Doutrina

URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4128

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 10 de 13
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Quanto vale o voto da TV?
    (2014) Borba, Felipe; Figueiredo, Marcus; Tribunal Superior Eleitoral
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral e a formação da opinião pública na eleição presidencial de 2018
    (2022) Borba, Felipe; Dutt-Ross, Steven; Tribunal Superior Eleitoral
    A eleição de 2018 colocou o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) em xeque. Um candidato com apenas seis segundos de tempo de propaganda no rádio e na televisão foi eleito presidente. A vitória de Jair Bolsonaro não foi isolada e candidatos aos executivos estaduais igualmente sem tempo foram eleitos governadores. Mas será que o HGPE perdeu completamente a relevância para o eleitor? Para avaliar o grau de importância do horário eleitoral na eleição de 2018, este artigo realiza duas abordagens empíricas diferentes. A primeira verifica o nível de interesse pelo HGPE a partir da sua audiência. A segunda mede o impacto da exposição ao horário eleitoral sobre o nível de conhecimento dos eleitores em relação aos cinco candidatos para presidente mais votados. Para isso, o artigo analisa uma série de pesquisas de intenção de voto feitas pelo Instituto Datafolha no primeiro turno das eleições presidenciais de 2006, 2010, 2014 e 2018. Os resultados mostram que a busca dos eleitores pelo HGPE cresceu em 2018 em relação às três eleições anteriores e que assistir à propaganda eleitoral nesse ano contribuiu decisivamente para o nível de conhecimento dos eleitores sobre os candidatos. Esses achados colocam em evidência a importância do HGPE para a democracia brasileira.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Relação entre dinheiro, propaganda eleitoral e avaliação de governo para explicar desempenho de candidatos a eleições majoritárias em diferentes níveis no Brasil
    (2016) Borba, Felipe; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o desempenho eleitoral de 1.281 candidatos que disputaram eleições para presidente, governador e prefeitos de capitais entre 2002 e 2014 no Brasil. Para tanto, utiliza um conjunto de variáveis em um modelo de regressão linear múltipla com o objetivo de descrever os efeitos conjuntos do tempo de Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral, dos gastos de campanha e da avaliação de governo sobre o desempenho dos candidatos. Os resultados mostram que dependendo do tipo de candidato, há maior impacto de uma ou outra variável. Por exemplo, o tempo de HGPE mostra-se mais importante para explicar o voto em candidatos de oposição, enquanto a avaliação positiva do governo é a variável preditiva mais forte para as votações de concorrentes à reeleição. A hipótese de que diferentes tipos de candidatos apresentam distintos comportamentos é comprovada. Com isso, espera-se contribuir para as pesquisas sobre eleições no Brasil mostrando a importância de distinguir concorrentes à reeleição de governistas e dos candidatos de oposição.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    A influência das campanhas nas eleições presidenciais : o papel da mídia
    (2008) Borba, Felipe; Tribunal Superior Eleitoral
    A importância das campanhas eleitorais reside no fato de que se trata do momento privilegiado da relação entre os cidadãos e a política. É a hora em que as diferentes opções informam à sociedade sobre seu programa de governo, as principais medidas que pretendem impulsionar e que idéias estão por trás destas medidas. A pergunta é: são as campanhas capazes de afetar a percepção dos eleitores? O objetivo deste artigo é o de investigar o grau de influência das campanhas eleitorais na decisão do voto. A análise é restrita a apenas um segmento das campanhas, a cobertura eleitoral feita pelos jornais brasileiros, no contexto das eleições presidenciais de 2002. O artigo inicia com uma discussão a respeito da relação teórica entre eleitores e mídia nos momentos eleitorais. Em seguida, analisa o impacto da cobertura sobre a intenção de voto a partir de um critério que mede o tom das críticas por meio do saldo das matérias positivas e negativas publicadas durante a campanha. Concluímos, com base na aplicação de métodos descritivos e estatísticos, que o voto dado ao candidato Lula (PT) foi fortemente influenciado pela cobertura feita pelos jornais.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Propaganda negativa na campanha presidencial em 2014. Ou como tudo que é frágil se desmancha no ar
    (2015) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa como a propaganda negativa de Dilma Rousseff contra seus adversários foi fundamental para assegurar a sua reeleição dentro de um contexto político marcado por forte sentimento de mudança. Busca mostrar como as intenções de voto, assim como as taxas de rejeição de Aécio Neves e Marina Silva, flutuaram no decorrer da campanha mediante os ataques feitos pela presidente com base na análise de quatro grupos focais realizados no Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 30 de setembro, com eleitores das classes C e B. A análise mostra que a propaganda negativa ofereceu um arsenal de argumentos que foram assimilados e processados pelos eleitores com intenção de voto volátil ou indecisos e tiveram impacto na decisão final do voto. A propaganda negativa contra Marina Silva serviu para descredenciar o seu programa de governo e a atitude da candidata. No caso dos ataques contra Aécio Neves, eles reforçaram atitudes já presentes no eleitorado e ajudaram a desconstruir sua imagem como gestor em Minas Gerais. Finalmente, o artigo procura contribuir para o conhecimento sobre os determinantes da propaganda negativa ao incluir como razões para a utilização dessa estratégia a força relativa do governante segundo a sua popularidade.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Horário gratuito de propaganda eleitoral e a formação da opinião pública
    (2016) Borba, Felipe; Aldé, Alessandra; Tribunal Superior Eleitoral
    Discute o perfil da audiência do horário gratuito de propaganda eleitoral e seus efeitos sobre o nível de conhecimento a respeito dos candidatos, as suas propostas e os temas debatidos nas campanhas. Para isso, analisa um conjunto de pesquisas realizadas pelo Instituto Datafolha entre 1989 e 2014 que continham perguntas sobre a exposição do eleitor à propaganda na televisão. O estudo mostra que a audiência do horário eleitoral aumenta com o andamento da campanha, sendo maior no segundo do que no primeiro turno. O espectador apresenta perfil bem definido e estável. Ele possui alta escolaridade e elevado poder de compra, com interesse declarado por política, preferência por algum partido político e favorável ao voto obrigatório. O horário eleitoral produz efeitos diversos. Entre os mais importantes, a exposição à propaganda televisiva aumenta o nível de conhecimento dos eleitores sobre os candidatos e os temas debatidos na campanha. Esses achados colocam em evidência o caráter pedagógico das campanhas e a importância do HGPE para a consolidação da democracia brasileira.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    O impacto da propaganda negativa na decisão do voto
    (2012) Borba, Felipe; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga o impacto das campanhas eleitorais na decisão do voto. Este assunto é de extrema relevância dado que, até recentemente, prevalecia a ideia de que as campanhas exerciam "efeito mínimo" sobre a opinião dos eleitores. A proposta é investigar especificamente o impacto que a propaganda negativa exerce sobre os índices de intenção de voto dos candidatos. O modelo é construído com base nos trackings eleitorais feitos pela Analítica Consultoria durante as eleições presidenciais de 2010, combinados com a análise de conteúdo da propaganda política (HGPE e Spots) e a cobertura eleitoral dos jornais Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo e O Globo. Paralelamente, o trabalho oferece uma discussão sobre a percepção dos eleitores a respeito da propaganda negativa e como essa percepção estimula dilemas entre os candidatos na hora de atacar seus adversários.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Tempo de televisão e voto nas eleições brasileiras
    (2014) Borba, Felipe; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga a influência que o tempo de propaganda no rádio e na televisão exerce sobre a votação dos candidatos aos cargos majoritários no Brasil. O tema, embora motivo de atenção da imprensa e das estratégias partidárias, é praticamente negligenciado como objeto de estudos entre pesquisadores brasileiros. A revisão da literatura mostra que o principal foco de investigação são as estratégias retóricas dos candidatos no âmbito do HGPE e pouca atenção tem sido dada para medir o impacto que o tempo de propaganda exerce sobre o voto. A pergunta é: até que ponto pode se atribuir à votação de um candidato a quantidade de tempo a que teve direito numa eleição? Para responder essa questão, esse estudo se propõe a investigar as campanhas para os cargos de prefeito de capital, governador e presidente disputadas entre 2002 e 2012 de 1151 candidatos. A força do tempo de televisão sobre o voto pode ser observada na relação que existe entre o posicionamento dos candidatos no ranking de magnitude do tempo de propaganda e a sua colocação ao final do primeiro turno. Os candidatos que iniciam a campanha com o maior tempo de propaganda terminam o primeiro turno o mais votado em 57% dos casos. Paralelamente, o texto discute financiamento de campanha, avaliação de governo e oferece uma nova tipologia dos candidatos.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Os condicionantes da aceitação e da rejeição à propaganda negativa na eleição presidencial de 2014
    (2018) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior Eleitoral
    Avalia a recepção da propaganda negativa na disputa presidencial de 2014, tendo como marco teórico a discussão derivada da literatura internacional, segundo a qual a recepção da propaganda negativa varia de acordo com o tema em debate, a utilização ou não de evidências, o tipo de orador e se feita de maneira comparativa ou direta. O artigo utiliza a técnica de recepção da propaganda política por meio da realização de quatro grupos focais com eleitores do Rio de Janeiro, que foram estimulados a avaliar comerciais de ataques exibidos no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral. Os resultados indicam que comerciais com conteúdo político, amparados em evidências que sustentam o conteúdo das acusações e de maneira comparativa é o modelo mais aceito de ataques entre os eleitores.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Propaganda negativa nas eleições presidenciais brasileiras
    (2015) Borba, Felipe; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga a propaganda negativa nas eleições presidenciais brasileiras. Tema de extrema relevância tendo em vista que a literatura recente vem sugerindo que o tom das campanhas tem consequências importantes para a decisão do voto, a participação política e o nível de informação dos eleitores. Entretanto, a maior parte desses estudos interesse pelos efeitos da comunicação política, a propaganda negativa não se consolidou como agenda de pesquisa. A revisão da literatura registra produção esparsa e com resultados pouco consistentes. Este artigo busca superar parte dessa lacuna ao oferecer análise histórica da propaganda negativa veiculada no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral nas eleições presidenciais de 1989 a 2014 (primeiro e segundo turnos). O foco central é contribuir para o debate sobre os determinantes da campanha negativa dentro de um contexto multipartidário e altamente regulamentado. Os resultados indicam que o percentual médio de propaganda negativa é baixo no Brasil, sendo a estratégia usada principalmente no segundo turno, nos anos com reeleição e por candidatos em desvantagem nos índices de intenção de voto contra o líder. Ao todo, são analisadas 123 horas de propaganda eleitoral.