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    Artigo
    Comunicação política no ambiente digital : uma análise das campanhas eleitorais municipais de 2020 no Facebook
    (2022) Bachini, Natasha; Rosa, Keila C. G.; Costa, Andressa Liegi Vieira; Silva, Robson Nunes de Farias; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisamos as campanhas oficiais dos(as) candidatos(as) às prefeituras de todas as capitais brasileiras, em 2020, no Facebook. A partir de técnicas de estatística descritiva e da análise de enquadramentos, observamos os atores e narrativas com melhor desempenho na rede e suas principais características, como posicionamento no espectro político, enquadramentos, alinhamentos e recursos comunicacionais. Os resultados mostram a reação da esquerda na rede após as eleições de 2018, liderada por páginas de partidos pequenos, que usaram a plataforma principalmente para discutir conjuntura e questões identitárias. Contudo, mantiveram-se como tendência as práticas de campanha negativa e o agendamento de temas de apelo subjetivo, como família e religião, sobretudo entre as páginas apoiadoras de Bolsonaro, político mais referenciado durante o pleito.
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    Artigo
    Uma eleição de piados autocentrados : análise do uso do Twitter nas cibercampanhas paulistanas em 2016
    (2017-10) Penteado, Claudio Luis de Camargo; Bachini, Natasha; Chicarino, Tathiana Senne; Malina, Pedro; Lobo, Denis Augusto Carneiro; Tribunal Superior Eleitoral
    Com o objetivo de observar os usos do Twitter nas eleições municipais de São Paulo de 2016 pelos principais candidatos/as à prefeito, esse artigo apresenta uma análise predominantemente quantitativa das cibercampanhas realizadas por Celso Russomano (PRB), Fernando Haddad (PT), João Dória (PSDB), Luiza Erundina (PSOL), Marta Suplicy (PMDB), Major Olímpio (Solidariedade) e Ricardo Young (Rede) nessa mídia social. A partir dos dados coletados pelas equipes do NEAMP (PUC/SP - Brasil) e DMCR (QUT - Austrália) e de técnicas de análise para Big Data, verificamos as continuidades e mudanças nas estratégias das cibercampanhas em comparação com pleitos anteriores, bem como as interações entre os candidatos/as e os seus seguidores. Nossa principal constatação fora que enquanto o debate político se amplia nas mídias sociais de modo geral, as cibercampanhas no Twitter se tornam cada vez menos dialógicas e cada vez mais propagandísticas.