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Resultados da Pesquisa

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    Artigo
    Coligações proporcionais : apontamentos sobre seus efeitos e proibição
    (2022) Krause, Silvana; Machado, Carlos Melo; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Aikawa, Luiza; Schaefer, Bruno Marques; Goulart, Guilherme; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Partidos e eleições no Mato Grosso do Sul
    (2012) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Silva, Marcos Antônio da; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca compreender o desempenho eleitoral dos partidos políticos no estado de Mato Grosso do Sul, a partir da primeira eleição do estado, em 1978, até as eleições de 2010. Para tanto, foram consultados os dados eleitorais produzidos pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Percebe-se que o sistema partidário do estado foi estruturado nos seus primeiros anos em torno de dois partidos, PDS e PMDB. O destaque aqui é a superioridade do partido governista sobre o partido da oposição. Assim como no restante do país, ao final da década de 1980 e início dos anos 1990, a competição eleitoral induziu uma lógica multipartidária, com a predominância de partidos de centro (PMDB e PSDB), centro-direita (PTB) e direita (PFL). A centro-esquerda (PDT, PT, PPS) só viria a ganhar destaque a partir da década de 2000, o que pode ser explicado pela conquista do Governo do Estado, em 1998, e da Presidência da República, em 2002. Com a pesquisa percebeu-se que os governadores e a Presidência da República influenciam nos resultados eleitorais para os pleitos municipais, o que não é um fenômeno circunscrito ao estado do Mato Grosso do Sul.
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    Artigo
    Pagando do próprio bolso : autofinanciamento eleitoral no Rio Grande do Sul (2012-2016)
    (2019) Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa como funciona a estrutura de financiamento do cargo de prefeito no Rio Grande do Sul, a partir dos dados do Tribunal Superior Eleitoral que incluem: perfil social dos candidatos (profissão, escolaridade, declaração de bens), prestações de contas até dados sobre os municípios em que o pleito acontece - tamanho do município e perfil socioeconômico. A hipótese é de que as mudanças na legislação impactaram no perfil do financiamento, intensificando o autofinaciamento, especialmente em pequenos municípios. Os resultados indicam que o autofinanciamento tende a ser proporcionalmente mais alto nos municípios menores e com maior população rural, bem como os candidatos mais autofinanciados são aqueles com mais bens e que não recebem recursos dos partidos via Fundo Partidário. No caso do pleito de 2016, ter se declarado empresário foi também significante estatisticamente.
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    Artigo
    Qual o impacto do Whatsapp em eleições? Uma revisão sistemática (2010-2019)
    (2019) Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Epitácio, Sara de Sousa; Resende, Roberta Carnelos; Tribunal Superior Eleitoral
    Faz uma revisão sistemática do que foi publicado sobre Whatsapp e eleições, no período 2010-2019, em quatro bases de dados: Scielo, Google Scholar, Web of Science e Scopus. O estudo permite dizer que os casos analisados e a produção sobre o tema encontraram maior adesão em países democratizados no contexto da "terceira onda". Quanto à contribuição do aplicativo para o fortalecimento da democracia, as opiniões se dividem entre aqueles que apontam para o perigo do uso de fake news e aqueles que observam no aplicativo uma forma de democratizar o acesso à informação.
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    Artigo
    "A opção pelos insiders" : o financiamento como variável para o entendimento do campo político
    (2017) Schaefer, Bruno Marques; Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a distribuição de recursos financeiros via organizações partidárias para os candidatos ao cargo de deputado federal, no Rio Grande do Sul, em 2014, nos principais partidos políticos da competição estadual: PP, PMDB, PSDB, PDT e PT. Por meio dos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre os recursos financeiros que são destinados pelos partidos políticos aos candidatos, tínhamos como hipótese que: os partidos políticos não distribuem esses recursos de forma equitativa. Na prática, isso significa a preferência, e a criação de uma lista informal dos candidatos selecionados pelos partidos. Os resultados indicam que todos os partidos políticos investiram mais nos incumbentes do que nos candidatos novatos, sendo o PSDB uma das agremiações que depositou mais da metade do fundo em apenas um dos seus dezoito candidatos. Esses dados sugerem, que os partidos políticos possuem algum tipo de controle sobre a condução do pleito eleitoral. Nesse quesito, não podem ser entendidos como organizações frouxas, pois a elite partidária detém a capacidade de influenciar aqueles que serão os representantes da agremiação na Câmara Federal.
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    Artigo
    Novos competidores no Brasil? : candidatos e eleitos pela REDE, PMB e NOVO
    (2017) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Schaefer, Bruno Marques; Ribas, Vinicius de Lara
    Analisa a organização de novos partidos políticos no Brasil. Por meio dos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e estatutos partidários, discutimos a estrutura organizacional, o perfil dos candidatos e os eleitos de três novos competidores: o Partido NOVO (NOVO), o Partido da Mulher Brasileira (PMB) e a REDE Sustentabilidade (REDE). Nosso norte investigativo é compreender até que ponto essas candidaturas de novos partidos podem ser considerados de fato novas frente a outras organizações partidárias. Aplicando o conceito de novidade (newness), os resultados dessa nota de pesquisa revelam que, nesses termos, o NOVO seria o mais próximo, de fato, de um novo competidor, seguido pela REDE e PMB.