Hungria

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    Artigo
    Populismo e fake news na era da pós-verdade : comparações entre Estados Unidos, Hungria e Brasil
    (2020) Bernardi, Ana Julia Bonzanini; Costa, Andressa Liegi Vieira; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga a cultura política e o uso de fake news nas campanhas/governos desses líderes populistas no Brasil, nos EUA e na Hungria. Primeiramente, discute o histórico político de cada país, bem como o perfil de seus governantes e o uso de fake news. Em seguida, alia a opinião pública e a cultura política da população presentes nos dois últimos anos eleitorais em cada país. Na terceira e última parte, faz comparações entre esses três países, observando mudanças no cenário político digital a partir dos índices do V-Dem Institute (Varieties of Democracy) de 2019.
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    Artigo
    A representação parlamentar feminina, 1990-2014 : a Hungria, a Polónia e a República Checa em perspetiva comparada
    (2018) Duarte, Mariana Carmo; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa os diferentes níveis de representação parlamentar feminina na Hungria, Polônia e República Checa desde 1989, através de variáveis institucionais como as quotas eleitorais de gênero e os sistemas eleitorais. Na Polônia as quotas são legislativas, e na Hungria e na República Checa são partidárias. Relativamente ao sistema eleitoral, na Polônia e na República Checa este é proporcional, enquanto na Hungria é misto. Se a presença de quotas legislativas parece favorecer a representação parlamentar feminina na Polônia, o sistema eleitoral não parece explicar os diferentes níveis de representação parlamentar feminina entre os países em estudo.
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    Artigo
    Legitimidade política em novas democracias
    (2003) Gunther, Richard; Monteiro, José Ramón
    Não há um consenso claro sobre se as atitudes de apoio à democracia, de um lado, e a cidadania democrática, de outro, constituem um único domínio atitudinal, ou se são empiricamente distintas uma da outra. Em estudos empíricos de atitudes e comportamentos na Bulgária, Chile, Grécia, Hong Kong, Hungria, Itália, Espanha e Uruguai, encontramos provas claras de que essas atitudes são conceitual e empiricamente distintas, formando três dimensões atitudinais diferentes: apoio difuso à democracia, satisfação com o desempenho da democracia e indiferença política (que podem ser divididas ainda nos clássicos clusters interno e externo de eficácia). Esses três grupos têm correlatos comportamentais bem diferentes: a insatisfação leva a votos contra o partido que está no poder; uma falta de apoio difuso ao sistema está associada ao voto nos partidos antidemocráticos; e a indiferença leva a um baixo envolvimento dos cidadãos na política democrática. Não encontramos provas consistentes de que o apoio difuso à democracia (um componente chave da legitimidade do regime) dependa da satisfação com o desempenho da democracia.