Navegando por Autor "Santana, Luciana"
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Outro Ambição e trajetórias políticas dos legisladores na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai(2006) Santana, Luciana; Tribunal Superior EleitoralArtigo Da judicialização da política à atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal no Twitter(2022) Santana, Luciana; Carvalho, Isadora Leal; Tribunal Superior EleitoralCom a judicialização da política, é cada vez mais evidente que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são atores políticos independentes no processo de formulação das políticas públicas. De forma que, com expansão Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC's), aos quais os Ministros do STF não são imunes, é possível que a atuação política dos ministros do STF esteja sendo estendida ao campo virtual. Com este enfoque, o presente artigo tem como objetivo averiguar o uso do Twitter pelos Ministros do STF como forma de expressão política. Partindo da hipótese de que a atuação política dos ministros do STF no Twitter é um movimento em progressão, ao tempo que o Twitter funciona como instrumento que permite a comunicação entre o Judiciário e o povo, contribuindo para a construção de decisões através de um processo dialético entre os membros do Judiciário e a sociedade, serão identificados quais dos ministros dispõem de conta, a forma com a qual descrevem a si mesmos, a data de criação da conta, o número de seguidores e a quantidade de publicações (ou tweets) realizadas.Artigo Los efectos del fin de las coaliciones electorales de Brasil en 2020(2021) Santana, Luciana; Vasquez, Vitor; Sandes-Freitas, Vítor Eduardo Veras de; Tribunal Superior EleitoralLas elecciones municipales de 2020 en Brasil fueron las primeras bajo el efecto de la Enmienda a la Constitución 97/2017, que estableció el fin de las coaliciones para las elecciones proporcionales. Uno de los posibles resultados de la nueva norma sería la reducción del número de partidos en la legislatura. Al fin y al cabo, antes las coaliciones se trataban como un solo partido a efectos del reparto de escaños, lo que producía que los partidos por sí solos no alcanzaran el cociente electoral para ganar escaños. La hipótesis de esta investigación es que este efecto sí ocurrió, y de forma más aguda en los municipios más pequeños, debido a sus menores magnitudes electorales. Basándose en la estadística descriptiva e inferencial, los resultados confirman la hipótesis luego de comparar los datos electorales de 2020 en relación con las elecciones anteriores (2016 y 2012). El número de partidos con concejalas y concejales electos, y el número efectivo de partidos legislativos (NEPL) han disminuido. Además, el efecto es más pronunciado en los municipios más pequeños. Esto confirma el impacto de la nueva norma en el sistema de partidos, lo cual indica que esta tendencia también se produce a nivel nacional y estatal.
