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    Bases sociais, atitudinais e comportamentais do apartidismo brasileiro
    (2013) Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Borba, Julian; Gimenes, Éder Rodrigo; Tribunal Superior Eleitoral
    A partir de pesquisas em democracias avançadas, pesquisadores têm alertado para a expansão de um novo perfil de eleitor, o apartidário, caracterizado por alta mobilização cognitiva, forte apoio à democracia, posicionamento crítico em relação às instituições hierárquicas e preferência por formas diretas de ação política. Russel Dalton, combinando variáveis de mobilização cognitiva e simpatia partidária, definiu ainda três outros perfis de eleitores: independente apolítico, partidários rituais e partidários cognitivos. Essa nova tipologia do eleitorado contemporâneo traz uma série de novos desafios para as instituições democráticas e seus impactos ainda não são claros. Como a pertinência dessa classificação ainda não foi testada no contexto das jovens democracias, propomos nesse trabalho a identificação dos condicionantes sociais, atitudinais e comportamentais de cada um dos quatro tipos de eleitores entre o público brasileiro, usando para tanto os dados produzidos pelo LAPOP em sua onda de 2012.
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    Simpatia partidária na América Latina : Argentina, Brasil, Chile e Uruguai em perspectiva comparada
    (2018) Borba, Julian; Gimenes, Éder Rodrigo; Casalecchi, Gabriel Avila; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa de forma comparada e longitudinal a identificação partidária (doravante IP) de quatro diferentes democracias latino-americanas, que, por um lado, assemelham-se por pertencerem à terceira onda de democracia, bem como por terem iniciado sua transição democrática em períodos relativamente parecidos. Por outro lado, apesar das semelhanças, são países que apresentam diferentes trajetórias tanto no que tange à democracia, de forma mais ampla, quanto ao sistema partidário e a história dos partidos, em termos mais específicos. Essas semelhanças e diferenças tornam a comparação entre os países apropriadas para investigar, dentro do contexto de redemocratização, o padrão e os determinantes da identificação partidária ao longo do tempo, confrontando possíveis explicações que derivam tanto de aspectos individuais quanto contextuais (nacionais).
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    Mobilização cognitiva e perfis eleitorais na América Latina
    (2016) Gimenes, Éder Rodrigo; Borba, Julian; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa dados decorrentes da onda de 2012 do Latin American Public Opinion Project (LAPOP) para um conjunto de 21 países latino-americanos e para os Estados Unidos, de modo que os resultados de regressões binárias apontaram efeitos distintos [a] dos perfis de eleitores sobre a posição churchilliana e também sobre as dimensões procedimentais da democracia definidas por Fuks et al (2016) como "adesão aos procedimentos de escolha", "adesão normativa ao voto", "adesão à participação de todos" e "adesão ao princípio da representação" e [b] quando comparados América Latina e Estados Unidos. Nesse sentido, as conclusões apontam a necessidade de aprofundamento desta agenda de pesquisa ao menos no que tange a três pontos: [1] verificar a limitação da capacidade explicativa da tese do apartidarismo sobre aspectos procedimentais da adesão à democracia; [2] verificar a relação existente entre os recursos individuais testados (mobilização cognitiva combinada com simpatia partidária) sobre medidas valorativas de adesão à democracia, como igualitarismo e tolerância, por exemplo; e [3] testar a relação hierárquica entre variáveis individuais e de contexto sobre o apoio ao regime.
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    Indiferenciação e alienação partidária no Brasil
    (2018) Borba, Julian; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Gimenes, Éder Rodrigo; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior Eleitoral
    Nos últimos anos, diversas pesquisas têm registrado um declínio nas taxas de identificação partidária em diferentes regiões do mundo. Uma preocupação da literatura tem sido compreender se os eleitores que se afastam dos partidos tomam essa decisão mediante uma decisão racional e bem informada, caracterizada pela autonomia e independência em relação aos partidos (indiferenciação), ou se o motivo seria uma atitude de desencanto e afastamento do sistema partidário ou até mesmo do regime como um todo (alienação). Este artigo investiga essa questão aplicada ao caso brasileiro. Para isso, foram utilizados os dados do Estudo Eleitoral Brasileiro (2002, 2006, 2010 e 2014). Os resultados demonstram que o percentual de eleitores indiferentes e alienados variam conjuntamente, especialmente em conjunturas críticas na qual o governo se envolve em escândalos de corrupção. Essa variação é em parte explicada pela baixa nota atribuída pelos eleitores indiferentes, fazendo com que todos os partidos sejam vistos igualmente "ruins". Constata-se ainda que indiferentes e alienados compartilham dos mesmos determinantes, sendo que em ambos estão ausentes fatores ligados à mobilização cognitiva, como a escolaridade e o interesse por política. Esses resultados têm consequências importantes para a democracia brasileira.
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    Artigo
    Sentimentos partidários e antipetismo : condicionantes e covariantes
    (2016) Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Carreirão, Yan de Souza; Borba, Julian
    Investiga, a partir dos dados do Estudo Eleitoral Brasileiro, os sentimentos partidários dos eleitores brasileiros em 2014 e suas relações com dimensões atitudinais e comportamentais. Ênfase especial é dada ao antipetismo, ou seja, ao sentimento negativo que parcela crescente do eleitorado vem manifestando em relação ao PT. Além de analisar a evolução dessas disposições entre 2002 e 2014, o artigo procura identificar o perfil sociodemográfico dos eleitores antipetistas e o impacto dessas disposições negativas sobre variáveis atitudinais (estatismo, igualdade e democracia) e sobre o voto. Os resultados apontam para o decréscimo generalizado dos sentimentos positivos em relação aos partidos, com destaque para o PT. Também indicam efeitos reduzidos do antipetismo sobre atitudes políticas, mas sua forte influência sobre padrões de comportamento eleitoral.
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    Artigo
    Partidarismo no Brasil : análise longitudinal dos condicionantes da identificação partidária (2002-2014)
    (2016) Gimenes, Éder Rodrigo; Furriel, Wesley Oliveira; Borba, Julian; Ribeiro, Ednaldo Aparecido
    A relação entre eleitores e partidos tem sido tema recorrente em diversos trabalhos dentro das Ciências Sociais, principalmente no campo da Ciência Política. No caso brasileiro, uma análise longitudinal, desde a década passada, aponta expressivas oscilações no percentual de eleitores identificados com partidos. Diante desse contexto, nosso objetivo foi identificar as mudanças no perfil sócio-econômico e atitudinal dos eleitores partidários entre 2002 e 2014, além de realizar uma breve comparação entre PT, PSBD, PMDB, PV e PSB. Para tanto, utilizamos, principalmente, dados coletados pelo Estudo Eleitoral Brasileiro (ESEB) de 2002, 2006, 2010 e 2014. Nossas conclusões mais relevantes são de que o eleitor partidário brasileiro é mais mobilizado cognitivamente em termos atitudinais, se comparado ao eleitor não partidário; porém, não há grandes distinções entre eleitores que se identificam com os partidos em destaque nas disputas presidenciais