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Outro "Americanização" da representação política virtual? Um estudo comparado das estratégias de comunicação digital por parlamentares de diferentes sistemas políticos(2015) Braga, Sérgio Soares; Rocha, Leonardo Caetano da; Vieira, Fabrícia Almeida; Tribunal Superior EleitoralApresenta os resultados de um estudo comparativo entre a apropriação de tecnologias e práticas de e-democracia por deputados dos Estados Unidos, Brasil, Bélgica, Espanha e Reino Unido. A metodologia é uma análise da frequência, intensidade e tipo de uso dos sites, assim como diferentes redes sociais (especialmente Facebook, Twitter e YouTube) por parte dos parlamentares desses cinco países, associando este uso com o perfil de representação institucional e parlamentar das casas legislativas. A hipótese básica é que existem diferentes modelos de representação política virtual e estratégias de comunicação digital que variam de acordo com as características dos diferentes sistemas políticos e com os diferentes perfis sociais de parlamentares, que impedem a reprodução do padrão mediano de utilização das tecnologias digitais pelas elites parlamentares dos EUA em contexto sociopolíticos diferentes, não se concretizando portanto a tendência à "americanização" da representação política ao menos da maneira linear postulada por alguns autores.Artigo Eleições como de costume? Uma análise longitudinal das mudanças provocadas nas campanhas eleitorais brasileiras pelas tecnologias digitais (1998-2016)(2018) Braga, Sérgio Soares; Carlomagno, Márcio Cunha; Tribunal Superior EleitoralBusca empreender um estudo das principais inovações ocorridas nas e-campanhas brasileiras desde 1998. Como método de análise, foi realizada uma sistematização dos principais achados efetuados pela literatura sobre inovações nas e-campanhas brasileiras e apresentados dados sobre o uso das mídias sociais e da internet pelos candidatos nas campanhas eleitorais no Brasil desde 2006, quando estes passaram a ser reunidos de maneira mais sistemática. O exame é focado nas eleições para cargos majoritários (prefeitos de cidades com dois turnos, governadores, senadores e presidentes da República), com atenção especial para as últimas campanhas eleitorais, de 2014 e 2016. Entre os principais resultados empíricos destacam-se a redução do "digital divide" entre as regiões do País no que se refere ao acesso às tecnologias digitais como um todo e a consolidação da hegemonia do Facebook como ferramenta de campanha nas eleições municipais a partir de 2014.Artigo Estratégias de comunicação digital dos partidos brasileiros e portugueses : um estudo comparado(2017) Braga, Sérgio Soares; Carlomagno, Márcio Cunha; Rocha, Leandro Caetano; Tribunal Superior EleitoralFaz uma análise comparada das estratégias de comunicação digital dos partidos brasileiros e portugueses. Procuraremos verificar a validade, para o caso dos sistemas partidários destes dois países, de três hipóteses gerais formuladas pela literatura internacional sobre a temática: a hipótese da correspondência entre características das organizações partidárias e estratégias de interação na internet, a hipótese da normalização, e a hipótese do surgimento de modelos mais interativos e citizen- initiated de comunicação partidária. Para concretizar essa análise procuraremos dialogar com os resultados e aprofundar a proposta metodológica sugerida por Catarina Silva nos seus estudos sobre os partidos portugueses em período não-eleitoral.Artigo Podemos ter um(a) nov@ Obama? : perspectivas do uso da web no próximo pleito eleitoral brasileiro(2010) Braga, Sérgio Soares; Tribunal Superior EleitoralArtigo Clientelismo, internet e voto : personalismo e transferência de recursos nas campanhas online para vereador nas eleições de outubro de 2008 no Brasil(2013) Braga, Sérgio Soares; Nicolás, Maria Alejandra; Becher, André RobertoApresenta os resultados de pesquisa sobre o uso da internet pelos candidatos a vereador de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. A partir do exame da campanha virtual dos candidatos que utilizaram websites entre os cerca de 1400 postulantes aos cargos de vereador nestas capitais, procuramos avaliar o uso que estes políticos fizeram da internet nas eleições municipais de outubro de 2008. Nossa hipótese básica é a de que as páginas web dos candidatos a cargos eletivos, especialmente os vereadores, serviram predominantemente para veicular práticas tradicionais de política, reforçando os vínculos personalistas e clientelistas com o eleitorado.Artigo Os empresários, a política e a Web : mapeando as atividades políticas nos portais das federações de indústrias brasileiras(2009) Braga, Sérgio Soares; Nicolás, Maria AlejandraApresenta os resultados de nossa pesquisa sobre o grau de informatização dos portais das federações das indústrias de 27 unidades subnacionais brasileiras, especialmente o mapeamento que efetuamos das atividades políticas desenvolvidas pelos empresários a partir desses portais. Esse objetivo geral desdobra-se em dois objetivos específicos: a) apresentar uma proposta de mensuração do grau de informatização e de utilização da Internet pelas federações de indústrias, visando a avaliar o quanto estas entidades avançaram no uso da Web para divulgar suas atividades e interagir com o cidadão comum; b) elaborar e aplicar instrumentos teórico-metodológicos para a análise de tais dados, especialmente para a avaliação da eficácia da Internet como instrumento de organização da ação política do empresariado.Artigo Como os políticos brasileiros estão usando a internet para se comunicar e interagir com o eleitor? Um estudo sobre o uso da internet pelos candidatos às eleições de outubro de 2006 na região Sul do Brasil(2007) Braga, Sérgio Soares; França, Andressa Silvério Terra; Cruz, Letícia CarinaPor ocasião do último pleito eleitoral, alguns analistas previam que a internet poderia tornar-se a grande novidade nas eleições brasileiras. Tal fenômeno de fato ocorreu? O objetivo deste artigo é apresentar evidências que possibilitem uma resposta mais fundamentada a esta pergunta e refletir sobre questões de natureza mais substantiva a respeito do uso que os políticos brasileiros estão fazendo da internet para se comunicar e interagir com o eleitor. O universo empírico de nossa pesquisa são os 2076 candidatos à esfera estadual e federal, nas eleições de outubro de 2006, na região Sul do país. Chegamos à conclusão de que o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) pelos políticos brasileiros ainda é bastante deficiente e, mais importante, desigualmente distribuído por partidos, estados e categorias de representação. Esse fato evidencia que muito esforço pode ser ainda feito para melhorar o uso das ferramentas propiciadas pela Internet para o aperfeiçoamento da comunicação e da interação entre as elites dirigentes e o cidadão comum.Artigo Clientelismo, internet e voto : a campanha online dos candidatos a vereador no Brasil Meridional no pleito de outubro de 2008(2012) Braga, Sérgio Soares; Nicolás, Maria Alejandra; Becher, André RobertoApresenta os resultados de pesquisa sobre o uso da internet pelos candidatos a vereador de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. A partir do exame da campanha virtual dos candidatos que utilizaram websites entre os cerca de 1400 postulantes aos cargos de vereador nestas capitais, procuramos avaliar o uso que estes políticos fizeram da internet nas eleições municipais de outubro de 2008. Nossa hipótese básica é a de que as páginas web dos candidatos a cargos eletivos, especialmente os vereadores, serviram predominantemente para veicular práticas tradicionais de política, reforçando os vínculos personalistas e clientelistas com o eleitorado.Artigo Parlamentares na Constituinte de 1987/88 : uma contribuição à solução do "enigma do Centrão"(2009) Marcelino, Daniel; Braga, Sérgio Soares; Domingos, LuizMesmo já passados mais de vinte anos da promulgação da Constituição Federal alguns pontos obscuros ainda permanecem entre os principais estudos e interpretações sobre o processo constituinte de 87/88. Enquanto que muitos trabalhos apontam para a heterogeneidade do PMDB como causa dos fatos principais na Constituinte, a análise que propomos sustenta que um dos grandes enigmas não resolvidos não é necessariamente o PMDB, mas sim o enigma do Centrão. O que era o Centrão? Quais os parlamentares que dele fizeram parte? Quais os seus posicionamentos mais importantes e as taxas de fracasso e de sucesso de suas propostas? Qual seu peso efetivo no resultado final da Carta? São questões que endereçamos aos estudos revisitados nessa análise.
