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    Outro
    Polarização ou indiferença? Partidarismo e voto nas eleições presidenciais brasileiras
    (2016) Borges, André; Vidigal, Robert Lee; Tribunal Superior Eleitoral
    Contribui para a literatura sobre identificação partidária e voto de duas formas. Primeiro, desenvolvendo uma medida mais precisa no que diz respeito à força ou intensidade dos sentimentos partidários frente ao PT e ao PSDB. Segundo, investigando de forma sistemática a força dos sentimentos partidários na escolha presidencial.
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    Outro
    Nacionalização partidária no presidencialismo de coalizão : teoria e evidências sobre o caso brasileiro
    (2014) Borges, André; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga como a dinâmica da competição partidária nas eleições para o executivo nacional e estadual, em especial no que diz respeito à formação de coligações eleitorais, atua sobre os processos de nacionalização partidária no presidencialismo de coalizão brasileiro. O argumento chave é que em sistemas federativos presidencialistas, o grau de descentralização do governo afeta a importância relativa das eleições presidenciais relativamente às eleições para governador para a sobrevivência eleitoral dos partidos. Isto é, o potencial "nacionalizante" da eleição presidencial depende do grau de descentralização, que por sua vez condiciona a probabilidade de sucesso de estratégias partidárias voltadas para a competição subnacional. O artigo desenvolve um modelo de efeitos mistos para dados em painel dos estados brasileiros no período 1994-2010 com o intuito de investigar os fatores explicativos da variação no grau de nacionalização partidária entre os estados e ao longo do tempo.
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    Artigo
    Do lulismo ao antipetismo? Polarização, partidarismo e voto nas eleições presidenciais brasileiras
    (2018) Borges, André; Vidigal, Robert Lee; Tribunal Superior Eleitoral
    O debate recente sobre identificação partidária e comportamento eleitoral no Brasil vem apontando para a crescente importância do posicionamento dos eleitores com respeito aos principais partidos presidenciais - PT e PSDB - na escolha dos candidatos à presidência. Neste artigo, procura-se contribuir para a literatura colocando em questionamento diagnósticos recentes com respeito à polarização do sistema partidário presidencial. De acordo com a hipótese da polarização, a competição eleitoral entre PT e PSDB levou a uma crescente divisão do eleitorado em dois blocos claramente diferenciados e polarizados. Argumentamos que esta hipótese se apoia em bases teóricas e empíricas frágeis. Não obstante a crescente importância dos sentimentos partidários na determinação do comportamento dos eleitores no pleito presidencial, os resultados das análises descritivas e modelos estatísticos multivariados com base nos surveys do Estudo Eleitoral Brasileiro (Eseb) realizados nos anos de 2002, 2006, 2010 e 2014 demonstram que não há evidências de que tal movimento estaria associado a um aumento da polarização partidária de massa. Pelo contrário, observamos que as diferenças ideológicas e de opinião entre petistas e tucanos são de pequena monta e, além disso, encontramos evidências de uma crescente convergência ideológica entre os vários segmentos do eleitorado ao longo do tempo.
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    Artigo
    Rethinking state politics : the withering of state dominant machines in Brazil
    (2007) Borges, André; Tribunal Superior Eleitoral
    Research on Brazilian Federalism and state politics has focused mainly on the impact of federal arrangements on national systems, whereas comparative analyses of the working of state political institutions and patterns of political competition and decision-making have often beeb neglected. The article contributes to an emerging comparative literature on state politics by developing a typology that systematizes the variation in political competitiveness and the extent of state elites control over the electoral arena across Brazilian states. It relies on factor analysis to create an index of electoral dominance, comprised of a set indicators of party and electoral competitiveness at the state level, which measures state elites capacity to control the state electoral arena over time. Based on this composite index and on available case-study evidence, the article applies relies on the typological classification to assess the recent evolution of state-level poltitical competitiveness. The empirical analysis demonstrates that demonstrates that state politics is becoming more competitive and fragmented, including in those states that have been characterized as bastions of oligarchism and political bossism. In view of these findings, the article argues that the power of state poltitical machines rests on fragile foundations: in Brazils multiparty federalism, vertical competition between the federal and state governments in the provision of social policies works as a constraint on state bosses machine-building strategies. It is concluded that our previous views on state political dynamics are in serious need of re-evaluation.
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    Artigo
    Federalismo, coalizões de governo e escolhas de carreira dos deputados federais
    (2016) Borges, André; Sanches Filho, Alvino Oliveira
    Analisa o impacto do federalismo robusto e da preponderância do Poder Executivo sobre a sobrevivência política dos deputados federais. Especificamente, analisa o impacto das coalizões de governo formadas nas esferas federal e estadual sobre as escolhas de carreiras políticas dos deputados. O artigo testou duas hipóteses: membros da coalizão governativa na esfera federal apresentam a maior probabilidade de concorrer à reeleição, enquanto os deputados na oposição aos governos federal e estadual são aqueles que apresentam menor probabilidade de disputar um novo mandato; deputados de oposição nas duas esferas de governo têm a maior propensão a concorrer a cargos mais elevados, como governador e senador. Nossa análise se baseia em um banco de dados com informações relativas às escolhas de carreira pós-eleição dos parlamentares dos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo, eleitos para as legislaturas 1999-2003 e 2003-2007. A análise empírica confirma que os deputados membros da coalizão governativa nacional apresentam probabilidades mais altas de buscar a reeleição, e mais baixas de disputar cargos eletivos mais elevados, relativamente aos deputados de oposição. Além disso, essas diferenças se ampliam com o aumento da experiência legislativa. Concluímos que os benefícios de permanecer na Câmara dos Deputados são menores para deputados de oposição, o que possivelmente leva a padrões de carreira mais descontínuos. Entretanto, uma vez que enfrentam uma estrutura de incentivos completamente distinta, os deputados com acesso privilegiado aos recursos governamentais têm a reeleição como estratégia dominante.