Chile
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Resultados da Pesquisa
Periódico Estudos eleitorais : vol. 18, n. 1 (jan./jun. 2024)(Tribunal Superior Eleitoral, 2025) Tribunal Superior EleitoralPeriódico Suffragium - revista do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará : vol. 13, n. 22 (jan./dez. 2022)(Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, 2022) Tribunal Superior EleitoralPeriódico Revista populus : n. 14 (jun. 2023)(Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, 2023) Tribunal Superior EleitoralArtigo Federação partidária e seus reflexos na conjuntura política nacional(2023) Correia, Sandro Martins; Born, Rogério Carlos; Tribunal Superior EleitoralAbrange em sua temática as federações partidárias no Brasil (Lei 14.208/2021). Embasado no pressuposto, onde os partidos políticos comportamentalmente adotam fundamentados na obtenção da estabilidade organizativa Panebianco3, apresentar-se-á fases nas quais os objetivos vem se solidificando, partindo da promulgação da lei e finalizando no funcionamento parlamentar. Em linhas gerais, apresentamos os "cases" do Chile e do Uruguai no âmbito comparativo. E em sua finalização, se analisará as composições regionais e federais, bem como a representatividade legislativa dos partidos que já formalizaram federações no pleito de 2022. Nesse diapasão, será formulado, como argumento, a interferência dos aspectos eleitorais, bem como as tendências políticas na adoção ou não das federações em nosso modelo político- partidário. Como intuito e objetivo será exposto academicamente o vínculo entre a estabilidade das estruturas organizativas federativas em relação ao cenário político partidário, se houver o atendimento de pretensões e dos interesses eleitorais.Artigo Participação, pluralismo e autonomia das lideranças : Partido dos Trabalhadores, Frente Ampla e Partido Socialista do Chile em perspectiva comparada(2021) Melo, Carlos Ranulfo; Tribunal Superior EleitoralCompara o Partido dos Trabalhadores (PT), a Frente Ampla (FA) e o Partido Socialista do Chile (PS) no que se refere ao grau de autonomia adquirido por suas lideranças. Para tanto, considera quatro fatores explicativos, todos vinculados ao desenvolvimento organizacional de cada partido: a influência das bases no processo decisório; o balanço de poder entre os diversos grupos no interior de cada partido; a distância ideológica entre esses grupos; e a existência ou não de uma única liderança capaz de servir como ponto de referência e aglutinação do partido. A análise mostra que a maneira como estes fatores se combinaram na trajetória da FA permitiu que o partido mantivesse uma dinâmica consociativa e uma forte responsividade da liderança perante sua base, o que não foi verificado nos outros dois casos.Artigo Las relaciones entre el Komintern y el Partido Comunista de Chile (1922-1941)(2020) Grez Toso, Sergio; Tribunal Superior EleitoralIndaga los vínculos entre la Internacional Comunista (Komintern) y el Partido Comunista de Chile (PCCh) desde 1922 hasta 1941 a partir de las siguientes hipótesis. Entre 1927 y 1935 el PCCh sufrió dos rupturas mayores, tanto en los contenidos de su política nacional como en la relación con la Internacional. El primer quiebre, entre 1927 y 1933, significó el paso de una extraordinaria autonomía política a una sujeción prácticamente absoluta a los diferentes órganos komintereanos que, a través de una ruda intromisión trataron de convertirlo en un simple ejecutante de sus decisiones inspiradas por la política de "clase contra clase". El paso a la política frentepopulista en 1935 permitió al partido chileno mayores márgenes de autonomía frente a la Internacional Comunista. Aunque la relación con el Komintern se mantendría - en lo esencial - en los términos establecidos a comienzos de la década, los éxitos del partido chileno y el eclipse del Buró Sudamericano (BSA) de la Internacional, permitirían al PCCh un margen de acción algo menos asfixiante por parte de los organismos komintereanos.
