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Artigo Eleições legislativas e presidenciais em sistemas presidencialistas e semipresidencialistas nos países africanos de língua oficial portuguesa : analisando o efeito das eleições sobre a participação eleitoral de 1991 a 2022(2022) Eusébio, Cassiano; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior EleitoralAnalisa eleições legislativas e presidenciais em sistemas presidencialistas e semipresidencialistas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). Especificamente, analisamos se a realização de eleições separadas ou simultâneas e se os níveis de poderes presidenciais afetam as taxas de participação política nesses países. Para isso, utilizamos os dados do Institute for Democracy and Electoral Assistance (IDEA) e elaboramos uma classificação das eleições e dos poderes presidenciais para todas as eleições nos cinco países do PALOP desde a sua democratização. Constatamos que, nos três PALOP semipresidencialistas (Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe), as eleições legislativas são mais importantes do que as eleições presidenciais, especialmente quando os poderes presidenciais são limitados. Por outro lado, em Angola e Moçambique, não encontramos relação entre a forma de realização das eleições e os poderes do presidente.Outro O legado democrático e o compromisso com a democracia : evidências na América Latina(2015) Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior EleitoralOutro Partidarismo e legado democrático na América Latina(2017) Casalecchi, Gabriel Avila; Gimenes, Éder Rodrigo; Tribunal Superior EleitoralOutro Entre o petismo e o antipetismo : uma análise da polarização política no Brasil e suas implicações para a democracia(2019) Casalecchi, Gabriel Avila; Vieira, Aiane de Oliveira; Pereira, Bruna Ferrari; Tribunal Superior EleitoralInvestiga a existência de uma polarização política no eleitorado brasileiro em relação a três dimensões das preferências políticas: 1) eleições e dinâmica eleitoral; 2) políticas públicas; e 3) legitimidade democrática. Argumenta-se que a polarização observada no plano do sistema político, que antes centrava-se no PT e no PSDB, alinhou-se em outros dois sentidos nas eleições de 2018: o petismo e o antipetismo. A hipótese é que existem diferenças substantivas entre esses grupos que podem trazer implicações no âmbito eleitoral e democrático. Para testar a hipótese, foram utilizados os dados do Barômetro das Américas 2016/17.Artigo E se o voto fosse facultativo? Expectativas de participação eleitoral voluntária no Brasil e o papel do status socioeconômico(2021) Aguiar, Natália Nunes; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior EleitoralA associação positiva entre status socioeconômico (SSE) e participação eleitoral é amplamente apontada, embora os mecanismos dessa relação sejam pouco explorados. Apesar de o voto obrigatório ser visto como mitigador dos efeitos do SSE sobre o comparecimento e de sua abolição ser frequentemente proposta, o hipotético comparecimento eleitoral voluntário é pouco discutido no Brasil. Através de regressões logísticas e equações estruturais, foram utilizados dados do Eseb 2014 para avaliar se o voto facultativo tenderia a ampliar a desigualdade socioeconômica entre eleitores e abstentes, bem como para explorar mecanismos de ação do SSE sobre o voto. Os resultados sugerem que a relação entre fatores socioeconômicos e a participação eleitoral voluntária hipotética é, em grande medida, indireta, sendo mediada por variáveis individuais de engajamento político - especialmente o interesse por política.Outro Informação, voto e whatsapp na eleição presidencial brasileira de 2018(2020) Oliveira, Gleidylucy; Casalecchi, Gabriel Avila; Bachini, Natasha; Tribunal Superior EleitoralDado a importância das informações disponíveis e das campanhas para a formação das preferências eleitorais (DOWNS, 1999; POPKIN, 1991; GELMAN E KING, 1993), este trabalho tem como objetivo investigar como se conformou o ambiente informacional no Whatsapp durante as eleições presidenciais de 2018. A desconexão entre o uso do HGPE pelos candidatos e os resultados no Executivo nacional, deslocaram a atenção dos analistas dos meios tradicionais para os mensageiros que, de um lado, suplantam os custos de obtenção de informação por parte do eleitorado, mas, por outro, podem afetar as condições democráticas da disputa (DAHL, 2005). Por entregar mensagens de forma privada, o serviço dificulta que os assuntos e atores tratados nessa troca de mensagens possam estar cientes das informações que circulam e que estas sejam questionadas e avaliados à luz da pluralidade de informações no próprio ambiente, causando assim um efeito perverso de circulação enviesada e pouco diversa de informações.Artigo Expandindo o conceito de competência política : conhecimento político e atitudes democráticas na América Latina(2018) Fuks, Mario; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior EleitoralPropõe uma ampliação do conceito de "competência política" que ultrapasse as tomadas de decisões próprias do processo eleitoral e que abarque, também, os valores democráticos. De forma mais específica, busca compreender qual efeito que o conhecimento político exerce sobre a adesão a diferentes princípios democráticos. Para isso, foram utilizados os dados do Barômetro das Américas de 2008. A medida de conhecimento factual foi obtida com perguntas como "qual o nome do presidente/líder do Congresso", "quanto tempo dura o mandato do presidente ou primeiro ministro" etc. A medida de atitudes democráticas foi obtida com perguntas como "a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo" ou "sob algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser preferível a um regime democrático", entre outras. Os resultados demonstram que o conhecimento político tem um efeito positivo e estatisticamente significativo não só sobre a preferência pela democracia, como também sobre os princípios subjacentes ao regime, como o apoio às eleições livres e competitivas, a participação política, o controle e a separação dos poderes, o primado da lei e a tolerância. Argumenta que esses achados têm implicações importantes para as pesquisas sobre a relação entre conhecimento político e legitimidade democrática.Outro Simpatia partidária na América Latina : Argentina, Brasil, Chile e Uruguai em perspectiva comparada(2018) Borba, Julian; Gimenes, Éder Rodrigo; Casalecchi, Gabriel Avila; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Tribunal Superior EleitoralAnalisa de forma comparada e longitudinal a identificação partidária (doravante IP) de quatro diferentes democracias latino-americanas, que, por um lado, assemelham-se por pertencerem à terceira onda de democracia, bem como por terem iniciado sua transição democrática em períodos relativamente parecidos. Por outro lado, apesar das semelhanças, são países que apresentam diferentes trajetórias tanto no que tange à democracia, de forma mais ampla, quanto ao sistema partidário e a história dos partidos, em termos mais específicos. Essas semelhanças e diferenças tornam a comparação entre os países apropriadas para investigar, dentro do contexto de redemocratização, o padrão e os determinantes da identificação partidária ao longo do tempo, confrontando possíveis explicações que derivam tanto de aspectos individuais quanto contextuais (nacionais).Outro Participação política, voto e estrutura : avaliando o impacto do status socioeconômico sobre a predisposição do eleitor brasileiro votar voluntariamente(2016) Casalecchi, Gabriel Avila; Aguiar, Natália Nunes; Tribunal Superior EleitoralDiscute e avalia em que medida os possíveis impactos da abolição do voto obrigatório sobre a democracia brasileira estariam ligados à estrutura social dos cidadãos do país. Objetiva-se retomar o debate acerca do tema a fim de responder às questões: se introduzido o voto facultativo no Brasil, indivíduos pertencentes a que segmentos sociais teriam maior ou menor propensão a comparecer aos locais de votação e por quê? A hipótese testada é a de que fatores socioeconômicos, cujos mecanismos de atuação são diversos, são fortes preditores da esperada abstenção dos eleitores brasileiros se facultados a votar. Desta maneira, tais fatores têm papel central na probabilidade de comparecimento eleitoral no país, desempenhando tanto efeitos diretos sobre o comportamento político dos eleitores quanto (e principalmente) indiretos, ao afetarem variáveis de cunho individual e cultural. O trabalho conta com dados do Estudo Eleitoral Brasileiro (ESEB) referente à eleição nacional de 2014. São utilizados modelos de equação estrutural em complementação às regressões logísticas no apontamento dos mecanismos de causação entre as variáveis mobilizadas.Artigo Evolução dos determinantes do partidarismo na América Latina(2019) Gimenes, Éder Rodrigo; Casalecchi, Gabriel Avila; Borba, Julian; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Tribunal Superior EleitoralExamina a evolução do relacionamento dos eleitores com os partidos políticos nas democracias latino-americanas, analisando os determinantes do partidarismo em países que se enquadram em distintas categorias em termos de enraizamento partidário: Uruguai, Argentina, Brasil e Chile.
