América do Sul
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Artigo Participação, pluralismo e autonomia das lideranças : Partido dos Trabalhadores, Frente Ampla e Partido Socialista do Chile em perspectiva comparada(2021) Melo, Carlos Ranulfo; Tribunal Superior EleitoralCompara o Partido dos Trabalhadores (PT), a Frente Ampla (FA) e o Partido Socialista do Chile (PS) no que se refere ao grau de autonomia adquirido por suas lideranças. Para tanto, considera quatro fatores explicativos, todos vinculados ao desenvolvimento organizacional de cada partido: a influência das bases no processo decisório; o balanço de poder entre os diversos grupos no interior de cada partido; a distância ideológica entre esses grupos; e a existência ou não de uma única liderança capaz de servir como ponto de referência e aglutinação do partido. A análise mostra que a maneira como estes fatores se combinaram na trajetória da FA permitiu que o partido mantivesse uma dinâmica consociativa e uma forte responsividade da liderança perante sua base, o que não foi verificado nos outros dois casos.Outro Da oposição ao governo : uma análise comparada das mudanças ocorridas no Partido dos Trabalhadores (PT), na Frente Ampla (FA) e no Partido Socialista do Chile (PSCh)(2016) Melo, Carlos Ranulfo; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a chegada da esquerda ao governo abordando o problema sob outro ângulo: o impacto de tal evento sobre os partidos que estiveram à frente do processo. São comparados os casos do Partido dos Trabalhadores (PT), da Frente Ampla (FA) e do Partido Socialista de Chile (PSCH). O PSCh, no interior da Concertación, esteve à frente da presidência chilena entre 2000 e 2009 e, posteriormente, de 2014 em diante. O PT ocupou o Executivo federal brasileiro desde entre 2003 e 2016, ao passo que a FA obteve sua primeira vitória em 2004 e mantem-se até os dias de hoje na condução de seu país.Artigo The 2014 elections and the brazilian party system(2015) Melo, Carlos Ranulfo; Tribunal Superior EleitoralThe Brazilian party system presents a paradox. Although the Workers Party (PT) and the Brazilian Social Democratic Party (PSDB) have controlled presidential elections for the last 20 years, their force at the other levels of electoral competition has not grown. The objective of this study is to undertake a discussion of this situation through the 2014 general elections. After attempting to explain why successive challengers have not been able to change the structure of competition for the Brazilian presidency, I will analyze the relation established between the pattern observed at this level and the other connected electoral disputes-both those for state executive and federal legislative office. The general conclusion is that even if the pattern continues, it is quite improbable that this will significantly impact the other levels of national political party competition.
