual as mudanças poderão afetar o comportamento dos partidos políticos e de suas respectivas candidaturas presidenciaisArtigo Estruturas de poder nas redes de financiamento político nas eleições de 2010 no Brasil(2016) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Silva, Edson Armando; Silva, Joseli Maria; Camargo, Neilor FerminoAnalisa os 299.968 relacionamentos estabelecidos entre os 251.665 doadores e/ou receptores de recursos financeiros legais abrangidos pelas prestações de contas das campanhas nas eleições de 2010 no Brasil, englobando todos os candidatos e partidos. Aplica-se aos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a metodologia de análise de redes sociais e tratamentos estatísticos complementares para a exploração da topologia das sub-redes (componentes) e dos cálculos de centralidade dos atores - candidatos, agentes partidários e financiadores privados. Os resultados expõem a alta conectividade e assimetria da rede de financiamento eleitoral no Brasil e mostram que o posicionamento dos atores em estratos da rede é determinante para o desempenho tanto de candidatos quanto de financiadores, revelando, de uma forma inédita, uma elite no poder político-eleitoral brasileiro.Artigo Financiamento eleitoral empresarial direto e indireto nas eleições nacionais de 2014(2018) Mancuso, Wagner Pralon; Horochovski, Rodrigo Rossi; Camargo, Neilor Fermino; Tribunal Superior EleitoralAs eleições brasileiras de 2014 foram as primeiras em que se tornou obrigatória a identificação das fontes originárias dos recursos transferidos pelos partidos para os candidatos. Assim, o artigo compara os perfis dos candidatos a deputado federal contemplados por doações empresariais diretas e indiretas (nas quais os partidos intermedeiam a relação entre empresas e candidatos). A questão do trabalho é: como determinantes do financiamento eleitoral que a literatura considera importantes operam em ambos os tipos de doação? A ideia central, que se desdobra em 5 hipóteses, é que, em ambos os tipos de doação, ainda que por razões distintas, os determinantes operam de forma similar. Tais determinantes são de natureza política, como capital eleitoral, pertença à base e porte do partido; e, de natureza individual, como sexo, cor da pele e escolaridade, e constituem as variáveis independentes desta pesquisa. A variável dependente são os valores arrecadados pelos candidatos. Os dados foram coletados do Repositório de Dados Eleitorais do TSE. Mediante modelo de regressão linear múltipla, concluímos que candidatos de mesmo perfil são mais beneficiados pelo financiamento empresarial direto e indireto. Assim, a intermediação dos recursos empresariais pelos partidos não democratiza a distribuição desses recursos.Outro Impactos da proibição do financiamento empresarial nas eleições para vereador em 2016 no Brasil(2020) Junckes, Ivan Jairo; Horochovski, Rodrigo Rossi; Thomaz, Laís Forti; Tribunal Superior EleitoralArtigo Um modelo para capturar a relação entre financiamento eleitoral e contratação de bens e serviços : o caso de Curitiba(2016) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Camargo, Neilor Fermino; Silva, Edson ArmandoApresenta um modelo para capturar a relação entre financiamento eleitoral e contratação de bens e serviços usando a metodologia de análise de redes sociais (ARS). Com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral e Prefeitura Municipal de Curitiba (PMC), geramos e cruzamos as redes de financiamento de campanha (eleições de 2012 e 2014) e de pagamentos a favorecidos pelo poder Executivo municipal em 2013 e 2014. Com isso, foi possível identificar, com razoável grau de automação, empresas que ao mesmo tempo são doadoras para candidatos e partidos e favorecidas por pagamentos efetuados pela PMC, decorrentes de contratos de fornecimentos de bens e serviços. O modelo proposto mostra-se, portanto, viável e indica potenciais para investigações com escalas espaciais e temporais mais amplasArtigo Pragmatismo ou ideologia? Setores empresariais e financiamento de campanha em 2014(2021) Mancuso, Wagner Pralon; Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Camargo, Neilor Fermino; Tribunal Superior EleitoralApresenta um estudo do comportamento doador de setores empresariais nas eleições brasileiras de 2014, focalizando a disputa por dois cargos: presidente da república e deputado federal. Aplicando as técnicas de análise de redes sociais e de regressão linear múltipla aos dados sobre financiamento eleitoral divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o artigo mostra que importantes setores econômicos, as principais candidaturas presidenciais e os maiores partidos políticos formaram em 2014 uma elite político-econômica altamente interconectada, cujas relações internas são marcadas por critérios pragmáticos, em vez de ideológicos.Artigo Redes de doadores e financiamento político em 2014 : distinguindo doações para candidatos, partidos e comitês financeiros nas eleições presidenciais brasileiras(2015) Cervi, Emerson Urizzi; Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Tribunal Superior EleitoralAplica a metodologia de Análise de Redes Sociais (ARS) para caracterizar o financiamento de campanhas nacionais brasileiras a partir das redes constituídas pelos doadores. Os resultados mostram diferenças nas estratégias de arrecadação dos partidos e maior consistência ideológica na formação da rede de doadores partidários, frente aos doadores a candidatos e aos comitês partidários.Outro Redes de financiadores, partidos políticos e candidatos nas eleições de 2014 no Brasil(2016) Junckes, Ivan Jairo; Horochovski, Rodrigo Rossi; Camargo, Neilor Fermino; Tribunal Superior EleitoralAnalisa um conjunto de 220.325 relacionamentos ocorridos entre 185.255 financiadores, candidatos e agentes partidários participantes das eleições de 2014 no Brasil. O fluxo total de recursos supera sete bilhões de reais e abrange todos os cargos em disputa em todas as unidades da federação naquele pleito.Artigo Redes de financiamento eleitoral nas eleições de 2008 no litoral do Paraná(2014) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Silva, Edson Armando; Camargo, Neilor Fermino; Almeida, Leandro Batista de; Silva, Joseli MariaQuem são os atores centrais nas redes de financiamento eleitoral? Como as posições dos atores nessas redes relacionam-se aos resultados eleitorais? Que estratégias podem ser identificadas a partir das posições dos atores? Para responder essas questões, aplicamos a análise de redes sociais sobre os dados das eleições de 2008, no litoral do Paraná. As clivagens regional, partidária e de gênero revelaram baixa integração intermunicipal e alta centralidade das candidaturas majoritárias. Encontramos, também, duas estratégias principais entre os atores: 1) buscar posições centrais em torno das campanhas majoritárias mais bem sucedidas; 2) isolar-se das redes de financiamento, adotada sobretudo pelos candidatos a vereador. Apesar da assimetria de gênero, as mulheres eleitas exercem intermediação na rede e não há diferenças estatísticas significativas entre mulheres e homens para esta medida.Artigo Redes de partidos políticos tecidas por financiadores : um estudo das eleições de 2010 no Brasil(2015) Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Silva, Edson Armando; Silva, Joseli Maria; Camargo, Neilor Fermino; Tribunal Superior EleitoralComo investigar as conexões financeiras entre diferentes partidos políticos? O que elas revelam sobre as estratégias dos diferentes financiadores dos partidos nas eleições de 2010 no Brasil? Tais questões são respondidas neste artigo. Para tanto, analisamos 299.968 transações financeiras/relacionamentos entre 251.665 doadores e receptores de R$ 4.803.641.442,00 no referido pleito. A metodologia de análise de redes sociais (ARS) permitiu a projeção e investigação dos fluxos entre os financiadores e financiados que participaram do pleito em um enfoque complementar às perspectivas embasadas na análise estatística de atributos de candidatos ou grupos, presentes na maioria dos estudos de ciência política sobre o tema. Os resultados da pesquisa evidenciam uma função de triangulação de recursos exercida pelos agentes partidários e o empoderamento das direções partidárias no sentido de protagonizar a alocação de recursos vitais, tornando-se, assim, peças-chave no jogo político-eleitoral. Adicionalmente, financiadores de diferentes tipos priorizam objetivos distintos dentro da rede: pessoas físicas forjam comunidades partidárias com maior consistência ideológica; as comunidades construídas pelas empresas guardam relação direta com o desempenho futuro das agremiações no pleito; os partidos, quando doam, privilegiam a montagem de coligações que correspondem às coalizões vindouras de governo e oposição em nível nacional. As correlações entre financiamento e resultados eleitorais reforçam tais achados.
