Espanha

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    Artigo
    Sondagens de opinião pública em Espanha e em Portugal
    (2003) Wert, José Ignacio; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Clivagens do sistema político espanhol da transição (1975-85)
    (1988) Coelho, Mário Baptista
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    Artigo
    Legitimidade política em novas democracias
    (2003) Gunther, Richard; Monteiro, José Ramón
    Não há um consenso claro sobre se as atitudes de apoio à democracia, de um lado, e a cidadania democrática, de outro, constituem um único domínio atitudinal, ou se são empiricamente distintas uma da outra. Em estudos empíricos de atitudes e comportamentos na Bulgária, Chile, Grécia, Hong Kong, Hungria, Itália, Espanha e Uruguai, encontramos provas claras de que essas atitudes são conceitual e empiricamente distintas, formando três dimensões atitudinais diferentes: apoio difuso à democracia, satisfação com o desempenho da democracia e indiferença política (que podem ser divididas ainda nos clássicos clusters interno e externo de eficácia). Esses três grupos têm correlatos comportamentais bem diferentes: a insatisfação leva a votos contra o partido que está no poder; uma falta de apoio difuso ao sistema está associada ao voto nos partidos antidemocráticos; e a indiferença leva a um baixo envolvimento dos cidadãos na política democrática. Não encontramos provas consistentes de que o apoio difuso à democracia (um componente chave da legitimidade do regime) dependa da satisfação com o desempenho da democracia.
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    Artigo
    As atitudes políticas na Espanha, segundo uma estrutura dimensional indutiva
    (2004) Mateos Díaz, Araceli
    Analisa as atitudes e percepções políticas dos espanhóis como constitutivas de sua cultura política, apontando o papel das atitudes políticas como um elemento necessário ao estabelecimento e consolidação da democracia no país. Apesar de concordar com a definição de Almond e Verba (1965) de que as atitudes políticas são englobadas pela cultura política, a autora apresenta uma crítica à sua classificação que divide as orientações em cognitivas, afetivas e avaliadoras e propõe que a distribuição das orientações não pode ser predeterminada, mas provém justamente da inter-relação entre elas. Em seguida, a autora propõe a construção de um modelo que distribua e agrupe os indicadores atitudinais diferentes dimensões. Embora as dimensões encontradas aproximem-se da classificação apresentada por Almond e Verba para a explicação do comportamento político, elas resultam de uma estrutura dimensional indutiva.