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    Artigo
    Quanto vale o voto da TV?
    (2014) Borba, Felipe; Figueiredo, Marcus; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Quem (não) confia nas urnas eletrônicas?
    (2022) Borba, Felipe; Dutt-Ross, Steven; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral e a formação da opinião pública na eleição presidencial de 2018
    (2022) Borba, Felipe; Dutt-Ross, Steven; Tribunal Superior Eleitoral
    A eleição de 2018 colocou o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) em xeque. Um candidato com apenas seis segundos de tempo de propaganda no rádio e na televisão foi eleito presidente. A vitória de Jair Bolsonaro não foi isolada e candidatos aos executivos estaduais igualmente sem tempo foram eleitos governadores. Mas será que o HGPE perdeu completamente a relevância para o eleitor? Para avaliar o grau de importância do horário eleitoral na eleição de 2018, este artigo realiza duas abordagens empíricas diferentes. A primeira verifica o nível de interesse pelo HGPE a partir da sua audiência. A segunda mede o impacto da exposição ao horário eleitoral sobre o nível de conhecimento dos eleitores em relação aos cinco candidatos para presidente mais votados. Para isso, o artigo analisa uma série de pesquisas de intenção de voto feitas pelo Instituto Datafolha no primeiro turno das eleições presidenciais de 2006, 2010, 2014 e 2018. Os resultados mostram que a busca dos eleitores pelo HGPE cresceu em 2018 em relação às três eleições anteriores e que assistir à propaganda eleitoral nesse ano contribuiu decisivamente para o nível de conhecimento dos eleitores sobre os candidatos. Esses achados colocam em evidência a importância do HGPE para a democracia brasileira.
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    Artigo
    Propaganda negativa na campanha presidencial em 2014. Ou como tudo que é frágil se desmancha no ar
    (2015) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa como a propaganda negativa de Dilma Rousseff contra seus adversários foi fundamental para assegurar a sua reeleição dentro de um contexto político marcado por forte sentimento de mudança. Busca mostrar como as intenções de voto, assim como as taxas de rejeição de Aécio Neves e Marina Silva, flutuaram no decorrer da campanha mediante os ataques feitos pela presidente com base na análise de quatro grupos focais realizados no Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 30 de setembro, com eleitores das classes C e B. A análise mostra que a propaganda negativa ofereceu um arsenal de argumentos que foram assimilados e processados pelos eleitores com intenção de voto volátil ou indecisos e tiveram impacto na decisão final do voto. A propaganda negativa contra Marina Silva serviu para descredenciar o seu programa de governo e a atitude da candidata. No caso dos ataques contra Aécio Neves, eles reforçaram atitudes já presentes no eleitorado e ajudaram a desconstruir sua imagem como gestor em Minas Gerais. Finalmente, o artigo procura contribuir para o conhecimento sobre os determinantes da propaganda negativa ao incluir como razões para a utilização dessa estratégia a força relativa do governante segundo a sua popularidade.
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    Outro
    Horário gratuito de propaganda eleitoral e a formação da opinião pública
    (2016) Borba, Felipe; Aldé, Alessandra; Tribunal Superior Eleitoral
    Discute o perfil da audiência do horário gratuito de propaganda eleitoral e seus efeitos sobre o nível de conhecimento a respeito dos candidatos, as suas propostas e os temas debatidos nas campanhas. Para isso, analisa um conjunto de pesquisas realizadas pelo Instituto Datafolha entre 1989 e 2014 que continham perguntas sobre a exposição do eleitor à propaganda na televisão. O estudo mostra que a audiência do horário eleitoral aumenta com o andamento da campanha, sendo maior no segundo do que no primeiro turno. O espectador apresenta perfil bem definido e estável. Ele possui alta escolaridade e elevado poder de compra, com interesse declarado por política, preferência por algum partido político e favorável ao voto obrigatório. O horário eleitoral produz efeitos diversos. Entre os mais importantes, a exposição à propaganda televisiva aumenta o nível de conhecimento dos eleitores sobre os candidatos e os temas debatidos na campanha. Esses achados colocam em evidência o caráter pedagógico das campanhas e a importância do HGPE para a consolidação da democracia brasileira.
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    Outro
    Tempo de televisão e voto nas eleições brasileiras
    (2014) Borba, Felipe; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga a influência que o tempo de propaganda no rádio e na televisão exerce sobre a votação dos candidatos aos cargos majoritários no Brasil. O tema, embora motivo de atenção da imprensa e das estratégias partidárias, é praticamente negligenciado como objeto de estudos entre pesquisadores brasileiros. A revisão da literatura mostra que o principal foco de investigação são as estratégias retóricas dos candidatos no âmbito do HGPE e pouca atenção tem sido dada para medir o impacto que o tempo de propaganda exerce sobre o voto. A pergunta é: até que ponto pode se atribuir à votação de um candidato a quantidade de tempo a que teve direito numa eleição? Para responder essa questão, esse estudo se propõe a investigar as campanhas para os cargos de prefeito de capital, governador e presidente disputadas entre 2002 e 2012 de 1151 candidatos. A força do tempo de televisão sobre o voto pode ser observada na relação que existe entre o posicionamento dos candidatos no ranking de magnitude do tempo de propaganda e a sua colocação ao final do primeiro turno. Os candidatos que iniciam a campanha com o maior tempo de propaganda terminam o primeiro turno o mais votado em 57% dos casos. Paralelamente, o texto discute financiamento de campanha, avaliação de governo e oferece uma nova tipologia dos candidatos.
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    Artigo
    Os condicionantes da aceitação e da rejeição à propaganda negativa na eleição presidencial de 2014
    (2018) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior Eleitoral
    Avalia a recepção da propaganda negativa na disputa presidencial de 2014, tendo como marco teórico a discussão derivada da literatura internacional, segundo a qual a recepção da propaganda negativa varia de acordo com o tema em debate, a utilização ou não de evidências, o tipo de orador e se feita de maneira comparativa ou direta. O artigo utiliza a técnica de recepção da propaganda política por meio da realização de quatro grupos focais com eleitores do Rio de Janeiro, que foram estimulados a avaliar comerciais de ataques exibidos no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral. Os resultados indicam que comerciais com conteúdo político, amparados em evidências que sustentam o conteúdo das acusações e de maneira comparativa é o modelo mais aceito de ataques entre os eleitores.
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    Artigo
    Relação entre propaganda, dinheiro e avaliação de governo no desempenho de candidatos em eleições majoritárias no Brasil
    (2017) Borba, Felipe; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o desempenho eleitoral de 1.281 candidatos que disputaram eleições para presidente, governadores e prefeitos de capitais entre 2002 e 2014 no Brasil. Para tanto, utilizamos um conjunto de variáveis em um modelo de regressão linear múltipla com o objetivo de descrever os efeitos conjuntos do tempo de Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral, dos gastos de campanha e da avaliação de governo sobre o desempenho dos candidatos. Os resultados mostram que dependendo do tipo de candidato, há maior impacto de uma ou outra variável. Por exemplo, o tempo de HGPE mostra-se mais importante para explicar o voto em candidatos de oposição, enquanto a avaliação positiva do governo é a variável preditiva mais forte para as votações de concorrentes à reeleição. A hipótese de que diferentes tipos de candidatos apresentam distintos comportamentos é comprovada. Com isso, esperamos contribuir para as pesquisas sobre eleições no Brasil mostrando a importância de distinguir concorrentes à reeleição de governistas e dos candidatos de oposição.
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    Artigo
    O uso estratégico das inserções nas eleições presidenciais brasileiras
    (2012) Borba, Felipe
    Analisa as estratégias de comunicação dos candidatos a presidente durante as eleições de 2006 e 2010. O foco é o componente estratégico das inserções eleitorais e a metodologia consiste em investigar como os candidatos distribuem essas inserções dentro da programação normal das emissoras de televisão. Os resultados demonstram que os candidatos perseguem estratégias distintas influenciados basicamente por três variáveis: a legislação eleitoral, o posicionamento nos índices de intenção de voto e a diferença de recursos entre as candidaturas. Paralelamente, o artigo debate o papel da regulamentação da propaganda eleitoral e como esse conjunto de regras influencia o nível de informação das campanhas, a incidência de ataques e as estratégias partidárias. no total, foram examinadas 2993 inserções eleitorais.