Navegando por Autor "Roeder, Karolina Mattos"
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Outro Com que os partidos gastam seus recursos financeiros? Uma proposta de tipologia de gastos partidários(2019) Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralO dinheiro é um importante recurso de poder na política, no entanto, pouco sabemos sobre como ele é gasto no interior da organização partidária. A literatura de finanças políticas identifica que os partidos europeus gastam mais recursos com a manutenção de uma organização permanente enquanto os norte-americanos privilegiam os gastos com campanhas eleitorais (NASSMACHER, 2009). A teoria partidária costuma mobilizar dinheiro do ponto de vista do tipo de financiamento. Já as pesquisas de financiamento têm seu foco em análises eleitorais, mobilizando recursos de candidatos e partidos durante as eleições. Propõe-se no presente artigo o uso da despesa partidária para a identificação da estratégia dessas organizações, se voltados para a manutenção do aparato organizacional ou para as eleições. Para isso, foram categorizados os gastos partidários em cinco: despesas com pessoal, sedes, política, comunicação e publicidade, com base na literatura estrangeira recente que propõe a análise das despesas dos partidos para identificação de estratégia organizacional (BLUMENBERG, 2013; SMULDERS & MADDENS, 2018). No desenvolvimento desta pesquisa, foi aplicado tal modelo e analisados os gastos oficiais declarados pela sede nacional de dez partidos políticos brasileiros: PT, PSB, PDT, PSDB, DEM, PR, PMDB, PPS, PV e PSOL, de 1997 a 2014, para identificar o comportamento dos partidos ao longo do período em tela.Outro Como os partidos distribuem o dinheiro : estrutura organizacional e recursos eleitorais em 2014 no Brasil(2018) Bolognesi, Bruno; Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralOutro Existe uma nova direita no Brasil? Uma proposta de classificação e análise de seu perfil social(2016) Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralBusca evidenciar o surgimento de uma "nova direita" brasileira, de um grupo de partidos "fisiológicos" e o crescimento eleitoral desses dois grupos de partidos, a partir da análise de documentos partidários oficiais e classificação das agremiações de direita, que de 1998 a 2014 lançaram candidatos à Câmara dos Deputados.Artigo A ideologia partidária e a seleção de candidatos nas eleições municipais de 2016 em Curitiba(2018) Babireski, Flávia Roberta; Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralOs partidos políticos detêm o monopólio sobre a formação de listas dos candidatos aos cargos eletivos, atividade primordial para a sua sobrevivência. A questão que trazemos é de que forma e por quem são formuladas essas listas. Buscando respondê-la, nos debruçamos sobre a seleção de candidatos a vereador no município de Curitiba em 2016. Partindo da literatura que aponta diferenças procedimentais na seleção de candidatos a depender do espectro ideológico do partido (DUVERGER, 1970; PANEBIANCO, 2005; HAZAN & RAHAT, 2010) analisamos os aspectos: forma de seleção; quem seleciona; requisitos dos candidatos; e descentralização do processo. Os achados da literatura apontam para seleções mais centralizados e com mais exigências informais em partidos de esquerda e focadas em poucos líderes e com menos requisitos informais, em partidos de direita. Para testar a hipótese utilizamos os dados do survey Quem decide concorrer? Um estudo dos candidatos a vereador (e de seus partidos) em Curitiba nas eleições de 2016. Os resultados encontrados são de que há diferenças nos processos de seleção dos partidos a depender da sua ideologia, confirmando a hipótese do trabalho. Partidos de esquerda se apresentam comparativamente mais inclusivos e democráticos no processo seletivo, já os partidos de centro e de direita apresentam comportamentos semelhantes em si e distintos da esquerda, sendo menos inclusivos e mais centralizados.Artigo Partido, gênero e cor : a seleção de candidatos no PSTU nas eleições gerais de 2014(2015) Dantas, Eric Gil; Roeder, Karolina MattosDiscute o caso do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) que foi o partido nas eleições gerais de 2014 com a maior proporção de candidatas mulheres e candidatos autodeclarados pretos. Para isto, foi feita entrevista com três dirigentes deste partido a fim de encontrar os critérios de formulação da lista de candidatos. Concluímos que há particularidades na organização partidária do PSTU, as quais possibilitam que políticas programáticas cheguem às listas partidárias com maior eficiência. No caso das mulheres as cotas são substituídas por uma política de incentivo organizacional e no caso dos negros por um constrangimento moral diante do racismoArtigo Partidos e representação política(2018) Madeira, Rafael Machado; Quadros, Marcos Paulo dos Reis; Roeder, Karolina Mattos; Zuccolotto, Vinícius Rodrigues; Tribunal Superior EleitoralArtigo Os partidos importam na relação Executivo-Legislativo local? O caso dos governos municipais petistas em Contagem/MG e Joinville/SC(2018) Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralAnalisa de maneira comparada, a partir do modelo partidário do neoinstitucionalismo, dois mandatos municipais eleitos pelo Partido dos Trabalhadores em dois municípios com características socioeconômicas e populacionais semelhantes, mas que tiveram desempenho eleitoral diferente, considerando que o primeiro foi reeleito e o segundo, não. São eles, o município de Contagem (MG) e Joinville (SC). O objetivo da pesquisa é identificar diferenças entre a formação de coalizões e poder de agenda nessas cidades para o período estudado. Para tanto, é analisada a produção legislativa do Executivo em três temas distintos com projetos de lei que tendem a ser polêmicos, para verificar como se deu o desempenho do Executivo no Legislativo. Os achados apontam para o poder de agenda conferido ao Executivo em ambas as cidades, já que os projetos de lei foram aprovados em sua totalidade, apesar de ambos não contarem com o apoio da maioria em dois anos de mandato. No entanto, encontrou-se em ambos os casos um número baixo de projetos de lei submetidos à aprovação do Legislativo, indo ao encontro dos achados de Rangel (2012) e Filho (2015) sobre a atuação do Poder Executivo, apesar de propormos uma interpretação diferente sobre as razões do Executivo submeter menos propostas. Ademais, a corrente partidária apresentou limitações para o entendimento da dinâmica da relação Executivo-Legislativo para municípios com 600 a 700 mil habitantes uma vez que nessas cidades as decisões não ocorrem necessariamente nas instâncias partidárias.Dissertação Relação Executivo-Legislativo na esfera local : os governos petistas em Contagem (MG) (2005 a 2008) e Joinville (SC) (2008 a 2012)(2016) Roeder, Karolina Mattos; Bolognesi, BrunoÀ luz das correntes distributivista e partidária do neoinstitucionalismo, há na Ciência Política Brasileira, variadas explicações sobre como deveria ser o nosso sistema político e quais as consequências do desenho institucional que está em funcionamento. Junto desses dilemas, há o esforço de pesquisadores em compreender como se dão as relações entre o Executivo e Legislativo em nível municipal. É nesse sentido que a presente pesquisa pretende contribuir com o debate. Analisamos de maneira comparada, a partir do modelo partidário do neoinsitucionalismo da escolha racional, o município de Contagem (MG) e Joinville (SC) para verificarmos se houve diferenças entre a formação de coalizões e poder de agenda nessas cidades, e se há alguma relação causal entre poder de agenda e reeleição do mandatário. Analisamos a produção legislativa do Executivo, a fim de verificarmos como se deram as tramitações e como foi o desempenho do Executivo no Legislativo. Os resultados apontaram para o poder de agenda conferido ao Executivo de ambas as cidades, garantido institucionalmente. Ambos os Executivos tiveram suas agendas atendidas integralmente, no entanto, não houve para os casos estudados relação causal entre poder de agenda e reeleição do mandatário.Outro Seleção de candidatos e poder local : estrutura e personalismo nas eleições de 2016 em Curitiba(2017) Roeder, Karolina Mattos; Bolognesi, Bruno; Cruz, Giovanna Castro; Tribunal Superior EleitoralInvestiga de que forma os partidos políticos, que gozam de autonomia ao nível local no Brasil, selecionam seus candidatos. A hipótese sustentada é que partidos dotados de maior infraestrutura - idade, número de filiados, complexidade organizacional, quantidade de membros, diretório ou comissão provisória - selecionam seus candidatos de forma democrática, mobilizando diferentes faces no interior do partido. Por outro lado, partidos sem força organizacional, com fraca ossatura, optariam por práticas personalistas e pouco inclusivas no momento de escolher os candidatos que os representarão no legislativo local. O objetivo que propomos é: entender como a estrutura do partido pode determinar a forma com que os mesmos realizam escolhas importantes. Os resultados apontam que essa hipótese está equivocada. Independente da estrutura do partido político, os incentivos para comportamentos pouco democráticos e personalismo eleitoral são universais e muito intensos no sistema político local brasileiro.Outro Seleção de candidatos em nível subnacional : estrutura partidária e personalismo nas eleições de 2016 em Curitiba(2017) Roeder, Karolina Mattos; Babireski, Flávia Roberta; Leveguen, Brina Deponte; Tribunal Superior EleitoralSe o 'jardim secreto' dos partidos políticos é ainda tema recente na literatura politológica, saber de que modo e com quais critérios são escolhidos os candidatos legislativos em nível local é ainda mais obscuro. Tentando preencher esta lacuna, entrevistaram-se mais de 700 candidatos a vereador nas eleições municipais de 2016 em Curitiba/PR. Realizou-se um survey com pleiteantes de mais de vinte partidos de diferentes ideologias, tamanhos, orientações programáticas, legendas estabelecidas e estreantes. Assim, investigou-se de que forma os partidos políticos, que gozam de autonomia ao nível local no Brasil, selecionam seus candidatos. A hipótese por sustentada é que partidos dotados de maior infraestrutura - idade, número de filiados, sede própria, staff remunerado - selecionam seus candidatos de forma democrática, mobilizando diferentes faces no interior do partido. Por outro lado, partidos sem força organizacional, com fraca ossatura, optariam por práticas personalistas e pouco inclusivas no momento de escolher os candidatos que os representarão no legislativo local. O objetivo proposto é: entender como a estrutura do partido pode determinar a forma com que os mesmos realizam escolhas importantes. Os resultados apontam que nossa hipótese está equivocada. Independente da estrutura do partido político, os incentivos para comportamentos pouco democráticos e personalismo eleitoral são universais e muito intensos no sistema político local brasileiro.
