Argentina
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Periódico Estudos eleitorais : vol. 18, n. 1 (jan./jun. 2024)(Tribunal Superior Eleitoral, 2025) Tribunal Superior EleitoralArtigo Leyes subnacionales de paridad de género y unicameralidad : Córdoba (Argentina) como caso testigo(2023) Francovich, Mila; Cuesta, Lorena Saletti; Brussino, Silvina; Tribunal Superior EleitoralExplora el impacto de las leyes de paridad de género vigentes en la provincia de Córdoba en los últimos veinte años. Desde su implementación, tales normativas han contemplado un criterio de paridad vertical por el cual las listas electorales deben conformarse con un porcentaje equivalente de mujeres y varones, organizado con una alternancia secuencial aplicada tanto a titulares como a suplentes. Sin embargo, el efecto de estas normativas se debilita al aplicarse en Cámaras Legislativas como la de Córdoba, organizada bajo un sistema mixto que combina bancas correspondientes a distritos plurinominales y uninominales. Este estudio analiza la composición de la Unicameral Cordobesa, evidenciando los obstáculos que imposibilitan alcanzar una composición paritaria en la Cámara. Los resultados dan cuenta también de la subrepresentación de mujeres en otros roles jerárquicos dentro de la Cámara y en los Ministerios. En base a los hallazgos se realizan una serie de recomendaciones.Periódico Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 1, n. 2 (2012)(Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 2012) Tribunal Superior EleitoralOutro Coaliciones : un veto para la paridad de género en los gabinetes de América Latina(2017) Molina, Anabella; Tribunal Superior EleitoralEstudia la composición de los gabinetes presidenciales desde un perspectiva de género de los gobiernos electos en los últimos quince años en seis países de América Latina: Argentina, Brasil, Bolivia, Chile, Colombia y Perú. Se parte de la concepción de gabinetes como instituciones generizadas, las cuales niegan una participación efectiva de las mujeres. Luego se utiliza un índice de Poder de Género como indicador de dicha participación, el cual pondera la presencia femenina en los gabinetes por género y prestigio. Finalmente utilizando el método comparado de la diferencia (Pérez Liñan, 2007) y la conceptualización sobre actores de veto (Tsebelis, 1995), se muestra que en los gobiernos de coalición la participación efectiva de las mujeres es menor que en los gobiernos de un solo partido. Esto ocurre debido a que la presencia de un gobierno de coalición incluye un nuevo actor de veto partidario a la decisión presidencial.Periódico Revista parlamento e sociedade : vol. 5, n. 9 (jul./dez. 2017)(Câmara Municipal de São Paulo, 2017) Tribunal Superior EleitoralArtigo Sobre o debate : mulher e política(2010) Mateos, Araceli; Tribunal Superior EleitoralArtigo Mulheres no poder : aspectos sobre o discurso feminino nas campanhas eleitorais(2016) Panke, Luciana; Iasulaitis, SylviaAnalisa os spots eleitorais nas propagandas televisivas das campanhas presidenciais de Dilma Rousseff (Brasil), Michelle Bachelet (Chile) e Cristina Kirchner (Argentina) com o objetivo de verificar como as presidentes latino-americanas se posicionam enquanto gênero feminino em suas campanhas. A pergunta de pesquisa que orientou nossa análise foi: o posicionamento das candidatas neutraliza ou reforça estereótipos de gênero? Buscamos na literatura temática entender as questões implicadas nas leituras de gênero, em suas imbricações com as disputas eleitorais. Para a análise empírica, adotamos a análise de conteúdo para mensurar a presença do tema "mulher" nos spots, analisando, em seguida, o posicionamento adotado nos demais aspectos da campanha televisiva, a partir da presença de três códigos principais: icônico, linguístico e sonoro. Os resultados demonstraram que a agenda de temas relacionados à temática de gênero se concentrou em programas sobre maternidade e geração de emprego e que, para superar os estereótipos de gênero, as candidatas foram apresentadas com qualidades necessárias para a liderança política, enfatizando características tradicionalmente consideradas como masculinas, como determinação, seriedade, inteligência, competência, capacidade de liderança, entre outras. A análise dos spots demonstrou que, em alguns momentos, as próprias candidatas reproduziram estereótipos de gênero em suas campanhas.Artigo La construcción de la imagen de Cristina Kirchner y de de Dilma Rousseff en las elecciones presidenciales(2012) Gómez Castañeda, Eugenia Cecilia; Veiga, Luciana FernandesLa primera mujer elegida para el cargo de Presidente en América Latina fue Violeta Chamorro en Nicaragua en 1990. Luego vinieron Janet Jagan (Guyana, 1997), Mireya Moscoso (Panamá, 1999), Michelle Bachelet (Chile, 2006), Cristina Fernández de Kirchner (Argentina, 2007), Laura Chinchilla (Costa Rica, 2010) y Dilma Rousseff (Brasil, 2010). Estudiar la tendencia creciente de representación de las mujeres en la política es un tema cada vez más importante para la Ciencia Política latinoamericana. Con este texto intentamos un análisis todavía inicial sobre la construcción de la imagen de dos candidatas exitosas en las elecciones presidenciales en América Latina.Artigo A construção da imagem de Cristina Kirchner e de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais(2012) Gómez Castañeda, Eugenia Cecilia; Veiga, Luciana FernandesArtigo A eficácia das cotas eleitorais na Argentina e no Brasil(2016) Fernandez, Fernando F. A.; Souza, Cristiane Aquino deA maioria dos países latino-americanos adotou leis que estabelecem cotas eleitorais de gênero na década de 1990 e, mais precisamente, em 1996 e 1997, anos imediatamente posteriores à IV Conferência Mundial sobre a mulher de Pequim (1995), cuja Plataforma de Ação busca garantir o acesso igualitário e a plena participação das mulheres nas estruturas de poder e tomada de decisões. Os efeitos da aplicação das cotas muda significativamente entre os países. A Argentina constitui exemplo de um país onde as cotas contribuíram, notoriamente, para o incremento da participação das mulheres no Parlamento, ao passo que, no Brasil, não tiveram um efeito positivo. Dessa forma, este trabalho pretende analisar o processo de adoção e a eficácia das leis que estabeleceram cotas eleitorais de gênero na Argentina e no Brasil. Busca-se, com isso, compreender os fatores que influenciaram o grau de efetividade dessas leis no sentido de aumentar a representatividade feminina nos Parlamentos.
