Navegando por Autor "Martins, Flávia Bozza"
Agora exibindo 1 - 6 de 6
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Dissertação Avaliação do desempenho do presidente na economia e políticas públicas como determinantes do comportamento eleitoral na América Latina : o voto econômico entre 2004 - 2012(2014) Martins, Flávia Bozza; Veiga, Luciana FernandesVerifica o que pesou na avaliação positiva do presidente latino-americano entre 2004 e 2012. Buscou-se investigar se a avaliação dos incumbentes esteve influenciada pelo desempenho econômico e atuação dos presidentes sobre políticas públicas. Nossa hipótese é operacionalizada pelas variáveis da literatura do voto econômico e incorpora, além da variável ideologia, variáveis que medem o desempenho dos presidentes em matérias não econômicas. Para tanto, elaboramos banco de dados agregados provenientes do Barômetro das Américas; Comisión Económica para América Latina y Caribe e Transparency International. Foram analisadas 36 eleições, referentes a dezoito países latino-americanos. Os resultados apontam para a existência do comportamento racional entre os eleitores. Os dados relativos à percepção do desempenho do mandatário têm impacto sobre a avaliação positiva do mesmo. Já os dados objetivos de crescimento econômico e índice de corrupção não impactam diretamente na avaliação do presidente. Contudo, se mostram capazes de explicar a percepção do desempenho do presidente por parte dos eleitores, indicando impacto indireto na avaliação positiva do presidente.Artigo Os condicionantes da aceitação e da rejeição à propaganda negativa na eleição presidencial de 2014(2018) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior EleitoralAvalia a recepção da propaganda negativa na disputa presidencial de 2014, tendo como marco teórico a discussão derivada da literatura internacional, segundo a qual a recepção da propaganda negativa varia de acordo com o tema em debate, a utilização ou não de evidências, o tipo de orador e se feita de maneira comparativa ou direta. O artigo utiliza a técnica de recepção da propaganda política por meio da realização de quatro grupos focais com eleitores do Rio de Janeiro, que foram estimulados a avaliar comerciais de ataques exibidos no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral. Os resultados indicam que comerciais com conteúdo político, amparados em evidências que sustentam o conteúdo das acusações e de maneira comparativa é o modelo mais aceito de ataques entre os eleitores.Outro Determinantes do comportamento eleitoral dos latino-americanos(2016) Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior EleitoralArtigo Propaganda negativa na campanha presidencial em 2014. Ou como tudo que é frágil se desmancha no ar(2015) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior EleitoralAnalisa como a propaganda negativa de Dilma Rousseff contra seus adversários foi fundamental para assegurar a sua reeleição dentro de um contexto político marcado por forte sentimento de mudança. Busca mostrar como as intenções de voto, assim como as taxas de rejeição de Aécio Neves e Marina Silva, flutuaram no decorrer da campanha mediante os ataques feitos pela presidente com base na análise de quatro grupos focais realizados no Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 30 de setembro, com eleitores das classes C e B. A análise mostra que a propaganda negativa ofereceu um arsenal de argumentos que foram assimilados e processados pelos eleitores com intenção de voto volátil ou indecisos e tiveram impacto na decisão final do voto. A propaganda negativa contra Marina Silva serviu para descredenciar o seu programa de governo e a atitude da candidata. No caso dos ataques contra Aécio Neves, eles reforçaram atitudes já presentes no eleitorado e ajudaram a desconstruir sua imagem como gestor em Minas Gerais. Finalmente, o artigo procura contribuir para o conhecimento sobre os determinantes da propaganda negativa ao incluir como razões para a utilização dessa estratégia a força relativa do governante segundo a sua popularidade.Artigo O voto econômico na América Latina : estado da arte(2013) Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a literatura recente acerca do voto econômico em novas democracias, especificamente nas novas democracias da América Latina. O voto econômico é característico de países com economias prósperas e democracias estáveis. Países da América Latina são considerados países pobres e economias em crise. O objetivo dos estudos analisados neste artigo é verificar se há a presença do voto econômico entre os eleitores latino-americanos ou se seriam outras as variáveis que contariam nas decisões desse eleitor. Constata-se que o comportamento eleitoral na região é sofisticado. Os eleitores são capazes de responsabilizar os seus mandatários por seu desempenho na gestão da economia, punindo-os ou recompensando-os politicamente por suas condutas no governo. Palavras-chave: voto econômicoArtigo O voto econômico na América Latina entre 2004 - 2012 : avaliação da economia e do desempenho do governo em políticas públicas e de combate à corrupção(2017) Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior EleitoralVerifica o que pesou na avaliação positiva do presidente latino-americano entre 2004 e 2012. Buscou-se investigar se a avaliação dos incumbentes esteve influenciada pelo desempenho econômico e atuação dos governos sobre políticas públicas e de combate à corrupção. A hipótese é operacionalizada pelas variáveis da literatura do voto econômico e incorpora, além da variável ideologia, variáveis que medem o desempenho dos presidentes em políticas públicas e de combate à corrupção. Para tanto, foram elaborados banco de dados agregados e foram analisadas 36 eleições, referentes a dezoito países latino-americanos. Os resultados relativos à percepção do desempenho do mandatário têm impacto sobre a avaliação positiva do mesmo. Já os dados objetivos de crescimento econômico e índice de corrupção não impactam diretamente a avaliação do presidente. Contudo, se mostram capazes de explicar a percepção do desempenho do presidente por parte dos eleitores, indicando impacto indireto sobre a avaliação positiva do presidente.
