Argentina

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    Artigo
    Elección presidencial a tres vueltas : efectos de las primarias abiertas, simultáneas y obligatorias en Argentina y Uruguay
    (2022) Buquet, Daniel; Gallo, Ariadna; Tribunal Superior Eleitoral
    Se analizan las elecciones primarias presidenciales - abiertas, simultáneas y obli-gatorias para los partidos políticos - en Uruguay y Argentina. A pesar de su simili-tud, ambos sistemas ofrecen algunas diferencias: i) el voto es obligatorio en Ar-gentina y voluntario en Uruguay; ii) en Argentina compiten fórmulas completas (presidente y vice) y en Uruguay sólo se compite por la candidatura presidencial. Con un enfoque neo-institucionalista y analizando los resultados de las primarias, la investigación muestra que estas diferencias en las reglas generan consecuencias muy diferentes. En Uruguay promueven la competencia interna e incentivan la di-versidad de opciones dentro y entre los partidos. En Argentina el sistema desincen-tiva la competencia y promueve la coordinación de la elite desde el principio del proceso, concentrando la oferta y ordenando las preferencias en dos grandes blo-ques.
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    Artigo
    Representación visual y simbólica de la militancia en las campañas electorales de Cristina F. de Kirchner (2007 y 2011) y Dilma Rousseff (2010 y 2014)
    (2018) Rocca Rivarola, Dolores; Moscovich, Nicole Marina; Tribunal Superior Eleitoral
    Propõe uma interpretação comparativa sobre o lugar visualmente atribuído nas campanhas eleitorais de Cristina Fernández de Kirchner (2007 e 2011) e Dilma Rousseff (2010 e 2014) à militância pró-governo como um coletivo mobilizado e uma sustentação organizada. Isso, depois de sucessivas campanhas que privilegiaram uma imagem diferente: aquela do candidato em uma ligação direta, e sem mediações, com a cidadania. O levantamento de material empírico consiste em uma seleção de spots na Argentina e de todos os programas eleitorais do HGPE (Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral) no Brasil. A partir da análise de conteúdo qualitativa da propaganda eleitoral, observa-se uma maior hierarquização visual do coletivo militante nas campanhas de 2011 (Argentina) e 2014 (Brasil), em comparação com as duas anteriores (2007 e 2010). E, para o caso brasileiro, o artigo destaca a introdução na campanha de 2014 de um segundo modo de representação da militância, através de referências à trajetória de Dilma como ativista juvenil durante a ditadura militar.