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Navegando por Autor "Silva, Bruno Fernando da"

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    Outro
    É financiado porque é competitivo ou é competitivo porque é financiado? Intenção de voto e receitas eleitorais de candidatos ao Senado em 2014
    (2016) Silva, Bruno Fernando da; Gonçalves, Ricardo Dantas; Tribunal Superior Eleitoral
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    Outro
    Entre continuidades e mudanças : o perfil das receitas de candidatos a deputado federal no Brasil (2010-2014)
    (2015) Cervi, Emerson Urizzi; Silva, Bruno Fernando da; Tribunal Superior Eleitoral
    Entre as eleições brasileiras de 2010 e 2014 a regulamentação via resolução do TSE que trata do financiamento de campanhas foi alterada, tornando as prestações de contas mais rigorosas e transparentes. Um dos efeitos identificados nas disputas majoritárias, especialmente para as eleições municipais de 2012, foi a transferência das doações empresariais diretas aos candidatos para os partidos. Diante disso, o objetivo do artigo é identificar possíveis mudanças nos padrões de doações também em campanhas proporcionais - para deputado federal - em 2014. A hipótese é que além de acompanhar o padrão das disputas majoritárias, com crescimento de doações indiretas a candidatos a deputado federal via partido político, houve também maior concentração desse tipo de receita entre os eleitos de partidos grandes. O pressuposto é que empresas tendem a doar mais para candidatos com maiores chances de vitória e de partidos mais estruturados. Para testar a hipótese utilizamos métodos quantitativos para estudar as informações das prestações de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de todos os 4,2 mil candidatos a deputado federal em 2010 e 4,8 mil em 2014, no Brasil. Os resultados mostram que os maiores aumentos das doações partidárias em 2014 foram para os candidatos eleitos, quando comparados a 2010. Além disso, partidos médios foram os que apresentaram maiores transferências de recursos partidários aos seus candidatos e não os partidos grandes, como esperado inicialmente.
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    Artigo
    Padrões de financiamento eleitoral no Brasil : as receitas de postulantes à Câmara dos Deputados em 2010 e 2014
    (2017) Silva, Bruno Fernando da; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior Eleitoral
    A partir de 2006, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou públicas, por meio digital, as prestações de contas de candidatos, partidos e comitês, houve um crescimento significativo no volume de trabalhos que analisam o financiamento de campanhas no Brasil. Todavia, com o protagonismo assumido pelas empresas, a importância e o impacto das demais receitas têm sido pouco abordados. O objetivo aqui é preencher parte dessa lacuna, detalhando o quanto cada uma das fontes de recurso contribui para o total arrecadado e quanto os competidores diferem-se em volume de financiamento. Para  isto, foram analisadas as contas eleitorais de candidatos à Câmara dos Deputados nas eleições gerais de 2010 e 2014. Metodologicamente, conjugou-se estatística descritiva e testes de diferenças de médias. Os resultados indicam que o desempenho eleitoral está associado não somente ao volume de receitas, mas também à elevada presença de alguns tipos de doadores, como pessoas jurídicas e partidos. O posicionamento em relação ao governo federal, entretanto, afeta o montante arrecadado, mas não é um bom critério para avaliar a forma com que os candidatos são financiados.
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    Dissertação
    Para além do financiamento empresarial : a alocação de recursos econômicos nas campanhas à Câmara dos Deputados (2010-2014)
    (2016) Silva, Bruno Fernando da; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior Eleitoral
    Desde 2006, quando a justiça eleitoral brasileira tornou pública por meio digital as prestações de contas de candidatos, partidos e comitês, observa-se um crescimento significativo no volume de trabalhos que analisam o financiamento de campanhas. Questões como o impacto do dinheiro sobre o desempenho eleitoral, o perfil de candidatos bem financiados e os resultados da relação entre doador empresarial e candidato são recorrentes na bibliografia recente. Todavia, com o protagonismo assumido pelas empresas no financiamento de campanhas, a importância e o impacto das demais receitas têm sido menos enfatizados. Este trabalho é uma tentativa de ampliar os conhecimentos sobre perfis de arrecadação dos candidatos à Câmara dos Deputados e o papel desempenhado por todos os tipos de receitas doados às campanhas. O objetivo, portanto, é detalhar o quanto cada fonte de recurso contribui para o total arrecadado e se os competidores se diferem em financiamento. Para isso, os candidatos foram analisados em duas eleições (2010 e 2014) e em três diferentes aspectos: em relação ao seu desempenho eleitoral, arrecadação total e o posicionamento de seu partido em relação ao governo federal antes das eleições. Metodologicamente, conjugou-se estatística descritiva com testes de hipóteses para diferenças de médias - ANOVA e teste t. Os resultados indicam uma mudança de estratégia das empresas de 2010 para 2014, onde predominaram as doações aos partidos em detrimento aos candidatos. Além disso, os candidatos diferem-se em volume de recursos arrecadado por meio de cada uma das fontes. Já em forma de financiamento, verifica-se um comportamento muito semelhante entre oposição e governo, indicando que este não é um critério que influência a decisão dos grandes financiadores (notadamente, as empresas).
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    Artigo
    Pesquisas eleitorais afetam receitas de campanha : a correlação entre expectativa de vitória e financiamento de campanha em disputas ao Senado
    (2019) Silva, Bruno Fernando da; Gonçalves, Ricardo Dantas; Tribunal Superior Eleitoral
    Trata do financiamento de campanhas no Brasil. Embora não faltem evidências de que as arrecadações de campanha estão associadas ao sucesso eleitoral, pouco se sabe sobre o quanto a intenção de voto pode afetar o montante arrecadado pelos candidatos. O objetivo é investigar este fenômeno.
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    Artigo
    O que (não) mudará com a proibição do financiamento empresarial às campanhas eleitorais no Brasil
    (2016) Silva, Bruno Fernando da
    Após onze eleições, as doações empresariais a partidos e candidatos foram mais uma vez vedadas no Brasil, agora por determinação do Supremo Tribunal Federal. Com essa nova proibição, espera-se reduzir a influência das empresas sobre a atuação dos políticos e tornar as campanhas menos desiguais. O objetivo deste paper é analisar as prestações de contas de candidatos à Câmara dos Deputados nas eleições de 2014 para inferir se é possível vislumbrar campanhas menos desiguais com a proibição do financiamento empresarial. Para isto, empregou-se análise de variância, para comparar médias de arrecadação, e regressão logística múltipla, para estimar a chance de sucesso eleitoral com base nos recursos recebidos pelos candidatos. Os resultados indicam que o impedimento do financiamento empresarial não deve alterar sensivelmente a relação dos candidatos com o dinheiro e nem reduzir as diferenças de arrecadação entre eles. Isso porque o autofinanciamento e as doações de pessoas físicas são regidos por normas flexíveis e que garantem a manutenção das desigualdades de recursos
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    Outro
    A relação entre dinheiro e (expectativa de) voto a partir das eleições municipais de 2008 a 2016
    (2017) Silva, Bruno Fernando da; Tribunal Superior Eleitoral
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    Outro
    A relação entre dinheiro e (expectativa de) voto a partir das eleições municipais de 2008, 2012 e 2016
    (2018) Silva, Bruno Fernando da; Tribunal Superior Eleitoral
    Verifica em qual medida a chance de vitória dos candidatos, definida por suas intenções de voto em pesquisas de opinião pública, podem determinar o total de recursos recebidos nos pleitos de 2008, 2012 e 2016. A hipótese da pesquisa é de que, quanto maior a intenção de voto dos candidatos, maior o volume de financiamento eleitoral recebido por eles. Isto porque, os doadores de campanha (e os próprios competidores envolvidos) adotariam um comportamento estratégico ao participar financeiramente da disputa, privilegiando candidatos mais viáveis em detrimento a candidatos com menor chance de lograr êxito na disputa. Além disso, espera-se também que o exercício do mandato e o apoio político do governador do estado sejam atributos que incrementem as arrecadações de campanha dos competidores em função das relações políticas, sociais e econômicas que esses predicados possibilitam a eles.
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